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O Ibovespa chegou a cair mais de 2% nesta terça-feira, cedendo a um movimento de cautela e realização de lucro antes da reunião do Fed, mas já reduziu o ritmo de baixa. O dólar também fica na defensiva e sobe
O Ibovespa cravou a sétima alta consecutiva e já acumula um salto de mais de 11% em junho. O otimismo também continua firme no mercado de câmbio, com o dólar recuando mais de 2% hoje
O Ibovespa continua em alta e, com isso, já volta ao patamar dos 97 mil pontos, aproveitando mais um dia de tranquilidade no exterior. O dólar também segue calmo, ficando abaixo do nível de R$ 4,90 pela primeira vez desde 13 de março
Os diversos riscos associados à alocação de recursos no Brasil fizeram o peso do Brasil na carteira dos investidores estrangeiros — a incerteza política e a fraqueza econômica aparecem como importantes fatores
O dólar à vista terminou a semana a R$ 4,99, indo ao menor nível desde 26 de março, enquanto o Ibovespa cravou a sexta alta seguida e voltou ao patamar de 94 mil pontos. Entenda o que motivou toda essa onda de otimismo nos mercados
O Ibovespa contrariou a tendência global e fechou em alta, aproximando-se do patamar dos 94 mil pontos. O tom mais cauteloso visto lá fora só foi sentido no mercado de câmbio, com o dólar à vista subindo e voltando a R$ 5,13
O Ibovespa até cedeu a um movimento de realização de lucros durante a manhã, mas já voltou a se fortalecer e, com isso, ronda o patamar dos 94 mil pontos. No câmbio, o dólar à vista tem um dia de oscilações tímidas, tentando permanecer abaixo da faixa de R$ 5,10
O Ibovespa teve mais um dia de ganhos e chegou ao maior nível desde 6 de março, sustentado pelo otimismo global. O dólar à vista caiu forte, chegando a R$ 5,01 na mínima da sessão
O dólar à vista segue em queda firme e já se aproxima dos R$ 5,00, enquanto o Ibovespa sobe e busca os 93 mil pontos. Novamente, os investidores mostram-se otimistas com as perspectivas para a economia global e deixam de lado os fatores de risco
Enquanto o mundo passa por forte turbulência, os mercados estão mais calmos que nunca: o dólar teve a maior queda diária desde 2018 e o Ibovespa foi às máximas em quase três meses
Desempenho do dólar e do Ibovespa embala queda do chamado CDS (Credit Default Swap) do Brasil nesta sessão
A disparada do dólar, que ganhou força a partir do fim do carnaval, foi suficiente para azedar o resultado das operações.
O dólar à vista já aparece na faixa de R$ 5,21, chegando às mínimas desde 14 de abril. Entenda o que está acontecendo com o mercado de câmbio e o que está por trás desse alívio
A verdade é que ninguém sabe se o dólar vai cair, subir, andar de lado, dar cambalhota ou mortal carpado. Diante disso, quando me perguntam “comprar ou não comprar dólar”; eu devolvo com um segunda questionamento: “depende, você já tem dólar?”
O Ibovespa abriu o mês no campo positivo e foi às máximas desde 10 de março, sustentado pelos indicadores econômicos mais fortes na China e nos EUA. O dólar, por outro lado, teve um dia mais pressionado, colocando na conta as manifestações nos EUA e no Brasil
O resultado, porém, é inferior aos US$ 18,6 bilhões de abril. De qualquer modo, o IIF diz em relatório que houve nas últimas semanas uma “mudança de sentimento” em relação a esses países
Campos Neto reforçou que o câmbio é flutuante no Brasil e que a autarquia realiza intervenções quando há “gap (lacuna) de liquidez”
Pelo segundo ano consecutivo, a máxima “sell in may and go away” não se fez valer. Ativos de risco se saíram bem em maio, mas títulos públicos de longo prazo e o dólar tiveram desempenho negativo
Uma suavização nos fatores de risco domésticos e globais permitiu que o dólar se despressurizasse em maio e levou o Ibovespa de volta aos 87 mil pontos
O dólar à vista saltou mais de 10 centavos em relação ao fechamento de ontem, pressionado pelas tensões entre governo e STF. O Ibovespa caiu mais de 1% hoje, mas ainda acumula ganhos de 8% desde o começo de maio