O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No início do mês, a relação entre a cotação da moeda chinesa e o dólar voltou a ser comentado e começou a impactar os mercados; entenda como essa questão cambial pode afetar os seus investimentos em bolsa
A guerra comercial anda batendo nas bolsas ultimamente. E, no início do mês, ela começou a tomar novos contornos, com a desvalorização do yuan, a moeda chinesa. Se você não entendeu o que isso tem a ver com a briga entre EUA e China ou o impacto disso nos preços das ações, eu explico tudo no vídeo a seguir:
No começo de agosto, o yuan, a moeda da China, ganhou os holofotes no noticiário econômico. A relação entre a divisa chinesa e o dólar abalou os mercados, em um novo capítulo da guerra comercial entre os Estados Unidos e o gigante asiático. Mas afinal, por que é que a cotação do yuan frente à moeda americana causa tanta preocupação aos investidores? Desvalorização do yuan: e eu com isso?
Agosto começou com um novo capítulo na guerra comercial entre Estados Unidos e China: um dia depois de o Federal Reserve ter cortado as taxas de juros americanas em 0,25 ponto percentual, o presidente Donald Trump anunciou novas tarifas aos produtos chineses. A partir de 1º de setembro, US$ 300 bilhões em produtos importados do país asiático seriam tarifados em 10%.
A medida pode ser entendida como uma tentativa de forçar o Fed a baixar ainda mais os juros. Trump não ficou satisfeito com o corte modesto nas taxas e criticou, como sempre, a atuação do banco central americano pelo Twitter. O recrudescimento da guerra comercial pode afetar ainda mais o crescimento mundial, obrigando o Fed a dar novos estímulos à economia.
Só que a China resolveu contra-atacar. O país asiático tem dificuldade de retaliar por meio do aumento de tarifas, porque importa muito menos do que exporta para os Estados Unidos. A saída foi atuar sobre o câmbio. Na semana seguinte ao anúncio de Trump, a moeda chinesa se desvalorizou a ponto de um dólar passar a valer sete yuans. Esse patamar não era visto há mais de dez anos, e é considerado uma espécie de barreira psicológica.
Leia Também
O câmbio na China não é livre - Pequim pode interferir diretamente na cotação do yuan. Ao desvalorizar a sua moeda, o governo garante que os produtos chineses continuem competitivos para entrar nos Estados Unidos, mesmo com a tarifação extra de Trump. O episódio foi seguido de uma troca de farpas entre o presidente americano e o governo chinês, além de críticas de Trump ao Fed.
A desvalorização do yuan e o tom de Donald Trump sinalizam o início de uma guerra cambial, um aprofundamento comum em guerras comerciais. Nas suas críticas ao Fed, Trump vem dando a entender que, se o banco central americano não baixar os juros, ele mesmo pode lançar mão de algum tipo de intervenção mais dura no câmbio. E como o dólar é a principal moeda de reserva do mundo, não se sabe exatamente como ele faria isso.
A questão é que guerras cambiais trazem muita incerteza e volatilidade aos mercados. O caminho que a guerra comercial vem tomando se mostra perigoso para a economia mundial e os investimentos - daí toda essa tensão.
Gostou do vídeo? Então não deixa de se inscrever no canal do Seu Dinheiro no YouTube e clicar no sininho pra receber as notificações. E pode deixar dúvidas e ideias pra outros vídeos no campo dos comentários.
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA
Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês
A falta de chips não é o único obstáculo da inteligência artificial para as empresas de tecnologia, que mostram que a corrida pela IA vai custar caro
Ao Seu Dinheiro, Rodrigo Koch, responsável pelas estratégias de ações da família Optimus, explica por que trocou a busca por “barganhas” pela segurança da liquidez
O espaço ocupado pela empresa representa cerca de 2% da área bruta locável (ABL) do BMLC11, o que limita o impacto operacional
A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida
No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)
O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos