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O Ibovespa chegou a encostar nos 80 mil pontos, ainda aproveitando o otimismo dos investidores com a estabilização nas curvas de contágio do coronavírus na Europa e nos EUA. Por aqui, a permanência de Luiz Henrique Mandetta no comando do ministério da Saúde também agrada os investidores
O Ibovespa terminou a sessão com ganhos de mais de 6%, mas ainda assim ficou distante das máximas e aquém das bolsas americanas. Tudo por causa das incertezas relacionadas à permanência do ministro da Saúde no cargo
O Ibovespa sobe mais de 7%, pegando carona na menor aversão global ao risco. No exterior, os investidores mostram-se animados com a possibilidade de desaceleração nos novos casos de coronavírus na Europa e em Nova York
O Ibovespa fechou a semana com perdas acumuladas de mais de 5%, em meio ao pessimismo dos investidores em relação à economia global. O dólar foi a R$ 5,32
Dão tom às negociações os dados de desemprego nos EUA, de atividade econômica brasileira – especialmente no setor de serviços – e a contínua instabilidade em Brasília
O Ibovespa subiu mais de 1%, sustentado pelo bom desempenho das ações da Petrobras em meio à forte valorização das cotações do petróleo. O dólar à vista fechou em leve alta e cravou mais um recorde nominal
O Ibovespa opera em alta nesta quinta-feira, beneficiado pela forte valorização do petróleo. Novos comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, aumentam ainda mais a percepção de que um acordo entre sauditas e russos para pôr fim à guerra de preços da commodity está a caminho
O Ibovespa passou a sessão desta quarta-feira no campo negativo, mas ao menos conseguiu sustentar o nível dos 70 mil pontos. Ações de empresas ligadas ao setor de viagens — como companhias aéreas e de turismo — voltaram a reportar perdas expressivas hoje
O dólar à vista renovou mais uma vez os recordes de fechamento, pressionado pela cautela vista no exterior em relação aos impactos do coronavírus nos EUA
O Ibovespa opera em queda firme desde o início do dia e luta para manter os 70 mil pontos, em meio à visão mais pessimista da Casa Branca a respeito do surto de coronavírus nos EUA
Neste histórico mês de março, quase todos os ativos caíram. Só o dólar e a renda fixa mais conservadora se salvaram
O Ibovespa saiu do nível dos 100 mil pontos e encerrou o mês perto dos 70 mil, fortemente impactado pela crise do coronavírus e pela guerra de preços do petróleo. O dólar disparou e foi a R$ 5,19, renovando mais recordes nominais
Não há discussão ou saída fácil. A Economia é a ciência da escassez. Isso que parece escapar às pessoas. Estamos lidando, necessariamente, com recursos escassos, todos os dias.
O Ibovespa assumiu de vez um tom negativo nesta terça-feira. Por um lado, os dados da economia da China animam o mercado mas, por outro, o aumento no desemprego por aqui inspira cuidado
O Ibovespa passou a maior parte do dia no campo positivo, mas sem nunca engatar altas mais firmes. Apesar da postura mais enérgica de Donald Trump quanto às medidas de isolamento para conter o coronavírus, os investidores mostram receio em relação aos dados econômicos a serem divulgados nos próximos dias
O Ibovespa sustenta um ligeiro desempenho positivo, num comportamento em linha com o visto nas bolsas dos EUA. Apesar da preocupação com o coronavírus, os mercados recebem bem a mudança de postura do presidente americano, Donald Trump, mostrando-se mais favorável ao distanciamento social para combater a pandemia
O Ibovespa fechou a semana com um saldo positivo, algo que não acontecia desde a primeira quinzena de fevereiro. Medidas econômicas mais enfáticas deram ânimo aos investidores, embora o panorama do coronavírus siga muito nebuloso
Depois de três pregões consecutivos de alta, o Ibovespa acompanha o movimento global e volta ao campo negativo, seguindo a tendência de volatilidade das últimas semanas
O Ibovespa fechou em alta de mais de 3% e, com isso, voltou ao patamar dos 77 mil pontos, apesar dos dados preocupantes do mercado de trabalho nos EUA. O dólar à vista caiu e fechou a R$ 4,99
Na avaliação da Persevera, o choque do coronavírus vai provocar o colapso em uma economia que já vinha em um ritmo de atividade “anêmico”