🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

EM MEIO ÀS INVESTIGAÇÕES 

Sob pressão, Banco Central dá sinal verde para inspeção do TCU no caso Banco Master

Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro

Camille Lima
Camille Lima
13 de janeiro de 2026
14:02 - atualizado às 12:19
Imagem: Montagem com Copilot

O Banco Central deu sinal verde para que o Tribunal de Contas da União (TCU) realize uma inspeção no processo que levou à liquidação extrajudicial do Banco Master

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A autorização da autoridade monetária veio após uma reunião entre as cúpulas das duas instituições, realizada na tarde da última segunda-feira (12).

Segundo o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, o BC garantiu acesso integral aos documentos que sustentaram a decisão de liquidar a instituição de Daniel Vorcaro. O TCU é um órgão auxiliar do Congresso Nacional, responsável pelo controle externo da administração pública federal, com ministros indicados pelo parlamento.

“Nós fizemos uma reunião com objetivos claros de dizimar qualquer tipo de dúvida a respeito da nossa competência. E o Banco Central disse que era muito importante que o TCU fizesse a inspeção, fizesse a fiscalização. Nós tivemos, no Banco Central, as portas inteiramente abertas e necessárias para o poder fiscalizatório de segunda ordem do TCU”, afirmou o ministro.

Fiscalização vs autonomia do Banco Central

A reunião ocorreu em um momento delicado para o Banco Central. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na tarde de segunda-feira, o presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, se encontrou com Vital do Rêgo na sede do BC para tratar de um ponto desse imbróglio: até onde vai o poder de fiscalização do TCU sobre o Banco Central — e como preservar a autonomia técnica da autarquia neste processo.

Leia Também

O encontro foi iniciado por volta das 14h e teve duração aproximada de 30 minutos, segundo a CNN, tendo como pano de fundo a liquidação do Banco Master, decretada pelo BC em novembro do ano passado.

Oficialmente, a agenda foi classificada como uma reunião para “tratar de assuntos institucionais”, segundo o site do próprio Banco Central. Na prática, porém, a conversa teve como foco esclarecer os limites da atuação do TCU diante de decisões técnicas tomadas pela autoridade monetária.

Vital do Rêgo reforçou ainda que não cabe ao tribunal desfazer a liquidação do Banco Master, destacando que qualquer questionamento sobre a decisão só poderia ser feito pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quem participou da reunião do Banco Central com o TCU

Além de Galípolo e Vital do Rêgo, o encontro de ontem reuniu nomes estratégicos dos dois lados.

Pelo TCU, participaram:

  • Juliana Pontes, secretária-geral de Controle Externo;
  • Flávio Takashi Sato, secretário-geral de Comunicação;
  • Maria Bethânia Lahoz, auditora-chefe adjunta da Secretaria-Geral de Controle Externo.

Pelo Banco Central, estiveram presentes no encontro:

  • Gilneu Francisco Astolfi Vivan, diretor de Regulação, Organização do Sistema Financeiro e de Resolução;
  • Ailton de Aquino Santos, diretor de Fiscalização do BC — o mesmo que prestou depoimento à Polícia Federal no âmbito das investigações relacionadas ao Banco Master.

Leia também: Como o Banco Master entra em 2026: da corrida por CDBs turbinados à liquidação, investigações e pressão sobre o BC 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tensão entre o Banco Central e o TCU

A reunião acontece em um contexto de pressão crescente sobre o Banco Central. Na semana passada, o próprio TCU havia suspendido uma inspeção no BC que fora determinada de forma monocrática pelo ministro Jhonatan de Jesus, relator de um processo que analisa o caso do Banco Master.

Na decisão original, o ministro autorizava uma inspeção técnica para apurar as circunstâncias da liquidação da instituição financeira. Mas, após recursos apresentados pelo Banco Central, Jhonatan recuou e encaminhou o caso para análise do plenário do tribunal.

O BC argumentou que a inspeção, no modelo proposto inicialmente, poderia ultrapassar os limites do controle externo e interferir diretamente em decisões técnicas de supervisão bancária.

A intenção do TCU, por sua vez, era avaliar se a decisão de liquidar o Banco Master foi proporcional e se havia a existência — ou não — de alternativas menos drásticas do que a liquidação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também está sob escrutínio. O Ministério Público (MP) ingressou junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) uma representação que questiona a indicação de Otto Lobo. Segundo o documento do órgão, o subprocurador-geral do TCU Lucas Furtado afirma que Lobo teria tomado decisões favoráveis ao Banco Master.

No despacho, Furtado destaca que “para encerrar os processos sem julgamento de mérito, os investigados apresentaram à CVM uma proposta de termo de compromisso” e que “na tramitação, Otto Lobo pediu vista do processo, e o caso acabou não sendo pautado por meses”.

O caso Banco Master

O Banco Master entrou definitivamente no radar das autoridades após se tornar alvo de uma operação da Polícia Federal, que investiga suspeitas de fraudes financeiras envolvendo a emissão e a venda de títulos de crédito falsos.

O volume potencial das irregularidades pode chegar a R$ 17 bilhões, segundo as investigações. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Paralelamente, há apurações que miram possíveis prejuízos ao Banco de Brasília (BRB) — instituição pública — além de eventuais falhas nos mecanismos de supervisão do sistema financeiro.

Uma reportagem do Valor Econômico revelou supostas ligações entre o Banco Master e a gestora Reag Investimentos, investigada em uma operação da Polícia Federal por suposto envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro para o crime organizado. 

Segundo o jornal, o Banco Central teria identificado 36 empresas que teriam tomado supostos empréstimos fictícios do Banco Master, o que teria permitido desvios da ordem de R$ 11,5 bilhões em recursos por meio de fundos geridos pela Reag.

Ao Seu Dinheiro, a defesa de Daniel Vorcaro negou qualquer envolvimento do Banco Master com “supostas fraudes, fundos ilícitos ou operações mencionadas na reportagem”. “O texto estabelece conexões inexistentes entre o banco, seus executivos e investimentos realizados por fundos independentes administrados por terceiros”, diz a nota.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda segundo a defesa, o Banco Master “nunca foi gestor, administrador ou cotista dos fundos citados”.  

“A defesa permanece colaborando integralmente com as autoridades e confia que o avanço das investigações restabelecerá a verdade dos fatos e afastará alegações que não encontram respaldo na realidade”. 

Procurada pela reportagem, a assessoria da Reag disse que não comentaria o tema. O espaço segue aberto.

*Com informações da Agência Brasil e Valor Econômico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AS PRINCIPAIS PERGUNTAS RESPONDIDAS

Azul (AZUL54): não é porque a ação caiu 90% que as coisas estejam colapsando. Qual é a situação da empresa hoje e o que esperar?

13 de janeiro de 2026 - 6:01

Depois de perder cerca de 90% de valor em poucos dias, as ações da Azul afundaram sob o peso da diluição bilionária e do Chapter 11. Especialistas explicam por que o tombo não significa colapso imediato da empresa, quais etapas da recuperação já ficaram para trás e os riscos que ainda cercam o futuro da companhia

BOLETIM 2026

Santander dá nota máxima à Ser Educacional (SEER3) e define o pódio do setor; veja ranking

12 de janeiro de 2026 - 19:48

Companhia é a top pick no setor de educação para o Santander em 2026; banco divulga relatório com as expectativas e lista suas apostas para o ano

MONOPÓLIO?

Dona do Whatsapp na mira do Cade: suspeita de abuso de posição em IA pode acabar em multa de R$ 250 mil por dia 

12 de janeiro de 2026 - 19:25

A acusação de assistentes virtuais de IA é de que os Novos Termos do WhatsApp irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa, garantindo um monopólio à Meta AI

UM “ACHADO” NOS SHOPPINGS

Chegou a hora de investir em shoppings: Itaú BBA inicia cobertura do setor e revela ação preferida para lucrar 

12 de janeiro de 2026 - 18:17

Para analistas, o setor de shoppings centers passou por uma virada de chave nos últimos anos — e agora está ainda mais preparado para uma consolidação; veja a recomendação para as ações

EXPECTATIVAS FRUSTRADAS

Ações da Tenda (TEND3) caem forte após prévia do 4T25: saiba por que Safra e BTG mantêm recomendação de compra

12 de janeiro de 2026 - 14:25

Apesar do marco de R$ 1,2 bilhão em vendas líquidas, ações recuam por expectativas frustradas de analistas, enquanto bancos reiteram compra citando múltiplos atrativos para 2026

A SAIDEIRA

A cerveja ficou choca: CEO da Heineken renuncia em meio a vendas fracas e investidores insatisfeitos; entenda o que acontece agora

12 de janeiro de 2026 - 12:31

A fabricante holandesa de cerveja comunicou a renúncia de seu CEO, Dolf van den Brink, após um mandato de seis anos marcado pela queda nas vendas; Heineken busca sucessor para o cargo

LIMPANDO A CASA

Dança das cadeiras no Banco de Brasília (BRB) busca renovar a diretoria após crise envolvendo o Banco Master

12 de janeiro de 2026 - 11:27

Novos nomes devem assumir a cadeira de negócios digitais e recursos humanos; subsidiárias também passam por mudanças

SETOR DE PETRÓLEO PEGANDO FOGO

Dança das cadeiras: CEO da Brava Energia (BRAV3) renuncia e petrolífera faz mudanças no alto escalão; veja potencial de alta para a ação

12 de janeiro de 2026 - 9:39

A Brava Energia (BRAV3) informou ao mercado que realizou mudanças no cargo de CEO, com renúncia de Décio Oddone, e na presidência do conselho de administração

ACIONISTAS, COLOQUEM AS MÁSCARAS!

Turbulência no caminho da Azul (AZUL54)? Antes de assembleia, acionistas rejeitam unificação de ações em votação antecipada 

11 de janeiro de 2026 - 15:03

Uma parte importante do plano de reestruturação financeira da companhia aérea será colocado em votação em duas assembleias nesta segunda-feira (12), inicialmente marcadas para às 11h e para às 14h

ADEUS, B3

Gol (GOLL54) avança para decolar da B3: laudo da OPA avalia lote a R$ 10,13; entenda

10 de janeiro de 2026 - 16:10

O laudo será a referência para a OPA das ações preferenciais e não representa, necessariamente, o preço final da oferta

BYE-BYE, AMERICA

Adeus, Wall Street: Cogna (COGN3) aprova saída da Vasta da Nasdaq. O que está por trás do movimento?

10 de janeiro de 2026 - 15:02

Controlada de educação básica do grupo vai deixar a bolsa americana após encolhimento da base acionária e baixa liquidez das ações

ATENÇÃO, ACIONISTA

Dividendos e JCP: Santander (SANB11) prepara distribuição de R$ 2 bilhões em proventos; confira os detalhes

9 de janeiro de 2026 - 20:10

Conselho recebeu proposta de distribuição bilionária em JCP; decisão final depende da aprovação em assembleia até abril de 2027

QUEM LEVA A TAÇA?

Ano de Copa do Mundo: Santander revela dois nomes do varejo que devem golear durante o torneio

9 de janeiro de 2026 - 19:55

Para o banco, Mercado Livre e o Grupo SBF são as mais bem posicionadas para brilhar durante o evento; varejistas de fast-fashion podem enfrentar dificultades

RAIO-X DO SETOR

Rede D’Or (RDOR3) segue como estrela e Fleury (FLRY3) ganha fôlego: Santander aposta nas gigantes, mas vê obstáculos em 2026 para a saúde

9 de janeiro de 2026 - 19:25

Banco reforça confiança seletiva em grandes players, mas alerta para riscos regulatórios e competição intensa na saúde neste ano; confira as recomendações do Santander para o setor

DEPOIS DO DR. GOOGLE

ChatGPT Health ajuda, mas não receita: entenda como funciona

9 de janeiro de 2026 - 15:35

Nova área de saúde do ChatGPT promete organizar exames, explicar resultados e ajudar no dia a dia, mas especialistas alertam: IA informa, não diagnostica

RUMO AO FUTURO

Embraer (EMBJ3) voou alto em 2025, segundo BTG; descubra se a companhia manterá o embalo em 2026

9 de janeiro de 2026 - 15:21

Com resultados sólidos no ano passado, a Embraer entra em 2026 com o desafio de sustentar margens, expandir capacidade produtiva e transformar a Eve Air Mobility em nova fronteira de crescimento

PRATO FEITO PARA INVESTIDORES

Arroz está muito barato, e expectativa é de queda na produção em 2026; veja como ação da Camil (CAML3) pode disparar até 81%, segundo o BTG

9 de janeiro de 2026 - 14:01

Para este ano, a estimativa é que os agricultores plantem menos arroz, o que pode levar à recuperação do valor da commodity, o que pode impulsionar o valor da ação da Camil

FREE FLOW

Sem fila nos pedágios: Motiva (MOTV3) e EcoRodovias (ECOR3) anunciam parceria para investir em plataforma digital

9 de janeiro de 2026 - 10:42

As empresas anunciaram um investimento conjunto para desenvolver e operar uma plataforma digital voltada para a gestão e processamento dos pagamentos de pedágios

XÔ, VOLATILIDADE

‘Queridinha’ de Barsi na mira da B3: empresa em recuperação judicial leva enquadro da bolsa — e não é a única

9 de janeiro de 2026 - 10:05

Paranapanema (PMAM3), em recuperação judicial, foi notificada para sair da condição de penny stock; entenda

PLANEJAMENTO

Calendário dos negócios em 2026: as datas que o empreendedor precisa ficar atento para faturar mais no ano

9 de janeiro de 2026 - 9:40

Além das datas tradicionais para o varejo, como o Dia das Mães e o Natal, o ano será marcado por feriados prolongados e Copa do Mundo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar