🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

CONTA NÃO FOI PAGA

Ligação com Tanure e Banco Master: Mastercard executa garantias e ‘toma’ ações da Westwing (WEST3) e do BRB (BSLI3)

Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida

Loja da Westwing
Imagem: Reprodução/Instagram/Westwing

A Mastercard executou garantias e passou a deter participações tanto na plataforma de e-commerce de decoração e artigos para casa Westwing (WEST3) quanto no banco estatal de Brasília, o BRB (BSLI3). Fundos ligados a Nelson Tanure e ao Banco Master detinham participações nas duas companhias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Westwing informou ao mercado na noite desta terça-feira (20) que a Mastercard Brasil passou a deter 31,87% do seu capital social, o equivalente a 3,54 milhões de ações.

O movimento, no entanto, não representa uma entrada estratégica da Mastercard como acionista no e-commerce de decoração, mas sim a execução de uma alienação fiduciária.

Isso significa que esses papéis haviam sido dados como garantia de uma obrigação financeira. Como a obrigação não foi cumprida, o credor — a bandeira de cartões — executou a garantia e ficou temporariamente com as ações.

O fato relevante da Westwing não aponta qual foi a origem dos papéis agora sob tutela da Mastercard. Fonte ouvida pelo Money Times, porém, afirma que a fatia herdada pela empresa era do empresário Nelson Tanure.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A WNT e a Trustee, gestoras de recursos apontadas pela Polícia Federal (PF) como ligadas ao empresário, detinham, respectivamente, 39,4% e 5,6% do capital social da Westwing.

Leia Também

TER OU NÃO TER

Petróleo acima de US$ 100 muda a tese para Petrobras (PETR4)? O que ainda favorece — e o que ameaça — a ação 

MENOS ALARDE

IA vai destruir a humanidade? Neurocientista brasileiro rebate previsão alarmante de ex-pesquisadores da OpenAI

Ontem, a bandeira parou de aceitar compras com cartões ligados ao will bank, do Grupo Master, depois de não ter tido as operações financeiras liquidadas na segunda-feira (19). Hoje (21) o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição financeira.

Mastercard também passa a ser acionista do BRB

O BRB, ou Banco de Brasília, informou ao mercado na noite desta terça-feira (20) que a Mastercard Brasil passou a deter 6,93% do seu capital social, o equivalente a 33,68 milhões de ações ordinárias e preferenciais.

Assim como no caso da empresa de decoração e móveis, a bandeira de cartões passou a ser acionista do banco estatal em decorrência da execução de uma alienação fiduciária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mastercard não deve manter a participação nas companhias

A Mastercard esclareceu que não pretende permanecer como acionista da Westwing. Segundo a companhia, as ações serão alienadas conforme a legislação e a regulamentação aplicáveis.

O Money Times pediu um posicionamento da operadora de cartão de crédito sobre a movimentação. Em nota, a empresa afirmou apenas que mantém diferentes tipos de garantias de seus participantes, que podem incluir ativos como ações.

“Essas garantias têm como finalidade exclusiva assegurar o cumprimento de obrigações de pagamento por parte dos emissores em caso de inadimplemento”, diz o comunicado.

A empresa também informou que não tem intenção de exercer os direitos políticos vinculados a essa participação, como voto em assembleias ou influência em decisões estratégicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operadora de cartões de crédito também deixou claro que não pretende manter a participação no BRB, nem exercer direitos políticos, e que vai alienar as ações conforme a legislação e a regulamentação vigentes.

Relação com Nelson Tanure

Tanure, desde a semana passada, vem sofrendo uma série de reveses: tornou-se alvo da segunda fase da operação Compliance Zero, que apura irregularidades no Banco Master, e teve seu celular apreendido pela Polícia Federal. Também teve seus bens bloqueados pelo STF após ser apontado como sócio oculto do Master e vem se desfazendo de posições em companhias.

A defesa do empresário nega que ele detenha participação no banco do empresário Daniel Vorcaro.

No ano passado, o BRB comunicou que fundos administrados pela WNT e pela Master Corretora informaram deter participação acionária relevante na instituição financeira estatal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o documento, publicado em meados de setembro, a WNT possuía, então, 8% das ações preferenciais do BRB, majoritariamente por meio do fundo Verbier. Já o Deneb FIP, administrado pelo Master e gerido pela MACAM Asset, detinha 4,57%.

Segundo matéria do E-Investidor da época, além do Verbier e Deneb, outros dois fundos também detinham posição substancial: o Celeno FIP, administrado pela Master Corretora e com uma fatia de 12% das ações preferenciais do Banco de Brasília, e o Borneo, administrado pela Reag, que possuía 9,78% das ações preferenciais.

BRB também anuncia mudança em diretoria

O BRB também informou ao mercado mudanças na sua diretoria executiva. O Conselho de Administração elegeu Ana Paula Teixeira para a Diretoria Executiva de Controles e Riscos e Antônio José Barreto de Araújo Júnior para a Diretoria Executiva de Finanças, Controladoria e Relações com Investidores, cargos diretamente ligados à supervisão, transparência e gestão financeira.

As nomeações ainda serão submetidas ao Banco Central e passam a valer após a conclusão dos trâmites regulatórios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
David Vélez, fundador e CEO do Nubank, durante evento de lançamento em Miami. 10 de setembro de 2026 - 13:41
Logo da BB Seguridade (BBSE3) 10 de setembro de 2026 - 11:33
Imagem mostra um panda comendo um bambu em zoológico 10 de setembro de 2026 - 10:52
ID da foto:1307414278 9 de setembro de 2026 - 17:57
9 de setembro de 2026 - 15:48
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 9 de setembro de 2026 - 14:27
SLC Agrícola 9 de setembro de 2026 - 11:17
Fachada do Banco Inter. 9 de setembro de 2026 - 9:39
Montagem com a logo da enjoei e uma arara de roupas ao fundo em tons de rosa 8 de setembro de 2026 - 20:04
Logo da Tenda em fundo vermelho e letras brancas 8 de setembro de 2026 - 19:15
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 8 de setembro de 2026 - 18:24
Fachada do Banco Inter. 8 de setembro de 2026 - 16:23
Luciano Hang Véio da Havan 8 de setembro de 2026 - 11:11
Greg Abel, CEO da Berkshire Hathaway e sucessor de Warren Buffett 7 de setembro de 2026 - 15:35
Imagem com logo da Oi 7 de setembro de 2026 - 9:20
6 de setembro de 2026 - 12:55
recuperação judicial, empresário com dívidas 6 de setembro de 2026 - 11:15

PODCAST TOUROS E URSOS

Por que tantas empresas estão quebrando no Brasil?

6 de setembro de 2026 - 11:15
A mão de um robô humanóide quase toca na mão de um ser humano 5 de setembro de 2026 - 14:55
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar