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Como ganhar na bolsa sem comprar ações

30 de setembro de 2019
10:12
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Eu não compro ações diretamente na bolsa de valores. Não que eu não ache que existem boas oportunidades, longe disso. É uma regra que temos na empresa para evitar conflito de interesse. Quando um influenciador fala bem de uma ação, ele pode motivar outras pessoas a comprar o papel, o que puxaria o preço pra cima. Então, na prática, quem recomendou ganharia dinheiro. Não fazemos esse tipo de sacanagem com nossos leitores.

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Mas estou, sim, comprada na bolsa. É que existem formas de ganhar com a alta de ações além da compra direta de um papel. É o que acontece, por exemplo, quando você aplica em um fundo de ações. Você entrega seu dinheiro para um gestor administrar e torce para que ele entregue um retorno acima do Ibovespa.

Na reportagem de hoje, a Julia Wiltgen explica em detalhes três formas diferentes de investir direta ou indiretamente em ações. Não existe melhor ou pior. É uma questão de estilo de cada investidor. Confira as opções e veja qual faz mais sentido para você.

Imagem mostra homem com três tipos diferentes de barba

EUA fervendo e calmaria na China

O processo de impeachment do presidente Trump deve continuar gerando atritos no mercado financeiro, já que antecipa o debate eleitoral de 2020 e pode influenciar as negociações da guerra comercial marcadas para outubro.

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Na China, o mercado passa a semana fechado em celebração aos 70 anos da Revolução Comunista. Mas antes da pausa, o país divulgou dados positivos sobre o desempenho dos setores industrial e de serviços em setembro, que devem influenciar a sessão de hoje.

Leia Também

edição semanal da Bula do Mercado traz um panorama do que deve mexer com a bolsa nos próximos dias. Esse é um conteúdo gratuito, exclusivo para os leitores Premium. Para acessá-lo DE GRAÇA, basta fazer um cadastro aqui e indicar esta newsletter para cinco amigos. Os conteúdos serão liberados assim que eles aceitarem o convite.

As principais bolsas europeias ficam sem direção definida, divididas entre o sinal positivo vindo de Nova York e as perdas registradas na Ásia. Esse comportamento pode ditar as regras por aqui, já que os investidores seguem aguardando pelo andamento da reforma da Previdência.

Na sexta-feira, o Ibovespa encerrou o dia em baixa de 0,23%, aos 105.077,63 pontos, mas acumulou um ganho de 0,25% na semana. O dólar teve uma valorização semanal de 0,04%, fechando a sessão a R$4,1552. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.

Abaixo de 5%

O mercado reduziu mais sua expectativa para a taxa de juros brasileira. As novas projeções do boletim Focus apontam para a Selic em 4,75% ao ano no fim de 2019, abaixo do patamar de 5% previsto na semana anterior. Veja outras estimativas da publicação do Banco Central, incluindo inflação, PIB e câmbio.

Estava feio demais...

Com um cenário onde a Selic testa novas mínimas, os grandes bancos tiveram que cortar suas taxas de administração dos fundos de renda fixa. Estava feio demais para os bancos oferecer fundos DI que cobram taxa de administração de 4% ou 5%, com a Selic em 5,5% ao ano e caminhando para baixo. Não ia sobrar nada na conta do investidor. O Banco do Brasil, por exemplo, cortou sua taxa para 3% dos seus fundos mais caros. Me parece bem ruim ainda, mas, de fato um pouco “menos ruim”. Confira.

Dinheiro para construir prédio

Com uma valorização de 74% de suas ações só neste ano, a incorporadora Helbor fará uma oferta subsequente (follow on), numa operação que pode movimentar até R$ 558 milhões. A empresa vai à bolsa porque quer recursos para lançar novos empreendimentos. Saiba mais.

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Ofensiva de Guedes

Depois da polêmica envolvendo a criação de uma nova CPMF, o governo busca alternativas para fechar o orçamento de 2020. Segundo o Estadão, o ministro Paulo Guedes costura um acordo com os presidentes da Câmara e do Senado para enviar um bloco de medidas econômicas. O primeiro passo foi dado na semana passada, com a PEC que destrava o megaleilão do pré-sal. Saiba o que mais está nos planos do governo.

Um médico no top 10 dos bilionários brasileiros

Hapvida
Cândido Pinheiro (à direita), fundador e presidente do Conselho de Administração do Hapvida, durante a cerimônia que marcou a chegada da empresa à bolsa brasileira, em 2018 - Imagem: B3

Dono de um grupo de saúde que atende 4 milhões de pessoas, o cearense Candido Pinheiro Koren de Lima era “apenas” um oncologista quando, no final dos anos 1970, levou um calote onde trabalhava. Foi o ponto de partida para criar o próprio negócio, a Hapvida. Com a abertura de capital da empresa, o médico entrou na lista dos dez homens mais ricos do Brasil.

A trajetória do dr. Cândido (como é conhecido) e a estratégia adotada por ele à frente de sua empresa é tema da reportagem da Naiana Oscar. O conteúdo faz parte da segunda temporada da série Rota do Bilhão, que conta a história dos homens mais ricos do Brasil.

Um grande abraço e ótima segunda-feira!

Agenda

Indicadores
- FGV divulga Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) de setembro
- FGV divulga Índice de Confiança Empresarial (ICE) de setembro
- Eurostat divulga taxa de desemprego da zona do euro de agosto
- ONS divulga Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido do 2º tri
- Markit divulga PMI industrial do Japão

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Bancos Centrais
- Banco Central divulga Boletim Focus com projeções do mercado
- Banco Central divulga nota à imprensa sobre política fiscal de agosto

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