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Com a liquidação de instituições como will bank, Banco Pleno e Letsbank, donos de empresas precisam se atentar a três passos antes de abrir uma conta
Will bank, Banco Pleno, Letsbank: o que essas instituições financeiras digitais têm em comum? As três foram liquidadas pelo Banco Central (BC) entre 2025 e 2026, em uma onda que acendeu um alerta entre pessoas físicas e jurídicas na relação com os bancos. Neste cenário, o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) compilou o que empreendedores precisam ter no radar antes de abrir uma conta bancária.
A popularização dos bancos digitais e fintechs facilitou o acesso da população a diferentes serviços financeiros.
No entanto, a praticidade desse tipo de companhia deve ser analisada com cautela, principalmente no contexto de uma conta bancária para um empreendimento.
Alguns casos recentes são exemplos da necessidade de cuidado em relação a instituições financeiras.
O will bank, Banco Pleno e Letsbank eram ligados ao conglomerado Master, investigado por uma fraude bilionária. Com a derrubada do banco de Daniel Vorcaro, as outras instituições financeiras do grupo entraram na mira no BC.
O primeiro a cair foi o Letsbank, em novembro de 2025, pouco tempo depois do início do caso Master. Para se ter ideia do rombo deixado pela instituição, a rede de supermercados Dia, em recuperação judicial, tinha R$ 143,3 milhões a receber do banco quando foi liquidado.
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Em seguida, foi o will bank. Em 21 de janeiro, o Banco Central anunciou o fechamento da instituição financeira que tinha 12 milhões de clientes.
Na ocasião, o BC afirmou ser “inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master”.
E, mais recentemente, foi a vez do Pleno. Liquidado em fevereiro, o banco já era considerado de risco pelo mercado e estava no radar de possíveis fechamentos.
A maior lição para os empreendedores é a necessidade de atenção a alguns fatores antes de se expor a instituições financeiras.
A regra número um, na visão do coordenador de Acesso a Crédito e Investimentos do Sebrae, Giovanni Beviláqua, é preciso sempre confirmar no site do Banco Central se a instituição é autorizada a operar e se adere ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Essa confirmação pode evitar perdas financeiras caso algo dê errado para o banco.
No caso dos clientes dos bancos relacionados ao Master, havia a proteção do FGC para depósitos e investimentos até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Portanto, para o especialista, é preciso sempre se atentar a isso para evitar — ou reduzir — prejuízos.
Esse cuidado é indispensável tanto para pessoa física (PF) quanto jurídica (PJ). Porém, para PJ, Beviláqua também destaca a importância de uma conta empresarial, “garantindo rastreabilidade de receitas e despesas para declarações anuais”, afirmou para a Agência Sebrae.
A segunda dica é dar prioridade para bancos com baixa taxa de reclamações e que apresentem uma maior confiabilidade. Em plataformas do governo e do Reclame Aqui, é possível conferir a quantidade de reclamações sobre a companhia. Além disso, é importante saber se o banco possui uma boa segurança de dados.
Em relação a instituições que oferecem investimentos, o especialista também alerta sobre taxas muito acima da média — como eram nos casos dos bancos ligados ao Master —, o que tende a refletir maior nível de risco.
O terceiro se refere à diversificação. Para reduzir riscos, o empreendedor pode distribuir as operações entre duas e três instituições, o que diminui a dependência da saúde financeira de determinado banco.
*Com informações da Agência Sebrae de Notícias
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