O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O menor otimismo quanto ao desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus acentuou as perdas nas bolsas dos EUA e fez o Ibovespa se firmar em baixa
Passado o rali da última segunda-feira (18), os ativos domésticos mostram um viés mais cauteloso nesta terça (19). O Ibovespa virou para queda na reta final do pregão e o dólar à vista passou a subir, num movimento em linha com o visto lá fora.
Mais cedo, o Ibovespa chegou a subir 1,21%, aos 82.174,55 pontos, mas, às 16h50, operava em baixa de 0,47%, aos 80.816,63 pontos. Essa piora ocorreu em paralelo ao enfraquecimento das bolsas americanas: o Dow Jones (-1,26%), o S&P 500 (-0,78%) e o Nasdaq (-0,22%) também perderam força.
No câmbio, o dólar à vista até ensaiou um movimento de alívio, recuando 0,64% logo depois da abertura, a R$ 5,6842. No entanto, a divisa caminha para terminar o dia em alta: agora, sobe 0,61%, a R$ 5,7549.
O cenário para os mercados não teve grandes alterações de ontem para hoje: a possibilidade de novos pacotes de estímulo financeiro nos EUA e a reabertura das economias na Europa continuam mantendo os agentes financeiros de bom humor.
No entanto, considerando os fortes ganhos de ontem — o Ibovespa e as bolsas da Europa subiram mais de 4%, enquanto os mercados americanos avançaram mais de 3% —, os investidores preferem realizar parte dos ganhos ou, ao menos, evitam continuar na ponta compradora.
A grande novidade desta tarde foi a diminuição no otimismo quanto à vacina contra o coronavírus que está sendo desenvolvida pela empresa americana Moderna: ontem, a companhia disse ter obtido avanços nos testes, mas, hoje, uma publicação científica afirmou que não há dados críticos para avaliar o tratamento.
Leia Também
Assim, toda a animação resultante da possível vacina — e que foi um dos motores da sessão passada — se esvaiu, acentuando a cautela nos mercados e desencadeando o movimento de queda nas bolsas americanas e no Ibovespa
No Brasil, uma dúvida incomum movimentava os mercados durante a manhã: teríamos sessão nos próximos dias, considerando o decreto que antecipa os feriados em São Paulo? As incertezas só foram respondidas nesta tarde, quando a B3 e o Banco Central finalmente deram pareceres oficiais sobre a questão.
E sim, o mercado funcionará normalmente no restante dessa semana: a bolsa disse que os pregões continuarão acontecendo nos dias 20, 21, 22 e 25 de maio, apesar dos recessos em São Paulo. O BC foi pelo mesmo caminho, optando por não antecipar o feriado de Corpus Christi, no dia 11 de junho.
Assim, tanto o mercado de ações quanto o de câmbio e juros terão sessões regulares até o fim dessa semana — os feriados permanecerão nas datas originais, ao menos no sistema financeiro.
Ainda há toda uma camada de incerteza em relação ao cenário político: o ministro do STF Celso de Mello começou a analisar o vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, afirmando que tomará uma decisão a respeito do veto ao conteúdo até sexta-feira (22).
Por fim, segue a indecisão quanto à PEC de auxílio financeiro emergencial a estados e municípios: o presidente Jair Bolsonaro ainda não deu seu parecer quanto ao tema — e, assim, o imbróglio envolvendo o reajuste dos salários dos servidores continua sem solução.
Esse clima de cautela também é verificado no mercado de juros futuros: os DIs acompanham os demais ativos domésticos e operam perto da estabilidade, sem se afastar muito dos fechamentos de ontem:
No lado corporativo, as ações ON da Marfrig (MRFG3) chegaram a subir 8,70% mais cedo — agora, avançam 2,14%. Apesar de ter fechado o primeiro trimestre no vermelho, a empresa reportou uma evolução no lado operacional, com crescimento de dois dígitos na receita e no Ebitda.
Veja abaixo as cinco maiores altas do índice no momento:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| BTOW3 | B2W ON | 91,33 | +8,57% |
| CSNA3 | CSN ON | 8,80 | +6,28% |
| VVAR3 | Via Varejo ON | 9,40 | +5,98% |
| ECOR3 | Ecorodovias ON | 10,76 | +5,91% |
| CCRO3 | CCR ON | 12,44 | +5,16% |
Confira também as cinco maiores quedas do Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| GOLL4 | Gol PN | 11,95 | -3,86% |
| EQTL3 | Equatorial ON | 17,68 | -3,39% |
| ITUB4 | Itau Unibanco PN | 21,92 | -3,31% |
| TIMP3 | Tim ON | 12,51 | -3,10% |
| CPFE3 | CPFL Energia ON | 29,32 | -3,07% |
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior