O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Maior banco privado brasileiro espera crescimento menor das receitas com crédito e tarifas, mas também cortou a projeção de despesas para este ano. Ações reagem em leve queda ao resultado do primeiro trimestre
Após a revisão de uma série de projeções para o desempenho no ano, o Itaú Unibanco pode registrar um lucro levemente acima do esperado para este ano. As contas foram feitas por analistas que acompanham o maior banco privado brasileiro.
Junto com o resultado do primeiro trimestre, o Itaú anunciou a redução nas estimativas para o crescimento da margem financeira (que contabiliza as receitas com crédito) e das receitas com tarifas em 2019. Só que esse efeito negativo deve ser mais do que compensado pela perspectiva de despesas menores em relação ao início do ano.
No ponto médio das estimativas revisadas, o lucro do Itaú em 2019 pode atingir R$ 29 bilhões, alta de 1% em relação à projeção anterior, de acordo com o Bradesco BBI.
No primeiro trimestre deste ano, o Itaú registrou lucro líquido de R$ 6,877 bilhões, o que representa um crescimento de 7,1% em relação ao mesmo período do ano passado.
A alta no lucro não foi suficiente para impulsionar as ações preferenciais do banco (ITUB4), que fecharam em queda de 0,97%, cotadas a R$ 33,71. Confira também nossa cobertura completa de mercados.
A revisão nas estimativas para as receitas neste ano foi feita depois que o Itaú decidiu mergulhar de cabeça na disputa das maquininhas de cartão. No mês passado, a Rede zerou as taxas de juros cobradas dos lojistas nas operações de antecipação de recebíveis. O banco também decidiu ajustar as despesas à perspectiva de um crescimento menor da economia neste ano.
Leia Também
Veja a seguir qual foi a leitura dos analistas sobre os resultados do Itaú e a recomendação para as ações:
Recomendação: compra
Preço-alvo: R$ 42,00
"Embora em linha com a nossa projeção e com o consenso de mercado, recebemos bem os resultados do primeiro trimestre. A margem com clientes teve um bom desempenho e a revisão das projeções, com o melhor controle de custos, mostra um bom senso de urgência, que os investidores provavelmente receberão de braços abertos."
Recomendação: neutra
Preço-alvo: R$ 44,00
"Apesar dos números em linha, o Itaú teve um aumento na formação de créditos em atraso e reduziu seu índice de cobertura pelo terceiro trimestre consecutivo. Além disso, as receitas com tarifas vieram mais fracas do que o esperado. Por fim, o Itaú optou por rever o seu guidance [projeção], reduzindo as estimativas para a margem com clientes, tarifas, seguros, mas compensando os efeitos negativos com um corte acentuado nas despesas, produzindo um resultado levemente positivo."
Recomendação: neutra
Preço-alvo: R$ 38,50
"Em nossa visão, o Itaú deve se manter como o banco mais lucrativo do setor, embora os concorrentes estejam reduzindo a diferença de rentabilidade. Acreditamos que a revisão nas projeções é ligeiramente positiva (devido ao melhor desempenho das despesas), mas talvez não seja suficiente para movimentar as ações."
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro