Petrobras à beira da privatização
Caro leitor,
São grandes as expectativas do mercado em torno das vendas de ativos estatais para o setor privado durante o governo Jair Bolsonaro. Recentemente, o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, Salim Mattar, disse que a meta do governo federal é levantar R$ 150 bilhões em privatizações apenas em 2020.
Mas Bolsonaro já afirmou que “joias da coroa” como a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão fora do programa de privatização do governo - a desestatização se limitaria às suas subsidiárias, como já vem ocorrendo.
Porém, no caso da Petrobras, chama a atenção o fato de que a petroleira está a apenas uns dois dedos de deixar de ser, de fato, uma estatal.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de iniciar uma oferta pública para vender a sua participação no capital votante da Petrobras. A instituição irá vender na bolsa as suas ações ordinárias, que têm direito a voto, diminuindo também a participação da União no controle da estatal.
O Vinícius Pinheiro escreveu hoje uma análise sobre isso, mostrando que, finda a oferta, a Petrobras só não terá sido realmente privatizada por um triz.
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Troca de cartas
Depois das tensões de ontem relativas à nova variante do coronavírus detectada na China, o cenário externo se manteve mais calmo nesta quarta, e o Ibovespa aproveitou para se recuperar. Quem deu as cartas hoje na bolsa brasileira foi o noticiário corporativo, que levou o índice a subir 1,17%, aos 118.391,36 pontos. Já o dólar viu um certo alívio. Saiba quais foram as empresas que se destacaram no pregão de hoje, na matéria do Victor Aguiar.
Sua independência financeira logo ali
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Elas continuam com tudo
Depois de uma forte valorização das varejistas no ano passado, você pode estar se perguntando se essas ações já não estariam meio caras. Para o analista Pedro Fagundes, da XP Investimentos, a resposta é não. Nesta matéria, a Bruna Furlani te explica por que o analista acha que os papéis do setor podem subir ainda mais e quais são as suas principais apostas no varejo.
Mudança no pódio
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Engordando o caixa
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Menos popular
A aprovação do presidente Jair Bolsonaro caiu de 57,5% para 47,8% em menos de um ano, segundo pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) ao Instituto MDA. Apesar disso, Bolsonaro apresentou melhora na popularidade em relação a agosto de 2019, e teve três áreas do seu governo bem avaliadas pela população. Saiba mais nesta matéria.
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