O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Associação estima que as vendas nos shoppings devam atingir alta de 7% em 2019 na comparação com 2018
As vendas nos shopping centers do País cresceram 8,4% no primeiro semestre, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira, 1º de agosto, pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).
Para o presidente da associação, Glauco Humai, o dado é positivo e mostra que o ritmo de crescimento do setor chegou ao mesmo patamar registrado antes da crise, que afetou a economia brasileira a partir de 2014.
"Os registros do primeiro semestre nos deixam otimistas e confiantes de fecharmos o ano dentro da expectativa anunciada", afirmou Humai.
A Abrasce estima que as vendas nos shoppings devam atingir alta de 7% em 2019 na comparação com 2018.
No primeiro semestre, a Região Sul foi a que apresentou maior crescimento nas vendas dos shoppings (10,9%), seguida pela região Nordeste (9,6%), Sudeste (8%), Norte (7,1%) e Centro-Oeste (6,4%).
O segmento de eletroeletrônicos foi o que apresentou maior crescimento de vendas no primeiro semestre, com alta de 14,56%. Na sequência vieram os setores de relojoaria e bijuterias (7,33%); brinquedos (6,81%); e telefonia e acessórios (5,64%).
Leia Também
Em média, os consumidores gastaram R$ 93,68 em compras, patamar estável em comparação ao mesmo período do ano passado.
Humai observou que o setor de shoppings é resiliente e historicamente mostra um desempenho de vendas melhor do que do varejo em geral e da atividade econômica nacional. "Por exemplo, em 2015 e 2016, enquanto a economia estava em recessão o setor crescia entre 4% e 6%", citou.
Outro ponto que ajudou as vendas foi a inauguração de cinco empreendimentos no primeiro semestre: Shopping Carpina, Patos Shopping, Shopping Parque da Cidade, Jockey Plaza Shopping e Só Marcas Outlet Guarulhos. Para o restante do ano, há mais 12 inaugurações previstas.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas