Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercado volta atenção para PIB dos EUA

Primeira leitura do PIB dos EUA no início deste ano é o destaque do dia e pode mostrar força da economia norte-americana e do dólar

Olivia Bulla
Olivia Bulla
26 de abril de 2019
5:29 - atualizado às 6:16
Sexta-feira esvazia pauta em Brasília e desloca foco local para o exterior

A sexta-feira esvazia Brasília, deixando de lado o tema reforma da Previdência, que também pode ficar em segundo plano na semana que vem, por causa do feriado na quarta-feira (Dia do Trabalho). Com isso, o radar do mercado local se volta para o exterior, onde o destaque fica com os dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

À espera dos números, os ativos de risco lá fora estão no vermelho. As perdas na Ásia contaminam o pregão na Europa e em Nova York, onde a temporada de balanços segue a pleno vapor. A Bolsa de Xangai liderou a queda na região, ao cair 1,2%, abaixo da marca dos 3,1 mil pontos e acumulando recuo de 5,6% na semana, o maior em seis meses.

Já o dólar caminha para a segunda semana de ganhos, acompanhando o avanço dos títulos norte-americanos (Treasuries). Nos últimos dias, as apostas de que a economia dos EUA segue firme, enquanto outras grandes economias no mundo estão perdendo tração, fortaleceram os ativos do país, em uma tentativa de disparar um novo rali.

A moeda norte-americana subiu ao maior nível desde dezembro, em meio à percepção de que o cenário em países europeus e asiáticos - além de Canadá e Austrália - está mais sombrio. Ao mesmo tempo, o Federal Reserve moderou a perspectiva em relação à taxa de juros nos EUA neste ano, eliminando as duas chances de alta esperada para 2019.

Em contrapartida, a aversão a risco entra no radar dos demais países, principalmente os emergentes. Turquia e Argentina estão mal, o que mantém o peso e a lira pressionados hoje, enquanto no Brasil a economia não anda e a reforma da Previdência ainda traz cautela. A magnitude e o timing continuam sendo os maiores riscos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as economias desenvolvidas, a Inglaterra pode entrar em colapso por causa do Brexit; a Alemanha tem problemas com os bancos e o Japão aumenta a preocupação com a expansão global. Diante disso, a libra esterlina segue vulnerável, enquanto o petróleo volta a cair.

Leia Também

PIB dos EUA em destaque

Mas o que vai definir o rumo dos mercados globais hoje é a primeira leitura do PIB dos EUA nos três primeiros meses deste ano. O dado será divulgado às 9h30 e a expectativa é de crescimento de 2,1%, com a economia norte-americana mantendo o ritmo de expansão, após avançar 2,2% ao final de 2018.

É válido lembrar que o primeiro trimestre de 2019 foi marcado por uma paralisação do governo dos EUA (shutdown), em meio à falta de acordo entre republicanos e democratas em relação à verba para a construção de um muro na fronteira com o México. O período também foi marcado por um inverno rigoroso.

Ainda no calendário norte-americano, às 12h, sai a versão revisada da confiança do consumidor em abril. No Brasil, também serão conhecidos (8h) índices de confiança nos setores de serviços e da construção civil neste mês. Às 10h30, o Banco Central informa os dados sobre as operações de crédito e a inadimplência no país em março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mão forte do presidente

O presidente Jair Bolsonaro voltou a mostrar sua postura intervencionista nas empresas estatais. Após o episódio sobre o aumento do preço do diesel, que abalou a Petrobras, desta vez, o Banco do Brasil teve de ceder às pressões do governo. Porém, o que predominou agora foi a “agenda de costumes”.

A pedido de Bolsonaro, o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, demitiu o diretor de marketing do banco e mandou tirar do ar uma campanha publicitária dirigida ao público jovem, com atores que representavam a diversidade racial e sexual. A propaganda foi suspensa no domingo passado, depois que o presidente assistiu ao filme.

A linguagem mais moderna era um objetivo do próprio Moraes, que visa competir com as fintechs, que têm entre os jovens seus maiores adeptos. Trata-se, portanto, do segundo episódio de ingerência no Banco do Brasil. Logo que assumiu o posto, Novaes nomeou como assessor pessoal o filho do vice-presidente, Hamilton Mourão, triplicando o salário.

Ainda na esfera das estatais, a Petrobras fechou três contratos de venda de ativos no valor de US$ 10,3 bilhões, dando continuidade ao plano de desinvestimento da petrolífera. Segundo o presidente da empresa, Roberto Castello Branco, a estratégia viabiliza a redução do endividamento e do custo de capital da companhia. Recentemente, o presidente Bolsonaro admitiu uma "privatização mais ampla" da Petrobras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DEPOIS DA CHUVA, O ARCO-ÍRIS

Depois de superar problemas com a Justiça, ‘Veio da Havan’ marca inauguração de megaloja polêmica no Centro Histórico de Blumenau

10 de abril de 2026 - 13:31

Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio

É HORA DE COMPRAR?

Dividendos extras no horizonte? BB BI eleva preço-alvo da Vale (VALE3) e reforça tese de geração de caixa

10 de abril de 2026 - 13:15

Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel

VEJA OPÇÕES

Adeus, Allianz Parque: Nubank arremata naming rights da arena do Palmeiras e deixa torcida decidir novo nome do estádio

10 de abril de 2026 - 11:29

Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio

OFERTA DE AÇÕES

Por que a Vitru (VTRU3) quer levantar até R$ 300 milhões em oferta de ações, e qual é o ‘custo’ para o acionista?

10 de abril de 2026 - 10:41

Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa

UNIÃO DE GIGANTES

Allos (ALOS3) se une à Kinea para criar fundo imobiliário de shopping centers; confira os detalhes da parceria e da oferta primária do novo FII

10 de abril de 2026 - 10:11

A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos

COLAPSO?

Oncoclínicas (ONCO3) dobra prejuízo para R$ 1,5 bilhão no 4T25, e auditoria cita “incerteza” sobre continuidade da operação

10 de abril de 2026 - 9:13

A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business

NOVAS MUDANÇAS

Depois de trocar o CEO, Hapvida (HAPV3) indicará Lucas Garrido para comandar as finanças

9 de abril de 2026 - 20:01

Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança

NO SHAPE

Panobianco: por que o Itaú BBA enxerga a rede de academias como uma ameaça para a Smart Fit (SMFT3) e defende que o grupo ‘veio para ficar’

9 de abril de 2026 - 18:53

A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub

RECUO ESTRATÉGICO

Petrobras (PETR4) dá marcha à ré no leilão de gás de cozinha e devolve valores após críticas de Lula

9 de abril de 2026 - 18:05

Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio

MANDATO ATÉ 2029

Sai executivo do Bradesco (BBDC4), entra CEO do Itaú (ITUB4): Milton Maluhy é eleito presidente do Conselho da Febraban

9 de abril de 2026 - 15:25

Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029

PLANOS MAIORES

Sabesp (SBSP3) acelera investimentos e pode expandir para além de SP, diz CEO; ações sobem na bolsa

9 de abril de 2026 - 13:36

Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex

MAIS UM NO BOLSO

BTG Pactual (BPAC11) fecha acordo para comprar banco Digimais, do bispo Edir Macedo

9 de abril de 2026 - 9:30

Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis

DERRETEU

R$ 27,9 bilhões vão pelo ralo: Petrobras (PETR4) tem a maior queda intradia em valor de mercado em 4 anos

8 de abril de 2026 - 19:51

O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia

COMPRAR OU VENDER?

O brilho da Vivara (VIVA3) apagou? Por que 3 bancos reduziram o preço-alvo para a ação da varejista

8 de abril de 2026 - 16:01

Mudanças no cenário global levaram analistas a revisar suas avaliações sobre a varejista; entenda o que está em jogo

SOCORRO

Oncoclínicas (ONCO3) confirma que busca proteção para credores, e ações caem

8 de abril de 2026 - 12:11

No entanto, a decisão sobre qual seria a medida de proteção — uma recuperação judicial ou extrajudicial — ainda não foi tomada, e estão sendo avaliadas diversas iniciativas diferentes, disse a Oncoclínicas

MAIS UMA RECUPERAÇÃO

De novo? Lupatech (LUPA3) entrega plano de recuperação extrajudicial à CVM; entenda a crise

8 de abril de 2026 - 10:09

Essa não é sua primeira tentativa de se recuperar. Em 2023, a empresa encerrou um processo de recuperação judicial que durou quase dez anos, após uma crise desencadeada pela Operação Lava Jato

REPORTAGEM ESPECIAL

Enquanto o Nubank cresce, a Claro fatura: a estratégia por trás da NuCel — e quem perde com isso

8 de abril de 2026 - 6:14

Embora ainda pequena, operação de telefonia do Nubank começa a aparecer nos números e levanta dúvidas sobre o impacto de novos entrantes no longo prazo. Veja o que esperar 

ARRUMANDO A CASA

Após desconforto com parceria, Moura Dubeux (MDNE3) simplifica estrutura e assume 100% da Ún1ca

7 de abril de 2026 - 20:08

Após críticas à estrutura do acordo com a Direcional, companhia elimina minoritários e tenta destravar valor no Minha Casa, Minha Vida

O REI DA PROTEÍNA

Brasil dá as cartas: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) dizem que país é imbatível no mercado global de carne

7 de abril de 2026 - 20:06

Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor

PAPEL SOB PRESSÃO

A Suzano (SUZB3) não vale mais a pena? Ação entra em leilão e fecha em queda de 6,4% após BofA cortar R$ 25 do preço-alvo

7 de abril de 2026 - 18:45

Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia