O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo o presidente do banco, Pedro Guimarães, a modalidade não será mais alta que a praticada atualmente, que usa como referência a taxa referencial (TR) mais um porcentual
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou que o banco pretende lançar uma modalidade de crédito imobiliário atrelado ao índice de inflação (IPCA) nas próximas semanas, mas que ainda depende de aval do Banco Central para fazê-lo. "O crédito imobiliário com base no IPCA mais alguma taxa pode reduzir de 30% a 50% a prestação da casa própria", disse ele, em entrevista à rádio CBN.
De acordo com Guimarães, a modalidade não será mais alta que a praticada atualmente, que usa como referência a taxa referencial (TR) mais um porcentual.
A diferença entre o IPCA e a TR, conforme Guimarães, será mais do que compensada pela diferença no acréscimo ao índice de inflação. "Enquanto hoje é TR mais 8%, 9%, na nova modalidade será IPCA, que está em 3%, 4% mais uma taxa de 4,0% a 4,5% como base", explicou o executivo.
Guimarães disse ainda que, do ponto de vista da venda dos recebíveis gerados a partir da carteira de crédito imobiliário do banco, que lidera o segmento com 70% de Market share, o mercado demonstra mais apetite por operações corrigidas por IPCA do que por TR.
Isso porque, conforme ele, a TR é corrigida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas não tem uso racional. "Hoje, a TR está em 0%, mas já foi 8%. Não se controla a TR", acrescentou.
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas