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Tensões entre Trump e Xi Jinping, a alta do petróleo, a desaceleração global, a reforma previdenciária, mais a Vale – tudo isso fez a bolsa viver um dia de altos e baixos
A Bolsa de Valores de São Paulo fez de tudo hoje: caiu, subiu, perdeu até os 94 mil pontos, recuperou o patamar, ficou estável, depois caiu novamente. Fechou a quinta-feira com menos 0,24%, a 94.405 pontos. No começo da tarde, o Ibovespa acentuou o ritmo de baixa após informações de que presidente americano, Donald Trump, teria dito que é "altamente improvável" que se encontre com o líder chinês, Xi Jinping, antes do início de março. A expectativa era de uma reunião bem antes disso. O noticiário sobre a (demora na) reforma da Previdência, a Vale, a alta do petróleo e a desaceleração global - tudo isso - fez o índice virar uma montanha russa. Teve também o boletim médico do presidente Jair Bolsonaro, no finalzinho do pregão. Ah! Ia esquecendo a Standar & Poors. O dólar encerrou o dia com elevação de 0,37%, a R$ 3,71
O presidente Jair Bolsonaro teve “episódio isolado de febre sem sintomas associados” e apresentou “imagem compatível com pneumonia”, segundo nota divulgada pelo Hospital Albert Einstein. O presidente precisará a ficar mais cinco ou sete dias no hospital. O investidor, que já tem rugas de tantas preocupações, acumulou mais essa.
A S&P reafirmou o rating do Brasil em BB-, com perspectiva estável. Na avaliação da agência, o novo governo de Jair Bolsonaro enfrenta o desafio de manter capital político amplo e conseguir uma aliança efetiva no Congresso para aprovar projetos que corrijam "derrapadas fiscais estruturais" e "uma crescente dívida", bem como impulsionar a tendência de crescimento.
Em primeiro de março, vence o prazo da trégua tarifária entre China e EUA. Por isso era esperado que os dois lideres se encontrassem, para renovar ou fazer um novo acordo e afastar a guerra comercial do front. Mas a declaração de Trump, divulgada por fontes ouvidas pela rede CNBC, melou o clima não só aqui, como nas bolsas europeias, que acentuaram as perdas no finalzinho dos pregões e em Nova York, onde o vermelho predominou. Na Europa, a Bolsa de Frankfurt fechou em queda de 2,67%, Milão derreteu 2,59% e Londres caiu 1,11%, todas nas mínimas.
Para piorar ainda mais, o Instituto Internacional de Finanças (IIF), divulgou estimativa para o crescimento da economia global de 3,5% neste ano (abaixo da expectativa) e disse que a economia da China deve desacelerar mais antes de estímulos estabilizarem o crescimento daquele país.
A ação que puxou Ibovespa para baixo foi a Petrobras. As ações PN, chegaram a subir, mas inverteram a direção e caíram 1,57%.. As ON fecharam em 1,77% de baixa, com o tombo forte na cotação do petróleo. O barril do tipo Brent teve recuo de 1,69%.
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O secretário afirmou a investidores em evento da XP Investimentos que, caso o Congresso Nacional não aprove a medida provisória (MP) que viabilizaria a privatização da Sabesp, o Estado pretende capitalizar a empresa com o "mínimo de capital estatal possível". Ele evitou cravar números, mas destacou que a privatização da empresa renderia mais aos cofres públicos, enquanto a capitalização é estimada em R$ 5 bilhões, R$ 1 bilhão deles retornando à companhia.
O papel da Vale oscilou bastante, mas fechou em baixa de 2,05. A controladora, Bradespar, caiu 3%. O Morgan Stanley cortou a recomendação da American Depositary Receipt (ADR) da Vale de overweight (desempenho acima da média do mercado) para equal-weight (em linha com a média do mercado).
O processo foi instaurado no dia 23 de janeiro e está em fase de apresentação de defesa. A Procuradoria Federal Especializada (PFE) da CVM relata os principais termos da acusação em documento enviado à 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, no âmbito do processo movido pela Associação Brasileira dos Investidores Minoritários (Abradim). As ações da companhia caíram 3,11%.
*Com Estadão Conteúdo
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