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Podia ser melhor

Na média, as empresas decepcionaram no 1º trimestre. Essa é conclusão do BTG sobre a temporada de balanços

Economia fraca influenciou no desempenho das companhias, que ficou aquém do esperado pelos analistas do banco. Apesar disso, lucro, receita e geração de caixa foram melhores do que em 2018. Veja como foi o desempenho de diferentes setores

Avaliação ruim
Avaliação ruim - Imagem: Shutterstock

Que a economia brasileira tem demorado a reagir de maneira consistente e apresentado sucessivos dados de estagnação, isso não é novidade. O impacto temos visto na falta de investimento e em baixa geração de emprego.

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Mas o BTG Pactual aponta outro ator que tem sofrido com o pessimismo da economia: as empresas, é claro. Para chegar a essa conclusão, o banco de investimento se debruçou sobre balanços do primeiro trimestre de 2019.

O BTG identificou então que 31% das empresas apresentaram resultados melhores do que o esperado e 28% relataram números mais fracos do que a expectativa.

Na média, excluindo a Petrobras e a Vale, a receita e lucro líquido da empresa foram 0,6% e 7,9% abaixo da projeção do BTG, enquanto o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) veio 1,1% acima. Mas, se comparado ao mesmo período do ano passado, os números de receita, Ebitda e lucro cresceram 11,4%, 12,1% e 5,7%.

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Para esses dados, a empresa desconsidera Vale e Petrobras, cujos tamanhos promovem uma distorção na média. Entre os segmentos que tiveram o melhor desempenho, estão o agronegócio e o de aluguel de carros. Já papel e celulose e alimentação estão entre os mais decepcionantes.

Confira abaixo como cada segmento se saiu.

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