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A EMAE opera um sistema hidráulico e gerador de energia elétrica, localizado na região metropolitana de São Paulo, com reservatórios, canais, usinas e estruturas associadas
Depois de vencer a disputa pela compra da geradora de energia Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (Emae, EMAE3), a Sabesp (SBSP3) vai comprar as ações ordinárias restantes da empresa no mercado.
A empresa de saneamento informou, nesta segunda-feira (2), que protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de uma oferta pública de aquisição (OPA) para as ações ordinárias da EMAE (EMAE3) em razão da compra direta do controle da companhia.
O fato relevante divulgado pela empresa não menciona as preferenciais, que são as ações mais líquidas em circulação no mercado.
A EMAE opera um sistema hidráulico e gerador de energia elétrica, localizado na região metropolitana de São Paulo, no rio Tietê. Esse sistema é constituído de reservatórios, canais, usinas e estruturas associadas. Ela promove a geração de energia, o controle de cheias e o fornecimento de água bruta para a concessionária de saneamento básico.
Segundo fato relevante, a OPA poderá envolver até 3.695.800 papéis ordinários da EMAE, volume que corresponde a 10% do capital social total e a 25,13% do capital social votante da empresa.
Ficam excluídas da oferta as ações já detidas, direta ou indiretamente, pela própria Sabesp, além de papéis eventualmente mantidos em tesouraria.
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A Oceania Fundo de Investimento em Ações tem 23,17% das ações ordinárias da companhia. Cerca de 1,96% das ações ordinárias está em circulação no mercado.
Já a investidora Júlia Talia Xavier Alvares Otero tem 10,03% das ações preferenciais, enquanto há 22,94% das ações preferenciais em circulação, segundo o site de RI da EMAE. Por enquanto, essas ações não foram mencionadas pela Sabesp e devem continuar em circulação.
Além disso, na condição de nova controladora, a Sabesp promoverá, oportunamente, mudanças na estrutura administrativa da Emae. A empresa, no entanto, não detalhou no comunicado quais alterações serão implementadas, nem o cronograma previsto.
O preço por ação na OPA será de R$ 49,46, correspondentes a 80% do montante pago por papel na transação que resultou na aquisição do controle da EMAE pela Sabesp.
Na ocasião, a Sabesp desembolsou R$ 61,83 por ação, tanto para ordinárias quanto para preferenciais, totalizando R$ 682,6 milhões.
De acordo com o comunicado, o valor oferecido aos acionistas será corrigido pela taxa Selic desde 21 de janeiro de 2026 até a liquidação financeira da OPA.
A Sabesp é afetada por um risco de escassez hídrica, mas há quem aposte na ação.
Recentemente, o UBS BB reforçou a confiança na Sabesp (SBSP3) e elevou a recomendação dos papéis da empresa de "neutra" para "compra", além de aumentar o preço-alvo das ações de R$ 162 para R$ 169.
Para o banco, o mercado exagerou na dose ao precificar os riscos da crise hídrica, comprimindo demais o valuation da companhia.
Segundo os analistas do banco, o "fantasma" da crise hídrica de 2014 e 2015 ainda assombra parte dos investidores, mas os dados atuais não sustentam esse cenário pessimista.
Com Money Times
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