O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alta de 305% em relação ao mesmo período de 2018 refletiu a privatização da Amazonas Energia e a consequente reversão do patrimônio líquido negativo
A Eletrobras registrou lucro líquido de R$ 5,56 bilhões no segundo trimestre deste ano, avanço em relação ao ganho de R$ 1,3 bilhão observado em igual período de 2018, informou a empresa em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
No período de abril a junho, a empresa teve receita de vendas de R$ 6,64 bilhões, frente à cifra de R$ 5,9 bilhões registrada no segundo trimestre do ano passado. A compra de energia para revenda custou R$ 466 milhões e os encargos para uso da rede elétrica, R$ 575 milhões.
O resultado líquido de operações descontinuadas no segundo trimestre foi de R$ 5,25 bilhões, frente ao valor de R$ 919 milhões visto no mesmo período do ano passado.
A alta do lucro líquido da Eletrobras no segundo trimestre deste ano, de 305% em relação ao mesmo período de 2018, refletiu a privatização da Amazonas Energia e a consequente reversão do patrimônio líquido negativo, informou a empresa em comunicado à imprensa.
Já as operações continuadas geraram lucro líquido de R$ 301 milhões. No período, a receita operacional líquida ficou em R$ 6,6 bilhões, alta de 12% frente aos R$ 5,9 bilhões registrados no segundo trimestre do ano passado.
Nesse ponto, a empresa destacou a agregação de receita da Eletrobras Amazonas GT, de R$ 727 milhões, e para a GAG Melhoria relativa às concessões renovadas de cerca de R$ 250 milhões.
Leia Também
O Ebitda recorrente da companhia cresceu 8% em relação ao período entre abril e junho de 2018, ao passar de R$ 2,8 bilhões para R$ 3,1 bilhões no segundo trimestre deste ano.
Com isso, a empresa registrou índice de alavancagem (dívida líquida/Ebitda recorrente LTM), nos período de 12 meses concluído em junho, de duas vezes, ultrapassando a meta da companhia de ficar abaixo de três vezes.
No semestre, o lucro líquido da Eletrobras foi de R$ 6,9 bilhões, alta de 272% em relação aos R$ 1,8 bilhões obtidos no primeiro semestre do ano passado. Na mesma base de comparação, a receita operacional líquida apresentou crescimento de 9,2%, passando de R$ 11,9 bilhões no primeiro semestre de 2018 para R$ 13,09 bilhões no primeiro semestre de 2019.
Nesse período, o destaque foi a entrada em operação da usina térmica Mauá 3, da Eletrobras Amazonas GT, e o recebimento de GAG Melhoria relativa às concessões renovadas pela Lei 12.783/2013.
"Excluindo os efeitos não recorrentes, o Ebitda recorrente se manteve em linha no acumulado, passando de R$ 6,1 bilhões no primeiro semestre de 2018 para R$ 6,03 bilhões no primeiro semestre de 2019", informou a Eletrobras.
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes