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Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Uma espera de 25 anos e, ainda assim, quase que o acordo entre Mercosul e União Europeia (UE) não sai do papel — Áustria, França, Hungria, Polônia e Irlanda tentaram barrar o pacto, mas no último dia 17 o maior acordo de livre comércio do mundo foi assinado.
O tratado, que ainda precisa da aprovação do Parlamento Europeu e dos Congressos de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, prevê a redução gradual de tarifas, regras comuns para o comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.
Quando estiver valendo, o acordo criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas — e o grande beneficiado será o Brasil. Foi a essa conclusão que chegou a Moody’s.
Segundo a agência de classificação de risco, os efeitos potenciais do acordo entre Mercosul e UE para a qualidade do perfil de crédito soberano do Brasil são limitados no curto prazo, em razão da contribuição modesta para o crescimento geral.
No entanto, a Moody’s destaca que o acordo promove a diversificação das exportações para além da China e dos EUA, reduzindo a vulnerabilidade geopolítica, e apoia a entrada de investimento estrangeiro direto, particularmente no agronegócio e energia renovável — fatores estruturais para o crescimento do Brasil.
Segundo a Moody's, o País está apto a ser o maior beneficiário dentro do Mercosul dada a composição e escala de suas exportações.
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A UE representou cerca de 16% do comércio total do Mercosul em 2024 e, para o Brasil, os produtos agrícolas (carne bovina, aves, açúcar) e produtos minerais dominam as exportações para o bloco europeu.
"As tarifas do Mercosul sobre alguns bens europeus são elevadas — chegando a até 35% para autopeças e 28% para laticínios —, de forma que sua eliminação gradual aumentará a competitividade e gerará economias", afirma a agência.
No entanto, a Moody’s destaca que as principais exportações do Brasil, como petróleo e produtos minerais, já estão sujeitas a tarifas baixas, com média de 0,5%.
Apesar de, na visão da Moody’s, o Brasil ser o maior beneficiário do acordo, a agência diz que para o perfil de crédito dos soberanos e setores-chave do Mercosul, o tratado com a UE é positivo.
Segundo a Moody’s, o pacto apoia o acesso aos mercados de exportação, o investimento e a diversificação comercial. A agência destaca que a UE já é a maior provedora de investimento estrangeiro na região do Mercosul.
Contudo, os benefícios de curto prazo são restringidos por um processo prolongado de implementação e pelos desafios de ratificação, ainda de acordo com a agência, que lembra que o tratado também inclui requisitos de sustentabilidade, como o cumprimento das metas do Acordo de Paris.
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