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Ninguém gosta de pensar no pior. Morte ou doença na família, Deus me livre! Os alquimistas bem tentaram descobrir o elixir da vida eterna, mas, ao menos até agora, não vi na farmácia para vender. Quem sabe o pessoal da Singularity University consiga um dia chegar mais perto da imunidade e imortalidade… Mas é melhor você não contar com isso.

O mercado financeiro está cheio de produtos na prateleira para proteger você e a sua família do que vier no futuro. Não basta guardar dinheiro. Você precisa se preparar para situações bem específicas. Já vi casos de famílias abastadas que passaram perrengue após a morte do patriarca porque os bens ficaram bloqueados até a conclusão do inventário.
Um seguro de vida ou plano de previdência privada teria resolvido o problema de liquidez dos herdeiros. Esses dois produtos trazem a possibilidade de deixar recursos para familiares sem a necessidade de inventário.
Mas, afinal, é melhor fazer um seguro de vida ou plano de previdência privada? A Julia Wiltgen explica nesta reportagem a diferença entre um e outro e para que situação eles são indicados. Recomendo muito a leitura!
Em matéria de planejamento financeiro, quem se esforça para correr atrás do tempo perdido é o Estado. A reforma da Previdência deve ser discutida nos próximos dias na Comissão Especial da Câmara que avalia o projeto. Ontem, o presidente da comissão, Marcelo Ramos, disse que o debate sobre o parecer do deputado Samuel Moreira deve se estender por duas ou três sessões — o que ocuparia toda a semana que vem. Há ainda a chance de que a votação na comissão fique para a primeira semana de julho, por conta do feriado e das festas juninas.
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Se não é o feriado, são as próprias frentes políticas que se revelam um empecilho. Os governadores, por exemplo, pedem a exclusão de quatro pontos e a modificação de outros dois itens do texto que o presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Congresso — o que, é claro, deve impactar na economia que a reforma pode trazer. Agora de manhã, Ramos, o presidente da comissão, disse que é possível votar a reforma neste semestre, desde que governadores ajudem.
Semana após semana a projeção do PIB cai. O cenário político turbulento também abala os que estavam mais otimistas com a aprovação da reforma da Previdência. Mas até um pessimista clássico acha que há um exagero no mau humor. Os gestores do Fundo Verde, famosos por ter um certo ceticismo, acham que não é para tanto. A gestora comandada por Luis Stuhlberger aproveitou a volatilidade da primeira metade do mês para voltar a aumentar sua posição em ações brasileiras. O Eduardo Campos avalia aqui a última carta da Verde Asset.
A disputa pela Netshoes, protagonizada por Centauro e Magazine Luiza, parece não ter fim. A assembleia que deve selar o destino da empresa está marcada para sexta-feira, mas isso não impediu a Centauro de elevar novamente a proposta pela companhia, dessa vez oferecendo US$ 3,70 por ação (cerca de US$ 114,9 milhões). O Conselho de Administração da Netshoes já havia se mostrado favorável à oferta de US$ 3 do Magalu. Diante de tanta movimentação, fica a dúvida se os acionistas vão seguir a orientação do conselho e aprovar a venda para o Magazine Luiza ou optar por vender a empresa mais caro para a Centauro. Olho na ação da Netshoes.
Michael Klein está mais próximo de retomar a Casas Bahia, empresa fundada por seu pai e que hoje é parte da Via Varejo, controlada pelo Grupo Pão de Açúcar. O Conselho de Administração do GPA aprovou a venda das ações da Via Varejo em um leilão na B3. A decisão foi tomada após receber uma carta do empresário com a intenção de compra. Se você é acionista, preste atenção em um detalhe relevante. O preço máximo do leilão ficou em R$4,75 por ação, abaixo da cotação de ontem, de R$ 5. O mercado deve ajustar essa diferença no pregão de hoje.

A FedEx dispensou a Amazon. Sim, é isso mesmo. A gigante de transporte de cargas americana decidiu não renovar seu contrato com a varejista de Jeff Bezos. Ela entende que consegue condições melhores com outros parceiros de e-commerce. O movimento deve pressionar os negócios de Jeff Bezos num momento em que a companhia vem fortalecendo o compromisso de entregas de curtíssimo prazo. O Fernando Pivetti conta o que motivou a FedEx a medida tão extrema e por que os acionistas gostaram da atitude.
Enquanto a oposição prometia parar todas as pautas importantes no Congresso, tentando desviar a atenção para o ministro Moro, o Centrão adotou uma agenda própria, com a bancada assumindo o protagonismo na aprovação de medidas urgentes ao país. Com o foco nas reformas, o mercado financeiro se blinda dos efeitos das mensagens vazadas.
Os negócios locais podem ser impedidos de alçar voos mais altos pelo mal-estar no mercado internacional. Protestos em Hong Kong influenciam negativamente as bolsas no país e na China. No ocidente, as preocupações recaem sobre o andamento da guerra comercial. Após Wall Street interromper ontem uma sequência de seis ganhos, as bolsas europeias seguiram a tendência e abriram em queda.
Ontem, o Ibovespa se aproximou novamente do patamar dos 100 mil pontos e fechou o dia com alta de 1,53%, aos 98.960,00 pontos, o maior nível desde 19 de março. O dólar encerrou a sessão com baixa de 0,88%, a R$ 3,8496. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Índices
- IBGE divulga resultado do comércio em abril
- Banco Central publica dados semanais do fluxo cambial
- Estados Unidos divulgam inflação e resultado fiscal de maio
Mercados
- Cade realiza sessão ordinária em Brasília
Política
- Governadores fazem reunião em Brasília para debater inclusão dos Estados na reforma da Previdência
- Comissão Mista de Orçamento vota projeto sobre crédito suplementar ao governo
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Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
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