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Ontem o dia foi de temor nos mercados, como reflexo da rápida disseminação do coronavírus pelo mundo. Nas primeras horas da manhã tanto as sessões europeias como os índices futuros em Wall Street ensaiavam uma recuperação
Mais de 100 mortes, 4.500 infectados e registro em ao menos 14 países. Até agora essa é a conta do avanço do coronavírus pelo mundo.
A incerteza em torno do vírus injeta aversão ao risco nos mercados e faz ativos de proteção como o iene, ouro e Treasuries subirem.
Os economistas correm para calcular o impacto do vírus na economia mundial. Já começa a se falar em perda de até 1% no PIB chinês do primeiro trimestre.
Já os governos tentam conter a doença. Na China, o governo decidiu estender o feriado do Ano Novo Lunar até o próximo domingo. Assim, as bolsas locais seguem fechadas. O polo industrial do país também segue fechado.
A OMS, que na semana passada havia declarado o risco de epidemia global como 'moderado' reviu sua posição. Agora, a organização considera o risco como 'elevado'
Com esse cenário, a segunda-feira foi um verdadeiro banho vermelho nos mercados acionários pelo mundo. As bolsa uniram movimentos de correção com a cautela trazida pela disseminação da doença.
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O 'índice do medo', VIX, que mede o temor do investidor e a sensibilidade do mercado por meio das opções do S&P 500, alcançou patamares antes vistos no auge da guerra comercial entre Estados Unidos e China.
No Brasil, o Ibovespa despencou quase 4 mil pontos e fechou o dia com uma baixa de 3,29%, aos 114.481,84 pontos. Europa, Estados Unidos e Ásia também tiveram dias de perdas.
Embora as bolsas asiáticas tenham fechado em baixa, outros índices ensaiam uma pequena recuperação, o que pode ajudar o Ibovespa a conter as perdas vistas ontem.
Nas primeira horas da manhã os índices futuros das bolsas de Nova York operavam perto da estabilidade. As bolsas europeias também ensaiam um dia de recuperação na abertura.
Na sombra do coronavírus, o Federal Reserve inicia a sua reunião de política monetária. Semana que vem é a vez do Copom. E as apostas em um novo corte na taxa básica de juros estão cada vez mais altas.
A incerteza em torno dos reflexos da nova doença, a pressão do IPCA-15 e a atividade econômica sem o fôlego desejado são alguns dos fatores que não deixam os investidores descartarem a continuação do ciclo de cortes.
Na semana passada o tom suave da fala de Campos Neto, que disse que a economia ainda estaria reagindo aos cortes, operou as apostas.
Essa leitura leva os investidores a ficarem confiantes. O mercado fica atento ao que Campos Neto tem para falar em busca de novas dicas. Nesta terça-feira ele participa de uma palestra em evento do Credit Suisse, em São Paulo.
Tesouro divulga Relatório Anual da Dívida Pública (RAD) de 2019 e o Plano Anual de Financiamento (PAF) para 2020.
Nos Estados Unidos é divulgado o índice de confiança do consumidor, medida pelo Conference Board.
Seguindo com a temporada de balanços, hoje é dia de conhecer o balanço da Apple, 3M e Pfizer.
Ontem foi dia de conhecer os resultados do 4º trimestre da Cielo. Controlada pelo Bradesco e Banco do Brasil, a empresa viu o seu lucro cair 49,7% em 2019.
A Cielo é uma das vítimas da guerra das maquininhas que tomou conta do setor no ano passado. A companhia tem adotado uma estratégia de sacrificar a sua margem de lucro para defender sua liderança no setor. Ao todo, a receita líquida foi de R$ 1,580 bilhão.
O Cade aprovou sem restrições a venda do braço de aviação comercial da Embraer para a Boeing.
A operação prevê duas operações: 80% da área de aviação comercial e a criação de uma joint venture voltada para produção da aeronave de transporte militar KC-390.
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
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