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Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Não tem desculpa

5 investimentos de baixo risco que rendem mais do que a poupança

Com Selic em 5% ao ano, poupança perde da inflação e não rende quase nada; saiba quais investimentos de baixíssimo risco podem substituí-la

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
25 de novembro de 2019
5:30 - atualizado às 22:03
Mulher deitada numa boia de piscina
Alguns investimentos de renda fixa são tão seguros quanto a poupança ou mais - e o retorno é melhor também. Imagem: Shutterstock

A caderneta de poupança ainda é o investimento preferido dos brasileiros, mas dentre as aplicações de baixo risco, ela é a menos rentável.

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Com a Selic em 5% ao ano, o retorno da caderneta chega a ficar abaixo da inflação projetada para os próximos 12 meses, conforme eu já mostrei nesta outra matéria.

Isso significa que, na prática, o poupador vai passar a perder dinheiro. Quando a rentabilidade não é capaz sequer de repor a inflação, o que se verifica é uma perda do poder de compra da moeda.

Não estou falando da poupança antiga, claro, que ainda rende 0,5% ao mês, ou 6,17% ao ano. Isso equivale a 126% do CDI atual, sem taxas ou imposto de renda, o que é coisa para caramba.

Mas a poupança nova, com sua rentabilidade de 70% da Selic mais Taxa Referencial (TR) - que atualmente se encontra zerada - anda pagando apenas 0,29% ao mês, ou 3,50% ao ano.

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Só que investimentos conservadores são fundamentais na carteira de qualquer investidor e em qualquer cenário econômico. Afinal, é nessas aplicações financeiras que deixamos o dinheiro da reserva de emergência e dos objetivos de curto prazo.

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A seguir, eu listo cinco aplicações de baixo risco que, nas circunstâncias certas, rendem mais do que a poupança nova, mesmo quando há cobrança de taxas e imposto de renda. São investimentos tão seguros quanto a poupança, senão mais, e que contam com a vantagem adicional da remuneração diária. O rendimento da poupança é mensal. Confira:

1. Tesouro Selic (LFT)

O Tesouro Selic (LFT) é o investimento mais conservador da economia brasileira. Trata-se de um título público, portanto, tem garantia do governo federal.

Ele paga, no vencimento, uma remuneração próxima à taxa Selic do período, mas pode ser vendido de volta para o governo a qualquer momento, com rentabilidade positiva.

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Você pode adquiri-lo pelo Tesouro Direto, o programa do Tesouro Nacional para compra e venda de títulos públicos pela internet. Para operar no Tesouro Direto, basta ter uma conta em corretora de valores e solicitar a habilitação na plataforma.

Para que o investimento em Tesouro Selic valha a pena e de fato seja mais rentável que a poupança, a corretora em questão não deve cobrar taxa de agente de custódia para investimentos no Tesouro Direto.

Assim, o investidor paga apenas a taxa de custódia obrigatória de 0,25% ao ano para a bolsa de valores, além de imposto de renda sobre os rendimentos. A venda de títulos antes de o investimento completar 30 dias também está sujeita a IOF.

Lembrando que, ao investir no Tesouro Direto, seus recursos não ficam expostos ao risco da corretora. Seus títulos ficam custodiados na B3, e nada acontece a eles se a corretora, por exemplo, quebrar. Seu risco é 100% governo federal brasileiro.

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O Tesouro Selic (LFT) é uma alternativa para a aplicação da reserva de emergência, por ter baixo risco e liquidez diária.

2. Contas de pagamento remuneradas

Atualmente, algumas fintechs disponibilizam contas de pagamento remuneradas. Elas funcionam como contas-correntes, mas investem os recursos do cliente em Tesouro Selic, sem cobrar qualquer taxa por isso. Há apenas a cobrança de imposto de renda e, no caso de aplicações inferiores a 30 dias, também de IOF.

A rentabilidade dessas contas costuma ser de 100% do CDI, o que é suficiente para bater a poupança após descontados os impostos. A movimentação pode ser feita a qualquer momento, como numa conta-corrente qualquer, permitindo, por exemplo, pagamento de contas e compras no cartão de débito. Ou seja, liquidez diária.

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A conta de pagamento mais conhecida com essas características é a NuConta, do Nubank. Mas há outras, como a conta do PagBank, banco digital do PagSeguro. Eu testei a NuConta e conto para você como foi.

Assim como no Tesouro Direto, o investidor também não fica exposto ao risco da instituição financeira, pois seus títulos públicos ficam custodiados no Selic - o Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Isso significa que o patrimônio das contas não se confunde com o patrimônio da instituição de pagamentos. O risco é 100% governo federal.

As contas de pagamento podem ser utilizadas para objetivos de curto prazo, mas eu não recomendaria deixar toda a reserva de emergência aplicada nelas.

As instituições financeiras que as oferecem em geral são jovens e ainda não são muito grandes. Caso elas quebrem, os recursos do investidor ficam preservados, mas pode ser que sua movimentação fique indisponível por algum tempo - ao menos até as contas serem transferidas para outra instituição.

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3. Fundos de renda fixa conservadora

Os fundos de renda fixa conservadora que buscam remunerar a variação do CDI são bons substitutos da poupança SE - e SOMENTE SE - não cobrarem taxas de administração ou tiverem taxas muito, muito baixas.

Hoje, as melhores pedidas nesse grupo são os fundos Tesouro Selic, que não cobram taxas e investem a totalidade do patrimônio em títulos Tesouro Selic.

Eles costumam ter uma remuneração próxima de 100% do CDI, antes de descontados os impostos, o que é suficiente para ganhar da poupança e da inflação atualmente em qualquer prazo.

Os fundos Tesouro Selic estão disponíveis nas seguintes plataformas de investimento digitais: BTG Pactual Digital, corretora Pi, Órama e corretora Rico.

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Já os fundos conservadores que cobram taxas costumam ser classificados como fundos DI ou fundos de renda fixa simples. O ideal é que eles não cobrem taxa de administração superior a 0,2% ao ano - 0,3% no máximo.

É claro que você dificilmente encontrará fundos tão baratos em grandes bancos, a menos que seja um investidor de altíssima renda (e olhe lá). Fundos desse tipo só estão disponíveis em corretoras e plataformas independentes.

Novamente, você não precisa se preocupar com a solidez da instituição financeira, pois fundos têm CNPJ próprio.

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Isso significa que o patrimônio dos cotistas não se mistura ao patrimônio de nenhuma das instituições financeiras relacionadas a ele - gestora, administradora, corretora etc. Caso uma delas venha a quebrar, basta que os cotistas se reúnam para escolher uma substituta.

Os recursos do fundo só ficam expostos ao risco dos ativos que compõem a carteira - que, nesses casos, são de baixíssimo risco.

Assim, fundos como esses podem atuar como substitutos da poupança inclusive para a reserva de emergência, pois também têm liquidez diária.

Infelizmente, a maioria dos investidores brasileiros que tem dinheiro nesse tipo de fundo está alocada em produtos caríssimos, perdendo da poupança e da inflação, como eu mostrei nessa outra matéria.

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4. Certificados de Depósito Bancário (CDB)

Os CDB são títulos emitidos por bancos para financiar suas atividades. Assim, quem investe em CDB está emprestando dinheiro para uma instituição financeira em troca de uma remuneração. Eles não sofrem a cobrança de taxas de administração ou custódia.

Esse tipo de investimento está sujeito ao risco da instituição financeira, mas há proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), a mesma garantia da poupança.

Muita gente acha que a poupança é garantida pelo governo, mas não é. Assim como as contas-correntes, a caderneta é protegida pelo FGC, que é uma entidade privada sem fins lucrativos. Saiba mais sobre o FGC.

Caso o emissor do CDB quebre, o fundo ressarce o investidor em até R$ 250 mil por CPF, por emissor. Há, entretanto, um limite global de R$ 1 milhão por CPF, válido para todas as aplicações financeiras em instituições cobertas pelo FGC.

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Para ser comparável à poupança, o CDB deve ser pós-fixado, isto é, ter sua remuneração correspondente a um percentual do CDI.

Esse percentual varia muito de um emissor para outro. Os grandes bancos, que são os emissores mais seguros do sistema financeiro, geralmente pagam muito pouco, o que torna o investimento menos atrativo que a caderneta, uma vez que há cobrança de imposto de renda sobre os rendimentos. No caso de aplicações inferiores a 30 dias, há também IOF.

Os CDB mais atrativos costumam ser oferecidos por bancos médios. Vários deles, hoje em dia, já dispõem de títulos que pagam 100% do CDI com liquidez diária, o que torna o investimento tão interessante quanto um fundo isento de taxas ou uma NuConta da vida.

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Este, aliás, é o percentual mínimo que o investidor deve aceitar. Se abrir mão da liquidez diária, o investidor consegue até remunerações maiores.

Ao investir em bancos médios, o investidor deve tomar o cuidado de não ultrapassar os limites do FGC, a fim de se manter seguro.

Mas mesmo com a proteção do FGC e boa remuneração com liquidez diária, eu não recomendo investir toda a reserva de emergência num CDB.

O motivo é semelhante ao caso das contas de pagamento: por mais que seus recursos estejam protegidos, caso o emissor quebre, pode levar algum tempo e haver certa burocracia para você receber seu dinheiro de volta. E entre a quebra da instituição financeira e o ressarcimento dos investidores, os recursos ficam sem rentabilidade.

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5. Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA)

As LCI e LCA se assemelham aos CDB em tudo, exceto em dois pontos: não costumam ter liquidez diária e são isentas de impostos.

Elas também são emitidas por bancos, têm proteção do FGC e costumam pagar mais quando emitidas por bancos médios. Todas as recomendações válidas para os CDB valem também para elas.

Como são isentas de IR e IOF, dá para aceitar LCI e LCA que paguem menos que 100% do CDI. Acredito que, nas condições atuais, 90% do CDI é o mínimo, dada a falta de liquidez desses títulos. E ainda assim, para um prazo curto.

Como não têm liquidez diária, LCI e LCA não são recomendadas para reserva de emergência, mas podem servir para objetivos de curto prazo.

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