Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Nas alturas

Puxado pelos sinais do exterior, o Ibovespa voou alto e retomou os 104 mil pontos

A percepção de que EUA e China têm assumido um tom mais amigável nas negociações comerciais, somada ao pacote de estímulos anunciados pelo BCE, trouxe otimismo ao Ibovespa

Victor Aguiar
Victor Aguiar
12 de setembro de 2019
10:45 - atualizado às 10:56
Parasailing
Parasailing - Imagem: Shutterstock

Desde o início da semana, sabia-se que o Ibovespa e os mercados globais teriam uma quinta-feira (12) radical. Afinal, o Banco Central Europeu (BCE) divulgaria ainda durante a manhã sua decisão de política monetária, o que poderia trazer impactos relevantes às negociações no mundo todo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pois bem: a bolsa brasileira colocou seu paraquedas e amarrou-se pela cintura no barco dos mercados externos. A expectativa era a de um passeio cheio de aventura, mas controlado: no cenário ideal, o BCE anunciaria um pacote de estímulos à economia da região, dando velocidade à embarcação e fazendo o Ibovespa planar no alto.

E, de fato, o plano foi cumprido: o BCE cumpriu as expectativas, o que trouxe uma onda de otimismo aos agentes financeiros globais. O que o Ibovespa não esperava é que um segundo fator externo faria o navio acelerar ainda mais que o previsto — trazendo fortes emoções ao passeio da bolsa brasileira.

O que aconteceu foi que, além das medidas anunciadas pelo Banco Central Europeu, os mercados também repercutiram sinalizações mais amenas no front da guerra comercial. Mas, ao navegar numa velocidade mais rápida, o navio também começou a sofrer com trepidações — gerando turbulência ao voo da bolsa brasileira.

Com isso, o Ibovespa manteve-se em alta durante o dia todo, mas teve que lidar com oscilações bruscas durante toda a manhã — ora estava lá no alto, ora se aproximava da linha d'água. Somente depois das 13h é que o barco dos mercados conseguiu se estabilizar em velocidade de cruzeiro, mantendo a bolsa brasileira numa altura confortável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Basta ver o gráfico com o andamento do Ibovespa ao longo desta quinta-feira:

Leia Também

O Ibovespa fechou em alta de 0,89%, aos 104.370,91 pontos — o índice não encerrava um pregão acima dos 104 mil pontos desde 8 de agosto. Nos Estados Unidos, as bolsas tiveram comportamento semelhante: após muitas aceleradas e desaceleradas, o Dow Jones (+0,17%), o S&P 500 (+0,32%) e o Nasdaq (+0,30%) terminaram no campo positivo.

Já o dólar à vista teve uma sessão mais contida: a moeda americana até chegou a cair 0,93% na mínima, a R$ 4,0271, mas terminou com uma baixa modesta, de 0,13%, a R$ 4,0597 — o real, assim, ficou descolado das demais moedas emergentes, que se fortaleceram com mais intensidade em relação ao dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para entender melhor a dinâmica do plano de voo do Ibovespa, é melhor separar os diversos fatores que influenciam o parasailing nesta quinta-feira. Comecemos, então, pela guerra comercial, já que ela é que não estava prevista no roteiro do passeio.

Otimismo turbulento

Na noite passada (11), o presidente Donald Trump foi ao Twitter para anunciar que seria adiado para 15 de outubro o início da aplicação de tarifas adicionais sobre US$ 250 bilhões em produtos importados da China — as sobretaxas começariam a valer no dia 1º do mês que vem.

Esse anúncio foi feito após o governo chinês isentar 16 tipos de mercadorias americanas da lista de produtos que sofrerão tarifas extras para entrar no gigante asiático. Tais desdobramentos aumentaram a percepção de que Washington e Pequim estão se esforçando para que as tensões entre os países não entrem numa espiral ascendente.

"Nos últimos dias, vimos uma troca de afagos entre os dois países. A China também sinalizou que vai comprar mais produtos agrícolas dos EUA", diz Victor Beyruti, economista da Guide Investimentos. "Esse adiamento do Trump é por um prazo pequeno, mas pega exatamente a janela em que devem ocorrer as negociações entre os dois países".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, os agentes financeiros ficaram mais à vontade para assumir mais riscos durante a manhã desta quinta-feira. E o sentimento de alívio dos mercados em relação à guerra comercial ganhou ainda mais força pouco depois das 11h, em resposta a uma matéria divulgada pela Bloomberg.

Citando "cinco pessoas familiares com o tema", o texto afirmava que a administração Trump discutiu a possibilidade de firmar um "acordo interino" com a China, atrasando ou até diminuindo algumas tarifas em troca de concessões por parte de Pequim. Com isso, o Ibovespa voltou a ganhar altura.

Mas, pouco antes do meio dia, uma segunda notícia quase fez a bolsa brasileira mergulhar: também citando fontes, a rede americana CNBC afirmou que um acordo interino entre EUA e China não está sendo ventilado pelo governo Trump. Em meio à guerra de narrativas, o mercado acabou devolvendo os ganhos registrados minutos antes.

Mas, apesar da incerteza quanto ao que pode estar acontecendo nos bastidores da Casa Branca — e da turbulência vista nos índices acionários —, o fato concreto é o de que Trump adiou o início das taxações extras aos produtos chineses. E, com isso em mente, o barco voltou a acelerar, mas, desta vez, num ritmo mais suave.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, o Ibovespa conseguiu subir novamente — e, desta vez, manteve-se no alto.

Alívio na Europa

Apesar de todas as idas e vindas na guerra comercial, notícias vindas do velho continente ajudaram a manter os ativos globais no campo positivo. Mais cedo, o Banco Central Europeu (BCE) anunciou uma série de medidas de estímulos, incluindo corte de juros e a retomada de compras mensais de ativos.

O BCE decidiu cortar sua taxa de depósito, de -0,40% para -0,50%, e manteve a taxa de refinanciamento em 0%. A redução da taxa de depósito foi a primeira desde março de 2016. A autoridade monetária também vai retomar o programa mensal de compra de ativos a partir de novembro, num montante total de 20 bilhões de euros.

"O BCE veio com um tom bastante satisfatório, principalmente porque sinalizou a volta do programa de recompra de ativos. Havia um temor de que embates internos dentro da instituição inviabilizariam a adoção dessa medida", diz Beyruti.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os estímulos por parte do banco central europeu eram aguardados pelos agentes financeiros, uma vez que as principais economias da região têm dado sinais de desaceleração nos últimos meses. E, com esse pacote no velho continente, cresce a expectativa em relação à decisão do Federal Reserve (Fed).

O BC americano divulgará na semana que vem sua decisão de política monetária, e há a expectativa de que também adote alguma medida para estimular a economia local — os mercados apostam em mais um corte de juros nos EUA, dando continuidade ao movimento da reunião anterior, em julho.

Otimismo no Brasil

Fatores locais também ajudam a dar um impulso extra aos ativos domésticos. Por aqui, o mercado recebeu bem o crescimento de 0,8% no setor de serviços brasileiro em julho ante junho — é a maior taxa desde dezembro de 2018.

Beyruti lembra que o resultado positivo do setor de serviços soma-se ao bom desempenho das vendas do varejo — um surpreendente crescimento de 1% em julho —, o que eleva a percepção de que a economia local começa a dar sinais de recuperação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E os juros?

Apesar de toda a emoção nos ativos globais durante a manhã, as curvas de juros mantiveram-se relativamente tranquilas, fechando em queda tanto na ponta curta quanto na longa.

Os DIs com vencimento em janeiro de 2020 terminaram em baixa de 5,29% para 5,26%, enquanto os para janeiro de 2021 recuaram de 5,37% para 5,34%; no vértice mais extenso, as curvas para janeiro de 2023 caíram de 6,45% para 6,39%, e as com vencimento em janeiro de 2025 foram de 7,00% para 6,95%.

Mais que amigas, friends

Azul e Embraer apareceram entre as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira: a fabricante de aeronaves entregou hoje, para a companhia aérea, a primeira unidade do jato comercial E195-E2. Como resultado, Azul PN (AZUL4) subiu 5,39%, enquanto Embraer ON (EMBR3) avançou 4,40%.

Um segundo fator contribuiu para dar força extra aos papéis da fabricante de aeronaves: mais cedo, o UBS elevou para compra a recomendação para os recibos de ações (ADRs) da Embraer, citando potenciais ganhos de valor decorrentes da operação com a Boeing que ainda não foram precificados pelo mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A força do minério

Em meio às sinalizações mais amistosas de Donald Trump em relação à China, o minério de ferro passou por uma forte recuperação nesta quinta-feira: a commodity avançou 4,90% no porto chinês de Qingdao, cotação que serve como referência para o mercado.

O salto no preço do minério deu força às ações da Vale e das siderúrgicas, que são bastante sensíveis às cotações da commodity: Vale ON (VALE3), por exemplo, teve ganho de 3,63%; CSN ON (CSNA3) e Gerdau PN (GGBR4) subiram 2,21% e 2,87%, respectivamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENCHEU O CARRINHO

Vai cair na conta? FII da XP compra 6 galpões logísticos por R$ 919 milhões; veja como ficam os dividendos

17 de abril de 2026 - 11:22

Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

Patria Malls (PMLL11) abocanha fatias de 5 shoppings enquanto tenta destravar fusão com outro FII; entenda o que está em jogo

17 de abril de 2026 - 10:55

O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII

FIIS HOJE

BTG Pactual Logística (BTLG11) aumenta dividendos em maior nível em 15 meses; confira quando o dinheiro cai na conta dos cotistas

16 de abril de 2026 - 14:41

O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados

UMA NOVA MARCA PARA A B3

Bolsa ‘quebra a banca’ com R$ 120 bilhões e bate recorde em cinco anos — e uma ação rouba a cena

16 de abril de 2026 - 12:44

O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional

SD ENTREVISTA

Dólar a R$ 4,90? Os dois motivos que explicam a queda da moeda — e por que isso não deve durar, segundo gestor especialista em câmbio

16 de abril de 2026 - 6:30

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim

NOVO TETO?

Ibovespa acima dos 220 mil pontos? O que dizem gestores com US$ 72 bilhões sob gestão

15 de abril de 2026 - 19:10

Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA

LUCROS COM ESG

Figurinha carimbada: B3 (B3SA3) é a favorita das carteiras recomendadas de ESG (de novo) – o que chama a atenção na ‘dona da bolsa’?

15 de abril de 2026 - 15:02

Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%

MOVIMENTAÇÃO

MBRF (MBRF3) tomba quase 10% na bolsa após venda de ações em bloco por fundo árabe; entenda

15 de abril de 2026 - 14:48

No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal

DOS FIIS AOS ETFS

O gringo também gosta de FIIs: fluxo estrangeiro chega aos fundos imobiliários, e isso é bom para os cotistas; saiba quais ativos estão na mira

15 de abril de 2026 - 6:03

Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários

MERCADOS HOJE

200 mil pontos logo ali: Ibovespa se aproxima de novo recorde, mas Petrobras (PETR4) joga contra

14 de abril de 2026 - 16:01

Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua

NOVO PREÇO-ALVO

Não tem mais potencial? BofA e Safra rebaixam recomendação de Usiminas (USIM5) e ação recua até 3%; confira o que dizem os analistas

13 de abril de 2026 - 18:42

Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos

GANHOS PARA O BOLSO

Dividendos de 12%: BTG reforça compra para Allos (ALOS3) após acordo com a Kinea

13 de abril de 2026 - 18:10

O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas

FIIS HOJE

Este FII vende imóvel alugado à Caixa Econômica e coloca R$ 3,6 milhões no bolso do cotista; saiba qual e entenda a operação

13 de abril de 2026 - 17:32

Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira

RETORNO TURBINADO

Petrobras (PETR4) dobrou o capital do acionista em 5 anos — mas quadruplicou o dinheiro de quem reinvestiu os dividendos

13 de abril de 2026 - 16:39

Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%

CÂMBIO E BOLSA

Dólar ladeira abaixo: moeda fecha a R$ 4,99 pela 1ª vez em dois anos; Ibovespa supera inéditos 198 mil pontos

13 de abril de 2026 - 15:50

Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra

RENDA PASSIVA

FII, FI-Infra e Fiagros: onde investir para garantir dividendos mensais, com isenção de imposto de renda, segundo o BTG

13 de abril de 2026 - 11:54

Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio

SOB NOVA PRESSÃO

Petróleo sobe, dólar avança, e Petrobras (PETR4) pega carona após Trump ameaçar Estreito de Ormuz; veja como os mercados reagem

13 de abril de 2026 - 10:45

A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade

PAPEL NA CARTEIRA

Esse fundo imobiliário é o favorito da XP para se proteger da inflação — e ainda conta com dividendo de 11,5%

12 de abril de 2026 - 13:09

A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação

IBOVESPA EM FESTA

Em semana euforia no Ibovespa, ações da Hapvida, C&A e Auren ‘fizeram a festa’, enquanto outras ficaram de ressaca; veja as maiores altas e baixas da bolsa

11 de abril de 2026 - 17:00

Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda

DANÇA DAS CADEIRAS NO ALTO ESCALÃO

Hapvida (HAPV3) tem a maior alta do Ibovespa na semana e lembra do ‘gostinho’ de ser querida pelo mercado. O que impulsionou as ações?

10 de abril de 2026 - 19:03

A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia