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Em meio ao pânico que toma conta do Ibovespa, o circuit breaker precisou ser acionado duas vezes nesta quinta-feira, algo que não acontecia desde 2008
A decisão do governo americano de suspender as viagens entre o país e a Europa, em meio a surto de coronavírus, traz enorme cautela ao mercado. Por aqui, tensões entre governo e Congresso também geram pessimismo e criam as bases para uma nova sessão de perdas firmes
A OMS passou a classificar o surto de coronavírus como pandemia global e, com isso, elevou o nível de nervosismo nos mercados. A notícia desencadeou uma forte onda vendedora na bolsa e fez o Ibovespa se aproximar dos 80 mil pontos.
Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 5,9 bilhões; saída pelo canal financeiro em 2020 até 6 de março foi de US$ 10,142 bilhões
O Ibovespa opera em queda de firme e devolve os ganhos de ontem, em meio à cautela relacionada ao coronavírus e à crise no petróleo
O indicador que mede o risco do país estava nas mínimas em mais de uma década apesar do dólar alto, mas disparou com o pânico disparado pelo coronavírus no mercado. O que esperar agora?
O Ibovespa recuperou parte do terreno perdido ontem e fechou o dia com a maior alta percentual desde 2008, impulsionado pela leitura de que os BCs e governos do mundo vão adotar medidas para estimular a economia — e, assim, conter a deterioração dos mercados e da economia por decorrente do surto de coronavírus e da crise do petróleo
Os mercados amanheceram mais calmos nesta terça-feira, com os investidores corrigindo os excessos da sessão passada. O Ibovespa tem alta firme e o dólar recua mais de 1%
Nesta segunda-feira, o BC realizou vendeu US$ 3 bilhões em leilão à vista referenciado à Ptax, pela manhã
Os mercados tiveram um dia caótico, em meio à queda de braço entre Arábia Saudita e Rússia por causa do preço do petróleo. O Ibovespa desabou mais de 12% e voltou aos níveis de 2018
Quando questionado sobre a patamar da moeda, o ministro respondeu que o País hoje tem como prioridade o seu regime fiscal
O Ibovespa e as bolsas globais terão um dia ‘daqueles’ nesta segunda-feira. Com o petróleo desabando por causa da briga entre Arábia Saudita e Rússia, a aversão ao risco dispara nos mercados
Numa semana marcada pela explosão de casos de coronavírus no mundo, a aversão ao risco tomou conta do mercado e fez o Ibovespa amargar perdas expressivas, recuando para abaixo dos 100 mil pontos pela primeira vez desde 8 de outubro
Em face do coronavírus, banco cortou previsão para crescimento do PIB do Brasil para 1,8% e agora espera corte de 0,5 ponto na Selic
O Ibovespa tem mais um dia de queda forte e caminha para fechar abaixo dos 100 mil pontos pela primeira vez desde 8 de outubro de 2019. Já o dólar à vista consegue respirar após a atuação do BC
Em meio ao pessimismo quanto aos impactos econômicos do coronavírus, o mercado teve uma sessão amplamente pressionada nesta quinta-feira. O Ibovespa chegou a despencar mais de 6% e o dólar rompeu os R$ 4,65, nervoso com a falta de firmeza do BC — e o salto nos novos casos da doença no Brasil trouxe ainda mais estresse às negociações
A percepção de que o surto de coronavírus provocará novos cortes na Selic mantém o dólar à vista estressado e o empurra para novos recordes; o Ibovespa cai, em linha com o exterior
O dólar à vista subiu 1,55% hoje e, agora, já acumula ganhos de mais de 12% no ano. A nova onda de pressão se deve à perspectiva de continuidade nos cortes da Selic — e a postura do BC apenas contribuiu para trazer mais estresse ao câmbio
Goldman Sachs revisou a sua projeção para crescimento do PIB do Brasil de 2,2% para 1,5%, de acordo com relatório do banco divulgado nesta terça-feira
Previsão era de vender 42 mil veículos, mas hoje a Abeifa não tem projeção. A entidade previa a abertura de 60 concessionárias este ano, mas associação não vê chances de isso ocorrer