🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

seu dinheiro premium

A Bula da Semana: Enfim, o tão esperado alívio

Perspectiva de alívio monetário do Fed e do Copom monopoliza expectativas

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
29 de julho de 2019
6:32 - atualizado às 9:44
Premium
Imagem: Shutterstock

Depois de meses e meses de queda de braço entre agentes do mercado financeiro e banqueiros centrais mundo afora, um novo ciclo de alívio monetário deve acalmar um pouco a ansiedade nos mercados financeiros a partir da metade final desta semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Federal Reserve Bank dos Estados Unidos (Fed) e o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB) anunciarão na quarta-feira, com apenas algumas horas de diferença, suas respectivas decisões de juro. Em ambos os casos, a expectativa dos analistas é de as taxas de referência sejam cortadas.

Esperava-se na semana passada um corte de juro pelo Banco Central Europeu (BCE), mas o presidente da autoridade monetária da zona do euro, Mario Draghi, tratou de jogar um balde de água fria nos mercados e passar a batata quente para as mãos do Fed.

Seja no Brasil, na Europa ou nos Estados Unidos, os banqueiros centrais resistem há meses às pressões por cortes de juros, até pelo entendimento de que qualquer alívio monetário depende de outras medidas para que possa surtir algum efeito e fazer frente aos riscos derivados de uma desaceleração econômica em escala global.

Não bastassem os agentes dos mercados financeiros, o presidente dos EUA, Donald Trump, é um dos maiores entusiastas do alívio monetário. Desde os primórdios de seu mandato, Trump arruma sempre um jeito de direcionar sua hostilidade ao Fed na tentativa de influenciar a política monetária do banco central norte-americano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trump acusa a autoridade monetária de seu país de fazer os norte-americanos pagarem juros altos demais e age como se tivesse a diretoria do Fed sob a mira de um revólver com o objetivo de coagi-la a intervir rapidamente e de acordo com seus interesses políticos de curto prazo.

Leia Também

A preocupação de Trump tem muito menos a ver com os juros pagos nos EUA e mais com a abertura de espaços para elevar gastos e estourar ainda mais o endividamento do governo.

Em seus mais recentes depoimentos perante o Congresso dos EUA, o presidente do Fed, Jerome Powell, deixou claro que as principais razões por trás de qualquer discussão de corte de juros neste momento nos EUA são a política de guerra comercial de Trump contra o mundo e o descontrole nos gastos do governo.

Em suma, com ou sem a truculência verbal do presidente, o risco Trump forçará um relutante Fed a cortar juros mais cedo ou mais tarde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há quem considere que o momento para o início do primeiro ciclo de alívio monetário do Fed em uma década tenha chegado.

Na última sexta-feira, os dados preliminares do PIB dos EUA no segundo trimestre deste ano apontaram para uma desaceleração econômica de um ponto porcentual em termos anualizados, de +3,1% no primeiro trimestre para +2,1% no seguinte.

O número veio até um pouco melhor do que a expectativa dos analistas (+2%), mas foi suficiente para confirmar as suspeitas de que a conta da guerra comercial, que esta semana ganhará um novo capítulo com a chegada de uma delegação norte-americana à China para retomar negociações, começou a ser cobrada e reforçar as apostas em um corte juro pelo Fed já na quarta-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Brasil, uma nova realidade se avizinha

Apenas algumas horas depois da decisão do Fed, o Copom anunciará sua decisão de política monetária. Na visão dos analistas, a queda da taxa Selic é dada como certa. A divergência está na extensão do corte na taxa de juro de referência no Brasil.

O consenso é de um corte de pelo menos 0,25 ponto porcentual na taxa Selic. Há quem espere um corte mais ousado, de 0,50 ponto porcentual, enquanto uma parcela minoritária acredita na manutenção da Selic a 6,50% ao ano.

Assim como o Fed, o Copom encontra-se há meses sob pressão dos players do mercado financeiro para que corte juro. Assim como ocorreu recentemente com a reforma trabalhista e depois com a reforma da previdência, o afrouxamento monetário tem sido vendido por seus defensores como panaceia para os males brasileiros.

Na prática, porém, a teoria é outra. O BCB já mantém a taxa Selic em seu nível mínimo histórico - 6,5% - desde março do ano passado. Ou seja, qualquer que seja o corte decidido na quarta-feira, a Selic renovará seu piso histórico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até algumas semanas atrás, o consenso era de que a taxa básica de juro chegaria ao fim de 2019 a 5,5% ao ano. Mas os persistentes indícios de que os dados do PIB do segundo trimestre confirmarão as suspeitas de uma recessão técnica no Brasil já levam alguns agentes do mercado a financeiro a precificarem a Selic abaixo de 5% no fim do ano.

Com isso, analistas têm sugerido que uma nova realidade se avizinha para quem investe nos mercados financeiros locais. Afinal, a queda da Selic somada a uma inflação oficial que desacelera a cada nova leitura leva o retorno dos investimentos em renda fixa a níveis irrisórios.

Como a Selic não deve voltar a subir tão cedo, gestores de carteira se veem diante da necessidade repensar suas carteiras de modo a proporcionar retornos mais elevados a seus clientes. E com o juro real a níveis mínimos, quem busca rendimentos mais altos precisa sair da renda fixa e assumir riscos.

Resta saber como isso vai funcionar na terra do “capitalismo sem risco”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira a seguir os principais destaques desta semana, dia a dia:

Segunda-feira: A semana começa com a divulgação da pesquisa semanal Focus do Banco Central do Brasil em meio à expectativa de novas revisões nas estimativas do mercado para a inflação, o PIB e a taxa Selic. Às 10h30, o BCB divulga o resultado primário do setor público em junho. Após o fechamento do mercado, o Itaú divulga seu balanço referente ao segundo trimestre de 2019.

Terça-feira: Na madrugada, o Banco do Japão (BoJ) anuncia sua decisão de política monetária em meio a expectativas de manutenção da taxa de juro negativa. Na China, delegação norte-americana desembarca para retomada de negociações comerciais entre Washington e Pequim. No Brasil, a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulga às 8h os números referentes a julho do IGP-M, que mede a variação de preços de itens como aluguéis, matérias-primas e bens e serviços finais. Ainda pela manhã, o Departamento de Comércio dos EUA divulga os dados sobre renda e gastos pessoais no país. Após o fechamento do mercado, a CSN divulga seu resultado financeiro no segundo trimestre.

Quarta-feira: O dia começa com a divulgação da taxa de desemprego na zona do euro. Ainda pela manhã, serão conhecidos os dados sobre a geração de empregos no setor privado nos EUA em julho. No Brasil, o IBGE divulga às 9h o índice de preços ao produtor e os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad contínua), que traz a taxa de desocupação no Brasil, ambos referentes a junho. Também antes da abertura do Ibovespa, a Vale divulga balanço referente ao trimestre abril/maio/junho. Fed e Copom: Às 15h, o Fed anuncia sua decisão de política monetária. O anúncio será seguido de entrevista coletiva concedida pelo presidente do Fed, Jerome Powell. Às 18h, o Copom divulga sua decisão de juro.

Quinta-feira: Às 9h, o IBGE divulga os dados de produção industrial referentes a junho. No fim da manhã será divulgado o índice ISM de atividade industrial nos EUA em julho. Após o fechamento do mercado, a Petrobras divulga seu balanço referente ao segundo trimestre de 2019. À noite, o BoJ divulga a ata de sua reunião de política monetária de junho.

Sexta-feira: O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga às 9h30 seu relatório sobre o mercado de trabalho (payroll) junto com o índice oficial de desemprego no país em julho. No mesmo horário, o Departamento de Comércio dos EUA anuncia os números da balança comercial norte-americana referentes a junho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar