🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

Uma onda de cada vez

Otimismo externo prevalece, Ibovespa sobe quase 2% e recupera os 100 mil pontos

Retomada dos testes clínicos de vacina da AstraZeneca sustentou bom humor e manteve em segundo plano a leitura mista do IBC-Br de julho

Ricardo Gozzi
14 de setembro de 2020
17:51
Surfista passa no meio de onda
Surfista entra no tubo - Imagem: Shutterstock

Um dia de cada vez. Esta tem sido a rotina nos mercados financeiros locais desde o início de agosto. Apesar da liquidez em abundância, volatilidade é a palavra de ordem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma forte alta pra cá, uma queda acentuada pra lá e o Ibovespa não decide se vai ou se fica enquanto muitos investidores oscilam entre a euforia e o pânico ao sabor das ondas de curtíssimo prazo.

Se na semana passada a suspensão dos testes clínicos com a vacina da AstraZeneca contra o novo coronavírus pesou negativamente sobre as ações, hoje a retomada dos mesmos testes desencadeou uma alta consistente em Wall Street.

Por aqui, o Ibovespa surfou a vibe positiva vinda de fora, firmou-se em alta já nos primeiros momentos da sessão e subiu até recuperar a marca dos 100 mil pontos às vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB).

“O fato é que ainda não dá pra saber se a bolsa vai buscar os 120 mil pontos ou voltar para os 80 mil”, adverte Enrico Cozzolino, analista de ações do Banco Daycoval. “A definição de um rumo ainda depende de fatores de bastante incerteza”, prossegue ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em Nova York, todos os principais índices chegaram ao fim do dia com altas consistentes (Dow Jones, +1,18%; S&P-500, +1,27%; Nasdaq, +1,87%), ganhando uma folga antes da reunião de política monetária do Federal Reserve Bank (Fed, o banco central norte-americano) depois de duas semanas turbulentas. Numa toada bem parecida, a bolsa brasileira fechou em alta de 1,94%, aos 100.274,52 pontos.

Leia Também

Além da notícia sobre os testes com a vacina, o mercado brasileiro de ações dispôs de poucos drivers específicos que justificassem uma alta tão forte. Com exceção do setor de educação, que contou com uma disputa entre a Ser Educacional e a Yduqs pela Laureate, a maioria das ações cotadas na B3 subiu acompanhando o otimismo externo.

O setor de aviação subiu na esteira de uma proposta feita pelo BNDES e por um consórcio de bancos para conceder à Azul pelo menos R$ 2 bilhões de financiamento.

O varejo foi outro setor de destaque diante da percepção entre os investidores de que os papéis de varejistas e de redes de shopping centers ficaram 'baratos' em meio à volatilidade das últimas semanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já os papéis do setor bancário começaram o dia patinando diante dos sinais mistos da economia brasileira, mas passaram a seguir o fluxo observado no Ibovespa diante da percepção de que seus preços estão descontados.

Até mesmo as ações de frigoríficos, que tendem a ser pressionadas pela taxa de câmbio em dias de fortes oscilações, registraram altas consistentes.

Não fosse a queda observada nas ações da Petrobras devido às novas projeções de queda na demanda pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e o Ibovespa provavelmente teria experimentado uma alta ainda mais forte.

Indicadores mistos em segundo plano

A notícia sobre a retomada dos testes da vacina colocou em segundo plano a leitura mista do IBC-Br, o índice de atividade econômica medido pelo Banco Central do Brasil (BCB) considerado como prévia do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os investidores também observam o aumento das projeções dos participantes do mercado para a inflação deste ano na pesquisa Focus às vésperas da reunião do Copom.

Confira a seguir as maiores altas e maiores baixas do dia entre os componentes do Ibovespa.

MAIORES ALTAS

Yduqs ON (YDUQ3) +7,96%
Gol PN (GOLL4) +7,29%
Cielo ON (CIEL3) +6,98%
Azul PN (AZUL4) +6,28%
BR Malls ON (BRML3) +5,91%

MAIORES BAIXAS

PetroRio ON (PRIO3) -1,54%
Petrobras ON (PETR3) -1,00%
Petrobras PN (PETR4) -0,91%
Bradespar PN (BRAP4) -0,78%
Eletrobras PN (ELET6) -0,48%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dólar e juro

Os mercados de câmbio e juros futuros também repercutiram a notícia sobre a retomada dos testes clínicos de uma vacina para a covid-19, com destaque para o desempenho do real.

O dólar iniciou a segunda-feira em queda com os investidores mais dispostos a assumirem riscos nos mercados financeiros em um dia no qual as divisas de países emergentes ganharam terreno.

Com isso, a moeda norte-americana encerrou o dia em queda de 1,09%, cotada a R$ 5,2755.

Já os contratos de juros futuros acompanharam a dinâmica do mercado de câmbio e fecharam em queda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira as taxas negociadas de alguns dos principais contratos negociados na B3:

  • Janeiro/2022: de 2,830% para 2,810%;
  • Janeiro/2023: de 4,120% para 4,060%;
  • Janeiro/2025: de 5,980% para 5,930%;
  • Janeiro/2027: de 6,960% para 6,920%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar