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Índices à vista na Europa e futuros das bolsas americanas avançam. Expectativa de que Fed sustente estímulos à economia guia negócios
Calmaria à vista. O mercado acionário global sinaliza um dia no azul nesta quarta-feira (29), enquanto espera que o Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, manifeste uma visão a favor de estímulos para a economia em seu comunicado hoje.
Além disso, os investidores também mantêm no radar a discussão sobre pacote fiscal de US$ 1 trilhão no Congresso americano e a disseminação do coronavírus pelo mundo.
Por aqui, na véspera, o Ibovespa apresentou um verdadeiro cabo de guerra entre cautela e otimismo que fez a bolsa brasileira oscilar. Por fim, firmou-se no campo negativo, em queda de 0,35%, a 104.109,07 pontos. O dólar, por sua vez, ficou praticamente na mesma (-0,02%), cotado a R$ 5,1572.
Índices à vista da Europa como o CAC-40, na França, e o FTSE 100, na Inglaterra, acumulam ganhos superiores a 0,3% na sessão de hoje, demonstrando um leve otimismo. O DAX, da Alemanha, recua.
Os futuros das bolsas americanas como o S&P Futures e o Nasdaq Futures têm altas de 0,1% e 0,4%. O Dow Futures opera estável.
A expectativa de um Fed "dovish", isto é, condizente com o atual patamar de estímulos da política monetária, também guiou a sessão dos mercados asiáticos. Com exceção da bolsa japonesa, que fechou em queda superior a 1% refletindo balanços locais decepcionantes, os índices de China, Hong Kong e Coreia do Sul exibiram um comportamento positivo.
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Às 15h, o Fed divulga o documento sobre a análise de cenário do mercado e os passos seguintes na condução da política monetária. Às 15h30, o presidente da autoridade, Jerome Powell, fala em coletiva.
O Ibovespa deve olhar para o desempenho dos balanços de Santader e Vale na sessão de hoje. O banco diivulgou na manhã de hoje um lucro 41% menor no 2º trimestre, após os três meses iniciais do ano terem surpreendido o mercado. O número é reflexo das provisões bilionárias realizadas para o aumento da inadimplência. Após o fechamento dos mercados, será a vez da Vale anunciar os seus resultados.
A criptomoeda opera em nível superior aos US$ 11.000, em alta de 1,69% nesta quarta. O bitcoin voltou a ser negociado acima dos US$ 10 mil nesta semana após dois meses de estabilidade.
O Brasil chegou a 88.539 mortes em decorrência da pandemia de coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram registrados 921 óbitos. Segundo o Ministério da Saúde, foram acrescidos às estatísticas 40.816 novos casos no período, e o total se aproxima dos 2,5 milhões.
Para bancar a desoneração da folha de pagamento, o governo deverá propor ao Congresso no mês que vem a criação de um “microimposto" digital, diz o Estadão.
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O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
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