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O Ibovespa acelerou o ritmo de alta na etapa final do pregão, pegando carona no fortalecimento das bolsas americanas — os investidores seguem deixando os riscos de lado para se focar na maior liquidez disponibilizada pelos BCs. No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, mas longe das máximas do dia
Mesmo com o clima ainda tenso no exterior, o Ibovespa consegue se sustentar no campo positivo — por aqui, o IPCA-15 e o RTI são repercutidos pelos investidores. Já o dólar à vista até abriu em baixa, mas ganhou força e voltou a ficar acima de R$ 5,30
Dólar salta mais de 3% com medo de segunda onda do coronavírus e tarifas dos EUA sobre Europa e Reino Unido; Ibovespa limita perdas e juros sobem
Bolsa fechou o dia em baixa de 1,28% e chegou a perder os 95 mil pontos no pior momento do dia; já o dólar passou o dia no negativo, fechando a R$ 5,27
Bolsas americanas abriram em baixa com temores de segunda onda de coronavírus no mundo, mas viraram para alta. Apesar disso, Ibovespa não seguiu e aprofundou perdas na parte da tarde. Dólar têm dia de queda global
Execução da rolagem estipula leilões diários de swap tradicional e levará o período necessário até que todo o estoque de vencimentos em 3 de agosto seja renovado
O Ibovespa acumulou ganhos de mais de 4% na semana, sustentado pelo bom humor externo e pelo corte nos juros. Mas, no mercado de câmbio, a cautela falou mais alto: o dólar saltou mais de 5% no período, mostrando preocupação com o cenário político
O dólar à vista já acumula um salto de quase 7% somente nesta semana, voltando a se aproximar da faixa de R$ 5,40. Os sinais emitidos pelo Copom, somados ao noticiário político turbulento, elevaram a cautela em relação à divisa — o Ibovespa, por outro lado, teve um dia tranquilo e fechou em leve alta
O dólar engata a sétima alta seguida e já rompe novamente o nível dos R$ 5,30, enquanto o Ibovespa se firma em alta após um início de sessão hesitante. A decisão do Copom, as tensões políticas e o exterior cauteloso e estão entre os destaques do dia
A perspectiva de nova redução de 0,75 ponto na Selic deu sustentação ao Ibovespa e fez o índice subir mais de 2%. O dólar à vista, por outro lado, engatou a sexta alta seguida
O Ibovespa exibe um ligeiro viés positivo, andando em linha com as demais bolsas globais. O dólar, por outro lado, segue pressionado, aguardando a decisão de juros do BC
A sessão de hoje foi marcada pela dualidade: de um lado, o otimismo com a economia americana, e, de outro, a cautela com a segunda onda do coronavírus
O Ibovespa avança e acompanha o alívio visto nas demais bolsas do mundo, que reagem positivamente à expansão intensa do setor de varejo nos EUA e à possibilidade de lançamento de mais um pacote trilionário de auxílio à economia americana
O Ibovespa cravou a quarta baixa seguida, mas terminou o pregão distante das mínimas da sessão — e tudo graças ao anúncio de que o Fed vai comprar títulos de empresas. O câmbio, no entanto, não se empolgou com a novidade
O BC americano anunciou há pouco que passará a comprar títulos corporativos — uma ferramenta para dar ainda mais suporte à economia do país. A novidade melhorou o humor dos mercados e deu ânimo ao Ibovespa, que chegou a cair quase 3% mais cedo
Ibovespa fecha em queda de 2,00% nesta sexta, em dia de ajuste após feriado, quando os mercados lá fora sofreram; temores com pandemia retornam
Bolsa caminha para terceira queda seguida na volta do feriado e perde os 91 mil pontos, enquanto exterior opera em alta
O Ibovespa fechou em queda de mais de 2% e o dólar ficou acima de R$ 4,90, com os investidores optando por assumir um viés mais defensivo após o Fed ficar em cima do muro em sua decisão de política monetária — e, assim, não reduzir a incerteza dos mercados
Após cair quase 2% no início da tarde, o Ibovespa ganhou força e se afastou das mínimas, reagindo positivamente à decisão de juros do Fed e às sinalizações de que a instituição poderá usar “todas as ferramentas” para dar suporte à economia
Após sete sessões em alta, o Ibovespa cedeu a um movimento e correção e terminou o dia com perdas moderadas, inferiores a 1% — o dólar também ficou na defensiva e fechou em alta. E boa parte dessa cautela se deve à expectativa em relação à decisão de juros do Fed, prevista para amanhã.