🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Bolsa e dólar hoje

Ibovespa encerra mês com queda forte

Os fatores da baixa foram o exterior ruim, o PIB fraco, a Petrobras. Mas a cereja do bolo foi Bolsonaro dizendo que a idade mínima para aposentadoria de mulheres ser negociada

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
28 de fevereiro de 2019
10:25 - atualizado às 9:56
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Castello Branco, da Petrobras, criticou a Lei das SA que obriga a empresa a pagar um mínimo de dividendos. - Imagem: Seu Dinheiro

No último dia de fevereiro, a Bolsa de Valores de São Paulo decidiu se jogar num poço de negatividade. Chegou a cair 2%. Fechou a 1,77% com 95.584 pontos. Com isso, a Bovespa terminou o mês com perda acumulada de 1,86%. O dólar acompanhou o fortalecimento da moeda americana frente a outras divisas emergentes e fechou o dia em alta de 0,62%, a R$ 3,75. Em fevereiro, o acumulado revela ganhos para a moeda de 2,58%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dia teve um caldeirão de fatores ruins que puxaram o Ibovespa para baixo: primeiro, o noticiário internacional, com temores relacionados a questões geopolíticas e ao crescimento econômico. As trapalhadas com a reforma da Previdência também foram um fantasma soprando gelado na espinha do investidor. No começo da tarde, o temor virou paúra: em conversa com jornalistas, o presidente Jair Bolsonaro falou que a idade mínima de 62 anos para as mulheres, proposta na reforma da Previdência, é um ponto passível de mudança. E isso não caiu bem no mercado. Denotou que ainda falta ao governo estratégia e coordenação para tratar do tema. Foi nessa hora que a Bolsa teve seu pico que queda.

Petrobras: também não ornou

Como se não bastasse tudo isso, o resultado do balanço da Petrobras, que saiu de prejuízo para lucro no quarto trimestre, poderia dar algum alento ao Ibovespa, porém, a queda do petróleo no exterior talvez limite essa expectativa. Com isso, a ON teve baixa de 2,64%, e a PN, 0,07%.

Para piorar ainda mais, o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, em teleconferência com analistas de mercado para apresentar o resultado financeiro de 2018, criticou a Lei das SA que obriga a empresa a pagar um volume mínimo de dividendos. Isso pegou muito mal. "Nós não somos uma utility", disse ele, acrescentando em seguida que, apesar de discordar, a companhia cumprirá  a exigência legal.

"Uma empresa endividada como a Petrobras deveria pagar menos dividendo e criar valor. Mas somos obrigados a pagar dividendo mínimo e continuaremos assim", disse Castello Branco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Produto Interno Delicado

O PIB brasileiro, divulgado hoje, também não ajudou. Com crescimento de 1,1% em 2018, no piso do intervalo das estimativas dos analistas, deixou uma herança desfavorável para o dado de 2019, com instituições já cortando as previsões deste ano, entre elas JPMorgan e Rabobank. Alguns analistas ponderam que ainda que a Previdência seja aprovada, pode ser insuficiente para acelerar a economia.

Leia Também

Leia entre as linhas

As ações da EDP Energias do Brasil recuaram 7,04%, apesar da alta de 161% no lucro líquido do quarto trimestre, para R$ 524 milhões. O avanço no lucro foi basicamente devido à venda de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), da ordem de R$ 340,58 milhões, e da Santa Fé, registrados no quarto trimestre do ano passado. Quando retiramos esse valor, o Ebitda ajustado ficou abaixo do consenso. Além disso, desde janeiro, a ação já subiu 26% e diante do resultado mais fraco, abre espaço para uma correção mais acentuada.

Ambev valendo menos

Destacando-se entre as maiores perdas do Ibovespa, com baixa de 6,15%, a Ambev divulgou queda de 17,3% no lucro líquido ajustado consolidado no quarto trimestre de 2018, de R$ 3,724 bilhões. A empresa perdeu tanto que seu valor de mercado encolheu R$ 74,8 bilhões em um ano. Há exatamente um ano, a cervejaria valia R$345,6 bilhões. Hoje está em R$270,8 bilhões.

O resultado divulgado foi impactado negativamente por despesas financeiras maiores, que afetaram o ritmo de crescimento do Ebitda orgânico. A Ambev segue com dificuldades em manter o domínio do mercado brasileiro de cervejas, mais concorrido agora. No quarto trimestre, o volume de vendas no País caiu 2,1%. "O resultado foi uma amostra de que a busca da Ambev para recuperar a participação de mercado e as margens perdidas no Brasil pode levar tempo", escreveram os analistas do UBS, em relatório a clientes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eletrobras no STF

A Eletrobras teve um dos piores desempenhos do Ibovespa. Hoje, a companhia informou que o julgamento sobre a correção dos empréstimos compulsórios da companhia no Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi reiniciado ontem. Porém, logo em seguida, foi suspenso com votos de quatro ministros contra a tese da companhia, enquanto dois foram favoráveis. A discussão da ação da Eletrobras contra a União envolve o empréstimo compulsório cujos valores são estimados em R$ 18 bilhões.

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, disse ontem que a companhia planeja endereçar neste ano uma solução para o empréstimo compulsório. O tema atualmente é alvo de provisões que somam R$ 18 bilhões, lembrou o executivo. Eletrobras ON caiu 8,01% e PNB recuou 4,37%.

Bancos no cheque especial

Os bancos voltaram a cair em bloco nesta quinta-feira influenciados por uma pior perspectiva econômica e cautela com a reforma da Previdência. As Units do Santander tombaram 4,14, as ON de Bradesco caíram 2,63%, enquanto as PN perderam 1,17%, as ON de Banco do Brasil baixaram 2,50% e PN de Itaú Unibanco desvalorizavam 1,89%.

Marfrig: lucrou, subiu

As ações ON de Marfrig tiveram avanço de 2,23%, após a empresa registrar o primeiro lucro desde 2010, de R$ 2,2 bilhões no quarto trimestre ante igual período de 2017. Os resultados foram impulsionados pelo recebimento dos recursos com a venda da subsidiária Keystone, concretizada em novembro, e pelo desempenho operacional positivo nas operações da empresa na América do Norte e na América do Sul.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas a BRF...

...caiu 4,77%. Pelos resultados divulgados, em 2018, a empresa teve prejuízo de R$ 4,46 bilhões, quatro vezes maior que o de 2017, de R$ 1,1 bilhão. As perdas de 2017 eram, até agora, as maiores da sua história. Segundo a empresa, o prejuízo reflete as vendas de ativos na Europa, Argentina e Tailândia, além de despesas de quase R$ 1 bilhão atreladas à Operação Carne Fraca/Trapaça e da reestruturação corporativa que está em curso.

CSN: 30% mais

Depois de cair quase 4% ontem, a ação da CSN voltou a subir praticamente recuperando o preço de fechamento de terça. Desde a divulgação do balanço referente ao quarto trimestre de 2018, o papel acumula alta de quase 30%. CSN ON teve avanço de 3,15%, maior alta do Ibovespa. Já as outras siderúrgicas tiveram queda, com Gerdau PN (1,88%) e Usiminas PNA (2,23%).

Uma bolada par a Oi

Fora do Ibovespa, as ações PN da Oi subiram 4,65%m 5,23%, enquanto as PN tiveram alta de 4,07%. A Oi anunciou hoje uma vitória dupla numa disputa societária travada há anos nos bastidores da Unitel, maior operadora móvel de Angola, na qual tem 25% das ações. Ao todo, a Oi receberá US$ 666,2 milhões (ou o equivalente a R$ 2,4 bilhões pelo câmbio atual) dos demais acionistas e o direito de indicar a maioria dos membros do conselho de administração da empresa.

O tribunal, que realizou a arbitragem do caso no âmbito da Câmara de Comércio Internacional, determinou que a Oi deve receber US$ 339,4 milhões por abusos praticados pelos demais acionistas. A corte avaliou que os sócios da Unitel violaram o acordo de acionistas ao negar o direito da Oi de nomear a maioria dos membros do conselho de administração desde junho de 2006; realizar transações em benefício próprio; deixar de informar questões corporativas relevantes; e tentar suspender os direitos da Oi como acionista. O tribunal arbitral também estabeleceu que os demais acionistas deverão pagar US$ 314,8 milhões à Oi por dividendos abaixo do devido nos últimos anos, bem como US$ 12 milhões de honorários e custos legais do processo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

 

 

 *Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar