🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Hoje é dia de PIB

Fevereiro chega ao fim tendo como destaque números do Produto Interno Bruto no Brasil e nos EUA ao final de 2018

Olivia Bulla
Olivia Bulla
28 de fevereiro de 2019
5:28 - atualizado às 9:56
PIB
Balanço da Petrobras e dados de atividade na China também marcam o dia

O mês de fevereiro chega ao fim trazendo como destaque o Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil (9h) e nos Estados Unidos (10h30). Os dados, referentes ao último trimestre do ano passado e ao acumulado de 2018, abrem o dia de negócios, que já começa ajustando-se ao noticiário de ontem à noite, quando saíram dados da China e o balanço da Petrobras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A estatal petrolífera registrou lucro de R$ 25,7 bilhões em 2018, no melhor resultado desde 2011 e após quatro anos seguidos de prejuízo. Porém, no quarto trimestre do ano passado, a Petrobras lucrou R$ 2,1 bilhões, queda de 68% na comparação com os três meses anteriores. Hoje, a empresa realiza teleconferência (10h) para comentar os resultados.

Na safra de balanços hoje, serão publicados os demonstrativos contábeis de Ambev, Gol e BRF, antes da abertura do pregão local. Entre os indicadores econômicos, sai também a nota do Banco Central sobre o resultado primário do setor público consolidado em janeiro, às 10h30, além do PIB, às 9h.

A previsão é de que a economia brasileira tenha interrompido uma sequência de sete trimestres seguidos de resultados positivos e apresentado estabilidade entre outubro e dezembro do ano passado, perdendo tração em relação ao trimestre anterior. Ainda assim, o PIB doméstico deve ter crescido pouco mais de 1% no acumulado de 2018.

Se confirmado, será o segundo ano seguido de crescimento, após uma longa recessão. Já na comparação com o quarto trimestre de 2017, o PIB brasileiro deve crescer pelo oitavo trimestre consecutivo, em +1,3%. Apesar de positivos, os números reforçam que a retomada econômica após dois anos de colapso caminha devagar, rumo a uma estagnação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Exterior tem atividade

Dados sobre a atividade econômica também marcam o dia no exterior. A quinta-feira começa com o índice oficial dos gerentes de compras (PMI) na China. O PMI da indústria caiu ao menor nível em três anos, passando de 49,5 em janeiro para 49,2 em fevereiro, na leitura mais baixa em exatamente 36 meses. Já o setor de serviços caiu de 54,7 para 54,3.

Leia Também

No fim do dia, serão divulgados os índices PMI sobre a atividade chinesa medida pelo Caixin. Pela manhã, merece atenção o PIB dos EUA ao final do ano passado. A previsão é de que a economia norte-americana tenha desacelerado no último trimestre de 2018, mas ainda com uma expansão robusta, de 2,3%, após crescer 3,4% no período anterior.

Os números efetivos serão conhecidos às 10h30. No mesmo horário, saem os pedidos semanais de auxílio-desemprego feitos no país. Também são esperados dados sobre a atividade na região de Chicago em fevereiro (11h45).

Pano de fundo

Apesar da agenda econômica mais forte nesta quinta-feira, os mercados no Brasil e no exterior estão atentos a outras questões. Lá fora, os dados fracos sobre a atividade na China pesaram no pregão asiático, mas é nas negociações comerciais do país com os Estados Unidos que os investidores estão concentrados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, os investidores também estão cautelosos com a questão geopolítica, após terminar sem acordo a reunião do presidente norte-americano, Donald Trump, com o líder norte-coreano, Kim Jong Un. Ele queria o fim de todas as sanções, algo que a Casa Branca negou a ceder. A cúpula terminou duas horas antes do previsto, sem nenhum acordo nuclear.

O radar geopolítico monitora ainda o conflito entre Índia e Paquistão na região da Caxemira. Também pesa nos negócios lá fora o depoimento do ex-advogado Trump, Michael Cohen, que trouxe novas alegações e uma série de acusações, com potenciais riscos legais ao presidente dos EUA.

Como resultado, o sinal negativo prevalece entre os ativos de risco. Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram no vermelho, após uma sessão de perdas na Ásia, com Xangai e Hong Kong caindo 0,5%, cada, enquanto Tóquio cedeu 0,8%. Na Coreia do Sul, a queda foi maior, de quase 2%, com o won sul-coreano perdendo terreno para o dólar.

Na Europa, a tensão com a proximidade do Brexit e a ausência de um acordo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) inibe os negócios. O euro avança, enquanto a libra esterlina recua, com o dólar medindo forças em relação aos rivais. Com isso, o barril do petróleo tipo WTI cai, sem ímpeto para alcançar a faixa de US$ 57.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sem fôlego

Já no mercado doméstico, a calmaria ontem reforçou a percepção de que somente o noticiário em torno da reforma da Previdência tende a influenciar os negócios locais. Os investidores estão em compasso de espera por um gatilho capaz de engatar um movimento.

Enquanto não surge nenhuma novidade, os ativos devem continuar buscando uma acomodação ou mesmo ensaiar uma realização de lucros, após a recuperação rápida e acentuada neste início de ano. Porém, como os investidores estão mantendo posição, confiantes na aprovação de novas regras para aposentadoria, é a liquidez que fica menor.

Mas esse último dia de fevereiro pode trazer um pouco mais de volatilidade, em meios aos ajustes finais nos portfólios para “embelezar” os ganhos do mês e também à disputa entre “comprados” e “vendidos” em torno da formação da taxa de câmbio de referência (Ptax). Ainda assim, a proximidade da pausa prolongada de carnaval tende a inibir os movimentos.

O fato é que fevereiro chega ao fim de modo bem diferente da euforia observada em janeiro. Movimentações mais intensas no mercado doméstico só devem acontecer após os dias de folia, já em março, quando as pautas relevantes (espinhosas?) e as negociações do governo com o Congresso em relação à Previdência também devem avançar. A conferir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar