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O princípio de pânico que tomou conta do mercado financeiro na semana passada voltou a pairar nesta “quinta-feira de cinzas”.
O Ibovespa fechou em forte queda de 4,65%, a maior desde o meio pregão da volta do Carnaval. E o dólar, só para manter a rotina, bateu mais um recorde e alcançou a incrível marca de... R$ 4,65. Para quem acredita em numerologia está aí um prato cheio.
O estrago nos mercados foi novamente provocado pelo medo dos impactos do coronavírus na economia global.
A bolsa brasileira já estava em queda firme, em linha com as perdas nos mercados internacionais, quando surgiu a confirmação de que o número de casos da doença no país subiu e chegou a oito. A notícia contribuiu para ampliar o movimento de venda das ações.
Em momentos de nervos à flor da pele como o atual, os investidores correm para o dólar. Nem mesmo a atuação do Banco Central conseguiu acalmar os ânimos.
O mercado, aliás, vem dando um verdadeiro baile no câmbio. O que até me surpreende diante de toda a experiência do presidente do BC, Roberto Campos Neto, como tesoureiro de banco.
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Em momentos tão turbulentos, é preciso tomar cuidado para não entrar nessa dança de curtíssimo prazo. Se você possui uma carteira diversificada e com proteções (em fundos cambiais, por exemplo), o melhor a fazer é aguardar o momento certo de voltar para a pista.
Por isso vale muito a pena conferir a cobertura que o Victor Aguiar preparou sobre o ataque dos ursos (investidores vendidos) na bolsa e também um vídeo especial sobre a (falta de) ação do BC no dólar.
Amanhã vamos comentar todos os desdobramentos da turbulência nos mercados no nosso podcast. Mande suas sugestões, comentários e dúvidas no podcast@seudinheiro.com.
Você está preocupado com a alta do dólar? Pois o ministro Paulo Guedes não. Para ele, o câmbio é flutuante e não há "nada de errado" com a cotação da moeda norte-americana, que reflete a queda dos juros no país. O ministro também foi questionado se o câmbio poderia chegar aos R$ 5,00. Confira a resposta de Guedes.
Enquanto nos mercados o coronavírus segue derrubando ações das empresas, nos negócios a nova doença acaba de fazer a primeira “vítima”: a Flybe. A companhia aérea britânica, que já passava por graves problemas financeiros, sucumbiu diante da baixa nas reservas e pediu recuperação judicial.
Os executivos da empresa de resseguros IRB Brasil bem que tentaram acalmar os investidores após a tremenda confusão que levou à queda da cúpula da companhia. Mas descartaram fazer uma revisão dos últimos balanços, que foi justamente o estopim da crise. Resultado: as ações despencaram mais de 16% hoje. Eles também comentaram o vergonhoso episódio da notícia sobre o falso investimento de Warren Buffett na empresa.
Privatizada há oito meses e com ações na bolsa, a BR Distribuidora vai mudar. A partir desta semana a companhia adota uma nova identidade, que deve alterar a aparência de seus 7,7 mil postos. Mas o nome Petrobras permanece. Veja nesta matéria como deve ser a estratégia em torno da marca.
Uma ótima noite para você.
Aquele abraço!
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