O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa fechou um acordo com a americana agrícola ADM para produção e comercialização de produtos à base de proteína vegetal no País
Uma das líderes na produção de carne bovina do mundo, a brasileira Marfrig divulgou nesta terça-feira, 6, um acordo com a americana agrícola Archer Daniels Midland Company (ADM).
Por volta das 10h40, as ações da Marfrig na B3 eram negociadas a R$ 7,21, numa alta de 4,80%. Os papeis da ADM na bolsa de Nova York operavam em alta de 0,82%, a US$ 38,09. Acompanhe a cobertura de mercados do dia.
A parceria envolve a produção e comercialização de produtos à base de proteína vegetal no Brasil. Até o final deste ano, devem chegar ao mercado brasileiro os primeiros hambúrgueres vegetais produzidos pelas duas empresas. O plano das empresas é, no futuro, exportar o produto.
A Marfrig lançará uma marca específica para produtos de origem vegetal. Segundo a empresa, em um primeiro momento, os produtos serão fornecidos ao food service (mercado de alimentação fora do lar). Em seguida, especificamente o hambúrguer vegetal será distribuído para o varejo.
A empresa americana ficará responsável pela produção e fornecimento da base vegetal — principal matéria-prima utilizada no processo. Já a Marfrig produzirá, distribuirá e venderá os produtos finalizados para food service e varejo.
A produção do hambúrguer vegetal no Brasil será na unidade da empresa em Várzea Grande, no Mato Grosso. A base vegetal sairá diretamente da fábrica da ADM para a planta da Marfrig, segundo a empresa brasileira.
Leia Também
O hambúrguer vegetariano é tendência no mercado dos Estados Unidos, e ganha força no Brasil. Uma das marcas do setor, a Beyond Meat, abriu seu capital em maio e viu seus papeis dispararem no primeiro dia de negociação na Nasdaq.
No segundo trimestre deste ano, a americana registrou vendas de US$ 67,3 milhões, uma alta de 287,2% em relação aos US$ 17,4 milhões contabilizados há um ano. Mas o prejuízo da companhia chegou a US$ 9,4 milhões, por conta da alta dos custos.
Já a Marfrig recentemente anunciou um plano de fusão com a BRF — mas que não teve êxito. Se o negócio tivesse vingado, as empresas formariam a quarta maior companhia de proteína animal do mundo.
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica