O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Operações como emissões de ações e debêntures somam R$ 282 bilhões entre janeiro e setembro e expectativa é de crescimento
Se reinventar com dinheiro privado é um dos lemas da equipe econômica do governo, que vem advogando um novo mix de política econômica, com política fiscal restrita, isso é menos participação do governo, e manutenção de juros baixos, algo que viabilizada a atividade privada e um crescimento do mercado financeiro e de capitais.
Levantamento feito pela Anbima, com base dos dados do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, conta um pouco dessa história. Os recursos levantados pelas empresas no mercado de capitais, com emissões de ações e debêntures por exemplo, somaram R$ 282 bilhões entre janeiro e setembro, contra um investimento total de R$ 833,8 bilhões. Isso representa uma participação de 33,8%, maior leitura desde 2010 (quando o PIB subiu 7,5%), e uma firme recuperação depois dos 10,5% vistos em 2016.

A Anbima chama atenção para o crescimento desde 2017, ano que marcou a mudança na taxa de juros do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nas operações subsidiadas.
“Ainda há um longo caminho a ser percorrido. A construção civil, por exemplo, está retomando suas atividades de forma mais sustentada, o que vai refletir em breve nos ativos com lastro neste segmento. O ideal é que a taxa de investimento cresça em maior ritmo nos próximos anos. Com esse novo mix de política econômica, certamente o mercado de capitais acompanhará a trajetória”, disse José Eduardo Laloni, vice-presidente da Anbima, em nota.
Ainda de acordo com a instituição, as debêntures são destaque em 2019. As emissões desse papel representam 15% dos investimentos do país, mantendo patamar atingido no ano anterior. As ações ainda têm participação menor, com 7% entre abertura de capital (IPOs) e operações de empresas já listadas (follow-ons).
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real