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O Ibovespa encontra espaço para um ligeiro movimento de alta, em meio à ausência de novidades na ata do Copom e ao clima de tranquilidade no exterior
A sessão desta terça-feira (17) é marcada por um tom de maior tranquilidade, tanto no Brasil quanto no exterior. Num dia com poucos fatores de influência para as operações globais, o Ibovespa exibe um tom positivo, recuperando-se das perdas contabilizadas ontem.
O principal índice da bolsa brasileira operava em alta de 0,53% por volta de 17h05, aos 112.483,66 pontos. O Ibovespa, assim, vai um pouco melhor que as bolsas americanas: em Nova York, o Dow Jones (+0,18%), o S&P 500 (+0,07%) e o Nasdaq (+0,12%) apenas flutuam perto do zero a zero.
No mercado de câmbio, o dia também foi de oscilações pouco intensas: o dólar à vista fechou em leve alta de 0,06%, a R$ 4,0646. Lá fora, a divisa americana ganhou terreno em relação às moedas fortes, mas ficou perto da estabilidade na comparação com os ativos de países emergentes.
No front doméstico, o principal fator de influência para as negociações é a ata da última reunião do Copom, divulgada nesta manhã pelo Banco Central (BC). No documento, a instituição sugeriu cautela com a política de juros, em meio à retomada da atividade econômica.
Ou seja: a autoridade não se comprometeu com um eventual novo corte na Selic no início de 2020 — uma sinalização que provocou ajustes positivos mais intensos nas curvas de juros, tanto na ponta curta quanto na longa.
Veja como ficaram os principais DIs nesta terça-feira:
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"O Copom reiterou a postura mais cautelosa, levando em consideração as informações novas [de retomada na economia e aumento na inflação]", diz Victor Beyruti, economista da Guide Investimentos. "É preciso analisar a sensibilidade das variáveis macroeconômicas à política monetária, que nunca esteve tão estimulativa".
A ata do Copom, no entanto, não tem grande influência para os mercados de ações e de câmbio. Neles, outras variáveis estão em jogo — a começar pelo cenário externo.
As negociações de moedas foram impactadas por dois fatores: o noticiário referente ao Brexit e os mais recentes dados da economia americana.
No Reino Unido, a notícia de que o primeiro-ministro Boris Johnson estaria considerando a possibilidade de alterar o acordo costurado com a Comissão Europeia para a saída do país do bloco continental é motivo de turbulência nos mercados financeiros.
"Ele abriu espaço para negociar com os parlamentares britânicos, mas agora quer alterar o acordo, algo que gera desconforto em relação à possibilidade de um Brexit sem acordo", diz Beyruti.
Como resultado, o dólar se valorizou mais de 1% em relação à libra esterlina nesta terça-feira — o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta com as principais divisas do mundo, avançou 0,20%, em função das incertezas ligadas ao Reino Unido.
Além do Brexit, também foi repercutida pelo mercado de câmbio a alta de 1,1% na produção industrial dos Estados Unidos em novembro ante outubro, resultado que ficou acima das previsões dos analistas — o que deu suporte ao fortalecimento do dólar no mundo.
Bem, o Ibovespa reage apenas marginalmente a todos esses pontos citados acima. Sem um fator direto de influência, o índice brasileiro apenas passa por ajustes marginais, aproveitando o tom de calmaria nas bolsas americanas.
Alguns papéis que fecharam em queda na sessão de ontem aparecem no campo positivo nesta manhã. É o caso de Petrobras PN (PETR4), em alta de 1,16%, Petrobras ON (PETR3), com ganho de 1,03%, Itaú Unibanco PN (ITUB4), avançando 2,00%, e Bradesco PN (BBDC4), com valorização de 2,34%.
Por outro lado, ações do setor de varejo e construção operam em queda firme, obedecendo à lógica contrária: em meio à elevação na curva de juros, o mercado aproveita para realizar os lucros recentes obtidos nesses ativos.
Nesse grupo, estão Magazine Luiza ON (MGLU3), com perda de 3,02%, Lojas Americanas PN (LAME4), em baixa de 3,25%, Via Varejo ON (VVAR3), com queda de 3,02%, e MRV ON (MRVE3), recuando 3,13%.
Veja as cinco ações de melhor desempenho do Ibovespa no momento:
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