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Além de não exigir visto para brasileiros, o real é mais forte que a moeda tailandesa

Visitar grandes metrópoles como Paris e Nova York é o sonho de muitos brasileiros. E não é por acaso: a Cidade Luz e a Big Apple estão entre as principais referências culturais da cultura ocidental. No entanto, quando saímos da bolha do Ocidente, vemos que a cidade mais visitada do mundo fica, na verdade, do outro lado do globo: trata-se de Bangkok.
A capital da Tailândia registrou cerca de 30,3 milhões de chegadas de turistas estrangeiros em 2025, de acordo com a plataforma de dados da Euromonitor Internacional. Assim, a cidade ultrapassa com folga o segundo e terceiro lugar do ranking, ocupados por Hong Kong (23.2 milhões) e Londres (22.7 milhões), respectivamente.
Para os brasileiros, em especial, viajar para o país do Sudeste Asiático tem algumas vantagens.
Dessa forma, basta se preocupar com apenas dois documentos:

Diferente do dólar e do euro, que são mais fortes que o real, a moeda brasileira (BRL) é mais valorizada que a moeda usada na Tailândia, o baht tailandês (TBH).
Para se ter ideia, a taxa de câmbio atual de BRL para THB é de 6,24.
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Portanto, gastos com hospedagem, transporte, passeios e alimentação podem ficar mais em conta, a depender do estilo de viagem.

Para voos do Brasil para Tailândia em 2026, passagens de ida e volta custam a partir de R$ 6 mil, em média. Já para viajar na classe executiva, o valor sobe para a partir de R$ 30 mil. E a primeira classe, por sua vez, custa em média R$ 90 mil.
Além disso, o percurso pode ser cansativo. Por se tratar de um destino de longa distância, é necessário fazer escala em países da Europa, do Oriente Médio ou da África. Em média, a viagem de avião de São Paulo até Bangkok dura entre 22 e 30 horas, já considerando conexões.

A capital tailandesa está entre uma das cidades mais ecléticas para se visitar. A sua paisagem é a prova disso, com modernos arranha-céus localizados ao lado de templos budistas milenares, principais atrações do local.
Ao mesmo tempo, a cidade se destaca pela vida noturna intensa, com bares, mercados e uma série de rooftops com vista para a cidade.
E não para por aí: a cena gastronômica de Bangkok é reconhecida internacionalmente, com opções que vão da tradicional e variada comida de rua a restaurantes estrelados.

No norte, cidades como Chiang Mai e Chiang Rai oferecem um ambiente mais tranquilo, com templos, montanhas e contato com a cultura local.
Já no sul, destinos como Phuket, Krabi e Koh Samui concentram praias e ilhas com diferentes perfis — de regiões mais estruturadas, com hotéis e vida noturna, a áreas mais preservadas, voltadas ao descanso.

Porém, é preciso evitar algumas regiões específicas
A Embaixada brasileira desaconselha fortemente viagens às províncias de Narathiwat, Pattani, Songkhla e Yala, no extremo sul do país, devido à recorrência de atentados terroristas registrados há anos. Também há restrições em áreas de fronteira entre a Tailândia e o Camboja, em razão de choques armados recentes.

Antes de tudo, é importante saber: Bangkok é quente o ano inteiro. Porém, o calor costuma ser mais ameno entre os meses de novembro a fevereiro, considerada a melhor época para visitar a Tailândia, com menor incidência de chuvas.
Ao viajar para Tailândia, é importante que o turista esteja atento a golpes comuns, especialmente em áreas mais turísticas. O Itamaraty recomenda ficar de olho em pickpockets e evitar se transportar com o famoso tuk-tuk.
Além disso, a visita a templos exige o cumprimento de regras de vestimenta. Por exemplo, não é permitido o uso de roupas sem manga. Além disso, é preciso vestir calças compridas ou vestidos e bermudas abaixo do joelho.
Outro ponto relevante diz respeito à legislação local, especialmente às regras relacionadas à monarquia (Lei de Lesa-Majestade) na Tailândia.
Atitudes como não se levantar durante a execução do hino real ou fazer comentários críticos podem ser interpretadas como infração, o que exige atenção por parte de visitantes estrangeiros.
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