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Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Ranking

Prefixados lideraram os ganhos em julho; confira os melhores e piores investimentos do mês

Títulos prefixados foram os melhores investimentos do mês, enquanto bitcoin amargou a maior desvalorização; confira o ranking completo

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
31 de julho de 2019
21:13 - atualizado às 9:44
Pódio
Pódio - Imagem: Shutterstock

Os títulos prefixados foram os melhores investimentos do mês de julho, seguidos dos fundos imobiliários e da bolsa. Na ponta negativa está o campeão do mês passado, o volátil bitcoin. Os títulos públicos de longo prazo atrelados à inflação e o dólar também tiveram desempenho negativo no mês.

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Os melhores investimentos de julho

Melhores investimentos de julho de 2019

O mês de julho contou com dois acontecimentos principais que influenciaram os mercados. Na primeira metade do mês, a bolsa subiu e os juros futuros caíram muito motivados pela expectativa de aprovação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, o que de fato se concretizou.

Ainda que a aprovação tenha se dado apenas em primeiro turno (ainda falta o segundo turno, que acontece só em agosto, depois da volta do recesso parlamentar), o Ibovespa chegou a fechar acima dos 105 mil pontos no dia 10, uma nova máxima histórica.

Depois da aprovação da reforma, o Congresso já entrou em ritmo de férias mesmo antes do início do recesso, o que deixou a bolsa brasileira à mercê do cenário externo.

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A partir daí, o que mais influenciou os mercados foram as expectativas de corte de juros por parte dos bancos centrais americano, europeu e, por aqui, também do BC brasileiro.

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Contudo, dados econômicos mistos nos Estados Unidos levaram o mercado a passar a acreditar num corte modesto, o que se concretizou no corte de 0,25 ponto percentual efetuado pelo Federal Reserve (Fed).

Além disso, o Banco Central Europeu (BCE) acabou mantendo os juros. No Brasil, no entanto, mantinha-se a crença de corte na Selic em 0,5 ponto percentual, o que se confirmou nesta quarta-feira (31).

Com isso, a bolsa acabou alternando momentos de marasmo com quedas pelo desânimo dos investidores com cortes menores do que aqueles inicialmente esperados. Ainda assim, o Ibovespa conseguiu fechar o mês com alta de 0,84%, acumulando valorização de 15,84% no ano, aos 101.812 pontos.

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Já os juros futuros tiveram comportamentos mistos, com quedas nos prazos intermediários e altas nos prazos mais longos.

Assim, os títulos públicos prefixados e os atrelados à inflação (NTN-B) de prazos médios tiveram valorização, o que levou os pré para o topo do ranking; já os títulos atrelados à inflação de prazo mais longo, que inclusive já tinham valorizado muito, tiveram uma correção e desvalorizaram no mês.

Melhores e piores ações do mês

Liderando o ranking das ações que mais valorizaram em julho estão os papéis da Via Varejo (VVAR3), que decolou desde que o Grupo Pão de Açúcar vendeu sua participação na companhia, com o controle sendo retomado pelo empresário Michael Klein, filho do fundador das Casas Bahia. A empresa agora passa por profunda reestruturação.

Ações - maiores altas de julho de 2019

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Já na ponta negativa está a Gerdau, que caiu 9,01% no mês e acumula perda de 5,57% no ano.

Ações - piores desempenhos de julho de 2019

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