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Você pode investir diretamente nas ações da XP lá fora abrindo conta em uma corretora americana, via fundos ou comprando papéis de um banco aqui no Brasil
A abertura de capital mais aguardada do mercado brasileiro em 2019 não vai acontecer no Brasil. A XP Investimentos optou por fazer sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) na bolsa americana Nasdaq, o que tornou mais difícil o trabalho do investidor que deseja se tornar sócio da companhia.
Difícil, mas não impossível. Se você decidiu se tornar sócio da XP ou de alguma forma ganhar dinheiro com o crescimento esperado para a companhia – que, lembrando, pode não se concretizar – eu trago a seguir três maneiras, todas com seus prós e contras.
Confira também o texto que eu preparei com as principais informações que você precisa saber sobre o IPO da XP.
Atualização: nesta segunda-feira (09) a Vitreo decidiu zerar a taxa de performance dos fundos para investir no IPO da XP. Desta forma, aplicar pelos fundos acaba se tornando uma opção melhor do que investir direto lá fora.
Investir em ações nos Estados Unidos já foi um negócio bem complexo, mas hoje você pode abrir uma conta em uma corretora lá fora, mandar os recursos e começar a operar na Nasdaq ou na Nyse em poucas horas. Nesta matéria você confere um breve guia de como investir lá fora, que traz algumas opções de corretoras.
Eu também conversei com Roberto Lee, CEO da Avenue, especializada em atender clientes latino-americanos. A grande vantagem da corretora é que o processo de abertura de conta já está adaptado para os investidores brasileiros, inclusive na documentação.
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A Avenue também criou um sistema para facilitar a remessa de recursos para a conta lá fora, em parceria com o Banco Bexs. Uma vez com dinheiro por lá, a operação de compra e venda de ações é praticamente igual à do home broker no Brasil, segundo Lee, que antes da corretora americana foi sócio da Clear, comprada pela XP em 2014.
A ação da XP Inc. será negociada na Nasdaq com o código "XP". A Avenue não cobra taxa de custódia nem de abertura de conta e a corretagem varia de US$ 2,50 a US$ 10,00, dependendo do valor negociado. A corretora também cobra um spread sobre as taxas do câmbio na remessa dos recursos.
É sempre bom lembrar que investidores pessoas físicas não participam de processos de IPO no mercado norte-americano. Ou seja, você só vai conseguir comprar ações da XP quando elas efetivamente estrearem na bolsa.
O investimento lá fora também envolve outras questões, como a apuração do imposto de renda. Por tudo isso, o caminho da compra direta é mais indicado apenas para quem já tem alguma familiaridade com investimento em ações aqui no Brasil.
De olho no potencial de valorização das ações da XP e na demanda que a oferta provocaria entre os investidores de varejo no Brasil, a gestora Vitreo teve uma sacada: criar fundos para comprar os papéis no IPO.
São dois produtos: um deles voltado para investidores qualificados – com pelo menos R$ 1 milhão para investir – e outro para o varejo. O segundo só poderá ter 20% do patrimônio aplicado em ações da XP para atender à norma da CVM que restringe a exposição de fundos para pequenos investidores no exterior.
Além da maior comodidade, a grande vantagem de se investir pelos fundos da Vitreo seria a possibilidade de entrar diretamente no IPO, o que permitiria aos cotistas capturar os eventuais ganhos no primeiro dia de negociações dos papéis.
Escrevi o parágrafo acima na condicional porque na semana passada a XP informou que não pretende alocar fundos brasileiros como o da Vitreo na oferta. A gestora tenta reverter a decisão, segundo me contou Patrick O'Grady, sócio da Vitreo e também um ex-XP. Caso a gestora não consiga entrar no IPO, ainda pode comprar as ações na bolsa logo após a estreia.
Os fundos da Vitreo têm uma taxa de administração residual (até 0,09% no total) e até ontem cobrava dos cotistas uma taxa de performance de 10% sobre o que excedesse o Ibovespa ou o CDI – o que for maior. Mas nesta segunda-feira a gestora decidiu zerar a taxa, o que tornou a aplicação pelos fundos mais vantajosa e menos trabalhosa do que o investimento direto lá fora via corretora.
Quer ganhar dinheiro com a XP sem precisar abrir conta no exterior ou investir em fundos que aplicam na empresa lá fora? Então compre ações do Itaú Unibanco na B3.
Uma das maiores "vítimas" da XP, o maior banco privado brasileiro decidiu se juntar ao inimigo em 2017, ao comprar uma participação de 49,9% no capital da empresa por R$ 6,3 bilhões.
O investimento se provou não só estratégico como também uma bela tacada financeira. Pouco mais de dois anos depois, a corretora deve chegar à bolsa norte-americana valendo quatro vezes mais que o valor pago pelo Itaú.
Como o Itaú não pretende vender ações no IPO, passará a ser o maior acionista da XP depois da oferta, com 46% do capital. Ainda que a maior parte das ações com direito a voto permaneça nas mãos de Benchimol e seus sócios, quem se beneficia de quase metade do resultado da companhia é o banco.
O problema aqui é que o ganho com o investimento nas ações do Itaú vai depender também das outras linhas de negócio do próprio banco. Mesmo que a XP vá bem, os papéis do banco podem sofrer dependendo de como ficar a concorrência no setor financeiro nos próximos anos.
"O sucesso da XP pode acontecer justamente às custas do Itaú", me disse um gestor de fundos.
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