🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercado tem ajuste positivo na volta do feriado

Recorde triplo em Nova York, em meio à otimismo com negociações comerciais entre EUA e China, contrata ajuste positivo no mercado doméstico

Olivia Bulla
Olivia Bulla
18 de novembro de 2019
5:17 - atualizado às 9:35
Esperança de acordo antes de nova rodada de tarifas mantém o apetite por risco

O mercado financeiro doméstico volta do feriado nacional já se preparando para uma nova pausa, na quarta-feira, quando a cidade de São Paulo celebra o Dia da Consciência Negra. Ainda assim, cabem ajustes nos negócios locais ao comportamento do exterior na sexta-feira passada, quando dados fracos sobre a atividade norte-americana não impediram o Dow Jones de fazer história e fechar acima dos 28 mil pontos pela primeira vez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trata-se do décimo primeiro recorde do índice acionário neste ano, que subiu cerca de um mil pontos desde a máxima histórica anterior, em julho, cravando quatro semanas seguidas de valorização. Já o S&P renovou o recorde e sobe há seis semanas. O rali em Wall Street ocorreu na esteira de declarações da Casa Branca, de que Estados Unidos e China estão perto da fase um do acordo comercial.

A notícia ofuscou a queda maior que a esperada da produção industrial norte-americana em outubro, de -0,8%, no declínio mais acentuado desde maio de 2018, ante previsão de -0,5%. A greve na GM afetou o resultado. Já as vendas no varejo dos EUA se recuperaram da queda em setembro e subiram 0,3% no mês passado, conforme previsto, mas os números mostram que os consumidores frearam os gastos antes da temporada de festas.

Assim, enquanto alimentam esperanças de que as duas maiores economias do mundo estão caminhando em direção a um acordo capaz de aliviar as tensões comerciais e criar um cenário mais promissor para o crescimento econômico em 2020 e além; os investidores ignoram a deterioração da atividade. Ou seja, o mercado financeiro ainda parece pouco reativo aos sinais de desaceleração adicional da economia global.

O problema é que apesar do recente entusiasmo de Wall Street, não há sinais concretos de um acerto entre EUA e China nem do que conteúdo desta primeira fase do acordo. As recentes negociações comerciais apontam para dificuldades em se alcançar algo mais concreto e estrutural. Ao esticar a valorização dos ativos de risco, o mercado vê o cenário econômico à frente em um patamar saudável, mas isso pode mudar caso haja uma perda de tração mais acentuada da atividade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mercado mostra resiliência

A notícia espalhada pelo assessor econômico Larry Kudlow na última sexta-feira sobre progresso na fase um do acordo comercial também embalou os negócios na Ásia hoje, ofuscando a escalada da tensão em Hong Kong, que parecia um campo de batalha após um domingo de protestos violentos, com confrontos entre manifestantes e a polícia local.

Leia Também

Manifestantes lançaram bombas de gasolina contra veículos blindados da polícia, que pegaram fogo. Como consequência, a polícia ameaçou responder com munição real para combater os manifestantes. Um dia antes, no sábado, o governo chinês enviou soldados do Exército ao território da ex-colônia britânica, em uma ação inédita desde 1997.

Ainda assim, o índice Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 1,25%, motivado pelos recorde triplo das bolsas de Nova York na sexta-feira passada. Xangai subiu 0,6% e Tóquio avançou 0,5%. O foco do mercado nesta semana ainda estará nas discussões comerciais entre EUA e China, além de atualizações sobre Hong Kong.

As esperanças de que as duas maiores economias do mundo possam progredir na tentativa de um acordo comercial antes que novas tarifas entrem em vigor, em meados do próximo mês, mantém os investidores dispostos a comprar ativos de risco. Os índices futuros das bolsas de Nova York e da Europa seguem no azul nesta manhã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos demais mercados, o petróleo avança, em meio à queda do dólar, enquanto o rendimento dos títulos norte-americanos estão estáveis. Destaque para os ganhos da libra esterlina, em meio às discussões sobre as eleições, e para a queda do yuan chinês, após o Banco Central local (PBoC) reduzir os custos de empréstimo pela primeira vez dede 2015.

Com isso, o mercado doméstico volta do fim de semana prolongado dedicando-se aos ajustes positivos por causa do rali em Nova York na última sexta-feira. O desempenho tende a blindar o país de protestos na Bolívia e detenções na Venezuela, em meio à turbulência na América Latina, com os investidores otimistas com os sinais da economia brasileira.

Semana tem agenda fraca

A agenda econômica desta semana está bem mais fraca, tanto no Brasil quanto no exterior. Por aqui, o destaque fica com a prévia da inflação oficial ao consumidor brasileiro (IPCA-15), que sai na sexta-feira. Até lá, o calendário doméstico traz poucas divulgações relevantes.

Hoje, saem as tradicionais publicações do dia no Brasil, a saber, a Pesquisa Focus (8h25) e os dados semanais da balança comercial (15h). Lá fora, o calendário econômico também está esvaziado, inclusive já nesta segunda-feira. Nos próximos dias, serão conhecidos dados do setor imobiliário nos EUA e sobre a atividade industrial e de serviços no país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o destaque fica com a ata da reunião de outubro do Federal Reserve, quando indicou interrupção no ciclo de cortes dos juros. O documento será conhecido na quarta-feira, quando os negócios na B3 estarão fechados hoje. Com isso, não haverá pregão na Bolsa brasileira nem no mercado de juros futuros. Já o dólar opera no dia com menor liquidez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

NEM SÓ PAPEL, NEM SÓ TIJOLO

O curinga dos fundos imobiliários: por que os FIIs multiestratégia podem ser um verdadeiro trunfo para os investidores em 2026

20 de fevereiro de 2026 - 6:03

Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas

GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar