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Eu compraria poucas ações que, ou estivessem muito baratas olhando um horizonte de 24-36 meses, ou empresas cuja a antifragilidade é tamanha, que tenham saído mais forte dessa pandemia
Um dos princípios básicos que eu sempre menciono é a necessidade de diversificar, de se expor a diferentes classes de ativos, e diferentes estruturas de risco e retorno.
Porém, precisamos ser realistas: você não consegue montar uma carteira parruda o suficiente com R$ 10.000.
Isso não quer dizer que você tenha uma desculpa perfeita para não fazer nada.
Existe um meio termo entre não investir e montar a carteira dos sonhos; ou seja, realizar algo que seja bom o bastante.
Considerando que R$ 10 mil seja seu pontapé inicial, e que você estará comprometido em aumentar seu patrimônio através de poupança (o ato de poupar, e não a caderneta) e reinvestir para crescer o bolo, eis o que eu faria:
Eu compraria poucas ações que, ou estivessem muito baratas olhando um horizonte de 24-36 meses, ou empresas cuja a antifragilidade é tamanha, que tenham saído mais forte dessa pandemia.
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Apontando um nome de cada, um caso ridiculamente barato e que me agrada muito são as ações da Iguatemi (IGTA3). Uma das maiores empresas de shoppings do país, com 80% do resultado concentrado no estado de São Paulo e ativos de excelente qualidade. Estimo que a ação tenha potencial de dobrar nos próximos 36 meses, com a normalização gradual da economia.
A segunda ação, um caso de antifragilidade absurda são as ações da B3 (B3SA3), também conhecida como “Bolsa”. A B3 está muito longe de ser uma barganha, mas é um das melhores empresas do país, com um modelo de negócio sólido e que captura na veia o crescimento do mercado de capitais.
Com as ações da Iguatemi cotadas a cerca de R$ 32,50 e as da B3 a aproximadamente R$ 55, um lote mínimo em cada uma delas atingirá nossa meta de alocar de R$ 10 mil.
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