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Opep+ se reúne virtualmente e expectativa é por um novo corte na produção, com resolução do impasse entre os países exportadores. No Brasil, o dia é marcado pela divulgação do IPCA de março
A véspera do feriado chega com a expectativa de boas notícias.
Enquanto os mercados esperam que a desaceleração da doença, indique que estamos próximos do pico em muitos países, os dados de pedidos de auxílio desemprego nos Estados Unidos deve trazer mais um aumento expressivo no número.
Na semana passada, a pesquisa trouxe um número recorde de pedidos - 6,6 milhões. O coronavírus já infectou mais de 1,4 milhão de pessoas mundialmente, com cerca de 87,5 mil mortos.
Na cola da recuperação vista ontem em Nova York, as bolsas asiáticas fecharam em alta. Na região, a Coreia do Sul decidiu manter a sua taxa de juros em 0,75% ao ano.
O mercado americano se fortaleceu ontem após Bernie Sanders, pré-candidato democrata, desistir do pleito. Assim, a indicação democrata ficou com Joe Biden, ex-vice-presidente do governo Obama.
Biden é considerado mais moderado e agrada os investidores em Wall Street. Com o cenário das eleições definido - Donald Trump tentará a reeleição pelo lado republicano -, as bolsas americanas subiram em bloco, com altas superiores a 2,5%.
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Hoje, os índices futuros das bolsas americanas sustentam altas significativas, também pautadas na expectativa por uma desaceleração da pandemia e dados econômicos mais positivps.
Na Europa o dia também começa no azul. O mercado do velho continente aguarda um anúncio de medidas conjuntas do Eurogrupo, formado por ministros de finanças dos países do bloco, após um dia de negociações frustradas.
Atenção especial ao petróleo. A Opep+ realiza hoje uma teleconferência para debater o mercado e a expectativa do mercado é de que os países produtores cheguem a um acordo para um novo corte na produção.
Além de puxar as bolsas globais, o otimismo também acelera a recuperação da commodity no mercado futuro. Por volta das 7h45, o petróleo WTI para maio subia 6,78%, a US$ 26,73, enquanto o Brent para junho tinha alta de 4,14%, a US$ 34,20 o barril.
O movimento beneficia as petroleiras. Os American Depositary Receipt (ADRs) da Petrobras subiam cerca de 3%, na bolsa de Nova york no pré-mercado.
Com o resultado positivo lá fora, a bolsa brasileira engatou a terceira alta consecutiva ontem e avançou 2,97%, aos 78.624,62 pontos. O dólar também teve um dia de alívio e terminou cotado a R$ 5,1430, em baixa de 1,60%.
Só nessa semana o Ibovespa teve uma recuperação de 13,07%. Agora, a desvalorização da bolsa brasileira é de 32% no ano.
As varejistas foram destaque do pregão de ontem, motivadas pela liberação de novos recursos pelo governo.
No Brasil, a doença já matou mais de 800 pessoas e registrou mais de 15 mil infectados.
Ontem, em pronunciamento, o presidente Jair Bolsonaro jogou para os governadores a responsabilidade pelas medidas restritivas adotadas pelos Estados. Ainda na noite de ontem, o ministro do STF Alexandre de Moraes inviabilizou o governo federal de revogar decisões dos Estados e municípios.
Hoje o governo dá início ao pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 reais por três meses. A estimativa é de que pelo menos 27 milhões de pessoas já realizaram o pedido via app.
Ainda de olho nos impactos do coronavírus na economia, a Câmara deve votar hoje o plano de socorro aos Estados, em sessão virtual.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje a inflação oficial de março, IPCA. O número pode impulsionar uma revisão nas apostas para a Selic.
Pedro Guimarães, presidente da Caixa, deve anunciar novas medidas de estímulo ao crédito imobiliário (10h)
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