A minha irmã comprou e se deu bem…
Entre as principais perguntas que me fazem quando descobrem que eu tenho uma irmã gêmea a primeira é: “uma sente o que a outra sente?”. Está no topo da lista também: “você e sua irmã já trocaram de lugar para enganar algum namorado?”. Vou me ater à primeira.
Nos tempos de criança, volta e meia rolava um quebra pau. E, felizmente, eu não senti nenhuma mordida que eu dei nela... Hoje em dia eu não mordo mais. E, de fato, temos uma conexão muito grande.
Moramos em cidades diferentes desde os 17 anos e até hoje nos falamos quase todo dia. Agora estamos trocando dicas de tratamentos estéticos, promoções da Black Friday e, também, opções de investimentos.
Ou melhor... No caso de investimentos não diria que estamos trocando nada. Ela basicamente quer que eu a avise quando achar algo de bom. Folgadinha, não? Tudo bem, o que a gente não faz pela família... Eu sempre recomendo para ela os melhores textos do Seu Dinheiro.
Ontem mesmo ela me escreveu no Whatsapp para agradecer pela última indicação. Mandei pra ela a última coluna do Alexandre Mastrocinque publicada no Seu Dinheiro Premium. Ele indicou um fundo imobiliário para comprar na bolsa. Minha irmã foi na dele e se deu bem. Veja a mensagem abaixo:

Leia Também
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Hoje o Alê traz uma ação para comprar na bolsa. Nas suas próprias palavras: “enxergo um bom ponto de compra e um potencial interessante de valorização nos próximos doze meses”.
Vou mandar este texto para minha irmã hoje à noite. Mas antes recomendo ele para você. Que tal usar um pouco do seu 13º salário para entrar nesta oportunidade? Veja aqui qual é a ação indicada.
PS: A indicação é exclusiva para os leitores Premium. Clique aqui para entrar no time VIP de leitores. Se você não gostar, pode cancelar sua assinatura sem custos em até 30 dias.
O mercado hoje
O feriado de Ação de Graças deixa as bolsas americanas fechadas, o que diminui a liquidez dos mercados. Mas o noticiário continua agitado. Após o presidente Donald Trump assinar uma lei em apoio aos manifestantes em Hong Kong, a China mostrou grande descontentamento. A medida puxou a queda das bolsas na Ásia, o que influencia negativamente o pregão europeu hoje.
Por aqui, ontem tivemos mais uma máxima histórica para o dólar. A moeda americana fechou a sessão em R$ 4,2586. O Banco Central decidiu então mudar de estratégia. Após dois leilões surpresas de dólar no mercado à vista, o BC mandou avisar que vai vender até US$ 1 bilhão de dólares na manhã de hoje.
Já o Ibovespa encerrou o pregão de ontem com uma alta de 0,61%, aos 107.708 pontos. Veja o que deve mexer com bolsa e dólar hoje.
Teto de vidro
Ontem o Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou uma medida que pode pesar contra os papéis dos bancões hoje na bolsa. O órgão informou que irá limitar em 8% ao mês os juros do cheque especial cobrado pelas instituições financeiras e permitirá a cobrança de uma taxa sobre o limite não utilizado. Para a XP Investimentos, tanto bancos quanto clientes vão sair perdendo nessa. Confira a justificativa dos analistas nesta matéria.
Reorganizando a casa
Após receber o sinal verde do Banco Central, o Banco do Brasil anunciou um aporte de R$ 895 milhões no BB BI. Com o movimento, a instituição quer centralizar as participações em empresas do segmento de meios de pagamento sob uma única holding, a BB Elo. Entenda o que está em jogo.
Sem Black Friday, mas com promoção
Em Brasília, não teve Black Friday. Os congressistas não conseguiram avançar na liquidação de vetos presidenciais prometida para ontem. No entanto, pode rolar uma “promoção” para eles mesmos. Um dos vetos derrubados por deputados e senadores impedia os próprios parlamentares de engordar o fundo eleitoral. Saiba mais.
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas
Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking
Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel
De olho na alavancagem, FIIs da TRX negociam venda de nove imóveis por R$ 672 milhões; confira os detalhes da operação
Segundo comunicado divulgado ao mercado, os ativos estão locados para grandes redes do varejo alimentar
“Candidatura de Tarcísio não é projeto enterrado”: Ibovespa sobe e dólar fecha estável em R$ 5,5237
Declaração do presidente nacional do PP, e um dos líderes do Centrão, senador Ciro Nogueira (PI), ajuda a impulsionar os ganhos da bolsa brasileira nesta quinta-feira (18)
‘Se eleição for à direita, é bolsa a 200 mil pontos para mais’, diz Felipe Miranda, CEO da Empiricus
CEO da Empiricus Research fala em podcast sobre suas perspectivas para a bolsa de valores e potenciais candidatos à presidência para eleições do próximo ano.
Onde estão as melhores oportunidades no mercado de FIIs em 2026? Gestores respondem
Segundo um levantamento do BTG Pactual com 41 gestoras de FIIs, a expectativa é que o próximo ano seja ainda melhor para o mercado imobiliário
Chuva de dividendos ainda não acabou: mais de R$ 50 bilhões ainda devem pingar na conta em 2025
Mesmo após uma enxurrada de proventos desde outubro, analistas veem espaço para novos anúncios e pagamentos relevantes na bolsa brasileira
Corrida contra o imposto: Guararapes (GUAR3) anuncia R$ 1,488 bilhão em dividendos e JCP com venda de Midway Mall
A companhia anunciou que os recursos para o pagamento vêm da venda de sua subsidiária Midway Shopping Center para a Capitânia Capital S.A por R$ 1,61 bilhão
Ação que triplicou na bolsa ainda tem mais para dar? Para o Itaú BBA, sim. Gatilho pode estar próximo
Alta de 200% no ano, sensibilidade aos juros e foco em rentabilidade colocam a Movida (MOVI3) no radar, como aposta agressiva para capturar o início do ciclo de cortes da Selic
Flávio Bolsonaro presidente? Saiba por que o mercado acendeu o sinal amarelo para essa possibilidade
Rodrigo Glatt, sócio-fundador da GTI, falou no podcast Touros e Ursos desta semana sobre os temores dos agentes financeiros com a fragmentação da oposição frente à reeleição do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva
‘Flávio Day’ e eleições são só ruído; o que determina o rumo do Ibovespa em 2026 é o cenário global, diz estrategista do Itaú
Tendência global de queda do dólar favorece emergentes, e Brasil ainda deve contar com o bônus da queda na taxa de juros
Susto com cenário eleitoral é prova cabal de que o Ibovespa está em “um claro bull market”, segundo o Santander
Segundo os analistas do banco, a recuperação de boa parte das perdas com a notícia sobre a possível candidatura do senador é sinal de que surpresas negativas não são o suficiente para afugentar investidores
