O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
Meses depois de anunciar uma parceria de venda de produtos dentro do Mercado Livre, a Casas Bahia (BHIA3) agora tem o reforço de um outro gigante do marketplace: a Amazon. A varejista divulgou a participação na plataforma norte-americana nesta segunda-feira (23).
A partir de hoje, os produtos da Casas Bahia passam a ser vendidos também na plataforma da Amazon.
A iniciativa começa em um dia em que o mercado parece estar animado com a varejista. Às 10h15, as ações BHIA3 valorizavam 7,25% na abertura do pregão. Desde o início do ano, a empresa sofreu queda de 6,45% na bolsa.
Segundo a empresa brasileira, trata-se de um movimento que “amplia o alcance digital e fortalece a estratégia omnicanal”. Ou seja, o objetivo é intensificar um modelo que integra lojas físicas e o comércio online.
Segundo Renato Franklin, CEO da Casas Bahia, a entrada da Casas Bahia na Amazon é mais um passo na “construção do maior player 1P omnicanal do Brasil”. A varejista está oferecendo seus principais produtos — eletrodomésticos, eletrônicos e móveis — no marketplace, e defende que tem expandido os canais de distribuição mantendo o controle sobre os itens, preço e experiência do cliente.
Em fato relevante sobre a parceria, a Casas Bahia destacou que teve crescimento de dois dígitos no e-commerce nos últimos trimestres.
Leia Também
A parceria deve ter uma segunda fase, que prevê uma integração completa com a rede do marketplace. Ainda sem data, essa etapa tornará os produtos da Casas Bahia elegíveis ao selo Prime, que oferece entrega grátis e outros benefícios para membros assinantes da Amazon.
De acordo com Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil, a parceria une a tecnologia da Amazon com o portfólio e a tradição que a Casas Bahia construiu por décadas.
“Isso facilita o acesso dos brasileiros aos produtos que desejam e precisam, reforçando nosso compromisso de oferecer a maior variedade de portfólio para os mais diversos perfis de consumidor”, diz a executiva.
Durante o Investor Day, que acontece nesta segunda-feira (23), o CEO da Casas Bahia também destacou que esse tipo de parceria gera um crescimento incremental para a companhia, além de diluir custos logísticos.
Outro ponto positivo, segundo Franklin, é que, com base no histórico de vendas da varejista na plataforma do Mercado Livre, essas iniciativas não geram uma canibalização do público. Pelo contrário: a empresa percebeu um aumento das buscas nos canais próprios desde que começou a vender seus produtos na plataforma, em outubro de 2025.
Ou seja, esses mesmos benefícios também podem ser vistos em relação à parceria com a Amazon.
Na acirrada “guerra do e-commerce”, que conta com cada vez mais iniciativas das gigantes do setor acirrando a concorrência, as parcerias entre os nomes visam, no caso da Casas Bahia, expandir o alcance e atrair novos consumidores, enquanto Amazon e Mercado Livre conseguem oferecer produtos de categorias que não são principais na plataforma — principalmente por questões logísticas.
Ao Money Times, a Casas Bahia afirmou que não estava no horizonte se tornar um Mercado Livre ou Amazon no sentido de oferecer uma pluralidade de produtos imensa. A empresa quer se tornar a especialista em eletroeletrônicos e móveis, foco que direcionou o processo de reestruturação da companhia.
Neste mês, a Casas Bahia também divulgou os resultados do 4º trimestre de 2025. A varejista conseguiu reduzir significativamente o prejuízo no quarto trimestre, ao mesmo tempo em que ampliou receita, melhorou margens e ganhou participação de mercado em categorias relevantes.
O prejuízo líquido ajustado da companhia chegou a R$ 79 milhões no período, uma redução de 82,5% em relação ao mesmo período de 2024. A receita líquida somou R$ 8,4 bilhões no trimestre, crescimento de 6,1% na comparação anual.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado — indicador que mede a capacidade de geração de caixa operacional — alcançou R$ 826 milhões, alta de 29,1% frente ao mesmo período do ano anterior.
Ao Estadão, o CEO afirmou que os números refletem a evolução da rentabilidade da operação e a continuidade do processo de reestruturação iniciado nos últimos anos.
Ainda assim, o cenário daqui para frente pode ser turbulento. Mesmo com o balanço mais forte, o BTG Pactual vê um ambiente desafiador com as taxas de juros ainda altas e uma forte competitividade. O banco tem recomendação neutra para o papel.
*Com informações do Money Times
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo