O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Uber registrou aumento na receita e na base de usuário no segundo trimestre deste ano. Mas nada disso impediu que a empresa reportasse um prejuízo bilionário
Os mercados financeiros embarcaram num carro da Uber em 10 de maio, quando as ações da empresa começaram a ser negociadas na bolsa de Nova York. E o trajeto dessa viagem sempre esteve bem definido: sair do prejuízo e chegar ao lucro — de preferência, sem pegar muito congestionamento.
Só que balanço da companhia no segundo trimestre mostrou que esse percurso está longe de ser uma linha reta, e que essa corrida pode demorar bem mais que o previsto. Afinal, a Uber não só continuou no vermelho entre abril e junho deste ano — ela registrou um salto nas perdas.
No início da noite desta quinta-feira (8), a empresa reportou um prejuízo líquido de US$ 5,24 bilhões — sim, US$ 5,24 bilhões — no segundo trimestre de 2019. A cifra é muito maior que a verificada no mesmo período do ano passado, quando a perda foi de US$ 878 milhões.
Vale ressaltar que esse prejuízo massivo se deve, em grande parte, às compensações de despesas relacionadas ao processo de abertura de capital, que chegaram a US$ 3,9 bilhões. Ainda assim, descontado esse efeito, a Uber teria registrado perdas de US$ 1,3 bilhão no trimestre.
O resultado implica num prejuízo por ação de US$ 4,72, mais que o dobro do registrado em igual intervalo de 2018, de US$ 2,01. O número ficou aquém da expectativa do mercado — a média das estimativas compiladas pela Bloomberg apontava para um prejuízo por ação de US$ 3,23, já considerando as despesas com o IPO.
O aumento nas perdas ocorreu mesmo com o crescimento de 12% da receita líquida na mesma base de comparação, para US$ 2,87 bilhões. Além dos custos ligados ao IPO, a Uber reportou crescimentos expressivos nas despesas gerais e administrativas e nos gastos com vendas e marketing.
Leia Também
E, de qualquer maneira, a receita líquida também decepcionou: de acordo com a Bloomberg, o mercado projetava que essa linha atingiria US$ 3,05 bilhões neste trimestre.
As reservas brutas — ou seja o valor total arrecadado pela Uber em todas as suas modalidades de serviço — foram outro fator de desapontamento, somando US$ 15,75 bilhões no trimestre. A cifra representa um crescimento de 31% na base anual, mas também ficou abaixo das expectativas dos analistas.
Mas nem tudo foi ruim no balanço da Uber: foi vista com bons olhos a evolução no número de usuários ativos por mês nas diferentes plataformas da empresa, que passou de 76 milhões no segundo trimestre de 2018 para 99 milhões entre abril e junho deste ano — um salto de 30%.
Com isso, o desempenho das ações da Uber no after market de Nova York — uma espécie de prorrogação do pregão regular — oscilou bastante, embora sempre no campo negativo. Logo após a divulgação dos resultados, os papéis da empresa chegaram a desabar mais de 12%, mas se afastaram do momento de maior estresse.
Ponderando a informação do aumento na base de usuários, os ativos reduziram o ritmo de perdas e, por volta de 19h45 (horário de Brasília), recuavam 6,28% no after market, a US$ 40,30.
E, no pregão desta sexta-feira (9), as ações da Uber sofrem intensa pressão: por volta de 11h25, operavam em baixa de 7,68%, a US$ 39,68 — com o desempenho do momento, os papéis da companhia acumulam baixa de 11,8% em relação ao preço do IPO, de US$ 45,00.
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade