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Depois de cravar um novo recorde na sessão passada, o Ibovespa opera em queda nesta sexta-feira, com os investidores optando por embolsar parte dos lucros recentes. Notícias referentes à disseminação do coronavírus nos EUA também trazem cautela ao mercado
Os temores quanto à disseminação do coronavírus colocaram o Ibovespa nas cordas durante a manhã. Mas, ajudado pelo bom desempenho das ações dos bancos, o índice partiu para cima e fechou em alta, chegando pela primeira vez aos 119 mil pontos
Após uma abertura em baixa por causa das tensões no exterior, o Ibovespa ganhou força, passou a subir e já busca novos recordes, impulsionado pelo bom desempenho dos papéis do setor bancário
Num dia de calmaria no exterior, o Ibovespa fechou em alta firme, impulsionado pelo bom desempenho das ações das siderúrgicas, da Eletrobras e do setor de papel e celulose.
O Ibovespa e as bolsas globais se recuperam das perdas da sessão anterior, operando em alta nesta quarta-feira. O mercado segue monitorando o noticiário referente ao coronavírus
A confirmação de um caso da nova variante do coronavírus nos Estados Unidos trouxe cautela aos mercados, que temem um surto da doença. Como resultado, o Ibovespa caiu forte e o dólar teve mais um dia de alta
O medo quanto a um surto de pneumonia provocado pela nova variação do coronavírus que surgiu na China aumenta a aversão ao risco nos mercados, derrubando o Ibovespa e levando o dólar à R$ 4,20
Após passar boa parte da sessão flutuando perto do zero a zero, o Ibovespa acordou nos últimos minutos e chegou a uma nova máxima histórica, engatando a terceira alta consecutiva. O dólar à vista, por outro lado, teve um dia mais pressionado e subiu a R$ 4,18
Após uma abertura em baixa, o Ibovespa reduziu as perdas e, agora, oscila perto do zero a zero. A sessão é marcada pela liquidez reduzida, uma vez que as bolsas americanas estão fechadas
Apesar do viés “misto” dos mais recentes dados da atividade doméstica, o otimismo em relação ao acordo EUA-China e a força mostrada pela economia chinesa sustentaram o bom desempenho do Ibovespa
A força demonstrada pelo varejo e pela indústria da China em dezembro neutraliza as preocupações com o PIB mais fraco do país. Como resultado, o Ibovespa e as bolsas globais sobem
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) em novembro surpreendeu positivamente, sustentando o Ibovespa no campo positivo. Já o dólar seguiu pressionado e fechou a R$ 4,19
A surpresa positiva com o índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-BR) trouxe alívio ao mercado durante a manhã, mas a pressão vendedora de investidores estrangeiros zerou os ganhos
O principal índice da bolsa brasileira teve mais um dia negativo, fechando em queda de 1,04% e voltando ao patamar dos 116 mil pontos, em meio aos dados frustrantes das vendas no varejo. O dólar à vista também sentiu o baque e foi a R$ 4,18
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiantou alguns números do acordo comercial firmado com a China, mas as revelações não foram capazes de animar o mercado. Com isso, o Ibovespa permanece no vermelho e o dólar sobe a R$ 4,17
Ibovespa perdeu os 117 mil pontos depois que notícia da Bloomberg deu conta de que tarifas dos EUA sobre os produtos chineses irão se manter até depois das eleições americanas em novembro
Já as importações sofreram um recuo de 2,8% no ano passado, depois de disparar 16% em 2018.
O Ibovespa aproveitou o tom de maior otimismo no exterior para recuperar boa parte das perdas acumuladas na semana passada. Já o dólar à vista teve uma sessão mais cautelosa, voltando à faixa de R$ 4,14
Número representa um aumento de 14.066 animais em relação ao levantamento anterior da organização, de 19 de dezembro
O Ibovespa se recupera das perdas recentes e opera em alta nesta segunda-feira (13), aproveitando-se do tom positivo visto nas bolsas globais; já o dólar segue pressionado e volta aos níveis de 11 de dezembro