O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Indicador simbólico criado por cientistas aponta que riscos como guerra nuclear, mudanças climáticas e avanço da inteligência artificial levaram o mundo ao ponto mais crítico desde 1947
O Relógio do Juízo Final — conhecido internacionalmente como Doomsday Clock — é um indicador simbólico criado para mostrar o quão perto a humanidade está de uma catástrofe global com potencial de extinção.
Na terça-feira (27), o ponteiro foi ajustado para 85 segundos antes da meia-noite, o menor intervalo já registrado desde a criação do relógio. Na prática, isso significa que, segundo o indicador, o mundo como o conhecemos nunca esteve tão próximo do colapso.
No conceito do relógio, a meia-noite representa o fim da civilização humana. Quanto mais perto desse horário, maiores são os riscos globais provocados pelas próprias ações do homem.
A responsabilidade pelo Relógio do Juízo Final é do Bulletin of the Atomic Scientists, um grupo científico que reúne especialistas nas áreas de segurança internacional, clima e tecnologia.
VEJA TAMBÉM: TRIBUTAÇÃO DE DIVIDENDOS à vista: Empresas aceleram pagamento de proventos - assista o novo episódio do Touros e Ursos no Youtube
Todos os anos, o conselho analisa o cenário global e decide se o ponteiro deve avançar, recuar ou permanecer parado.
Leia Também
Em 2023, o relógio havia sido ajustado para 89 segundos antes da meia-noite. Naquele momento, a guerra entre Rússia e Ucrânia completava um ano, e Vladimir Putin colocava em xeque a participação da Rússia no último grande tratado de controle de armas nucleares com os Estados Unidos, o New Start, que previa o monitoramento mútuo dos arsenais nucleares.
Desde então, segundo o grupo, entendimentos globais “conquistados com muito esforço” começaram a ruir, enfraquecendo a cooperação internacional necessária para conter riscos existenciais.
Ao anunciar o novo ajuste, os cientistas citaram uma combinação de fatores que empurram o mundo para mais perto do limite:
O grupo também demonstrou preocupação com conflitos envolvendo países com armas nucleares, como a guerra entre Rússia e Ucrânia, o confronto entre Índia e Paquistão em maio e as incertezas sobre a capacidade do Irã de desenvolver armamentos nucleares após ataques dos Estados Unidos e de Israel no ano passado.
Para o conselho científico do Boletim, a fragmentação do mundo em uma lógica de “nós contra eles” aumenta o risco coletivo. “Se o mundo se fragmentar em uma abordagem de soma zero, cresce a probabilidade de todos perdermos”, afirmou Daniel Holz, presidente do conselho científico e de segurança do grupo, à Associated Press.
Além da geopolítica, o aquecimento global também pesou na decisão.
O Boletim destacou secas, ondas de calor e inundações cada vez mais intensas, além do fracasso das nações em adotar acordos eficazes para conter o avanço das emissões. Também foram mencionadas políticas que favorecem combustíveis fósseis em detrimento de energias renováveis.
Criado em 1947, o Relógio do Juízo Final não faz uma contagem literal do tempo. No fim da Guerra Fria, por exemplo, ele marcava 17 minutos para a meia-noite.
Nos últimos anos, diante de mudanças globais rápidas, os cientistas passaram a medir a distância em segundos, para refletir com mais precisão o grau de urgência.
Segundo o Boletim, o ponteiro pode recuar — desde que líderes e países retomem a cooperação internacional e enfrentem de forma conjunta os riscos que ameaçam a própria sobrevivência humana.
Neste início de 2026, de acordo com o relógio, a humanidade está simbolicamente a 1 minuto e 25 segundos do fim.
Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal
Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Descoberta revela moedas de ouro raríssimas da época da Guerra Civil Americana; conjunto é avaliado em milhões de dólares
Túnel de Base do Gotardo encurta travessias alpinas, tira caminhões das estradas e virou um marco de planejamento de longo prazo
O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Para o banco norte-americano, embora o otimismo já esteja parcialmente refletido nos preços, ainda existem oportunidades valiosas em setores que alimentam a revolução tecnológica
No evento Onde Investir 2026, especialistas traçam as melhores teses para quem quer ter exposição a investimentos internacionais e ir além dos Estados Unidos
Jerome Powell deixa a presidência do Fed em maio e Trump se aproxima da escolha de seu sucessor; confira os principais nomes cotados para liderar a instituição
Desvalorização do dólar, disparada do ouro, da prata e da platina, venda de títulos do Tesouro norte-americano — tudo isso tem um só gatilho, que pode favorecer os mercados emergentes, entre eles, o Brasil
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda
Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília
A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA