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Ele confirmou o que a imprensa gringa já dava como certo: o casamento entre a gigante de foguetes e a startup de inteligência artificial; objetivo agora é levar o processamento de IA para fora da Terra
Elon Musk parece ter cansado de ser apenas um simples bilionário. O CEO da Tesla confirmou na noite desta segunda-feira (2) que a SpaceX e a xAI serão uma só carne. A fusão, antecipada pela Bloomberg, cria uma nova gigante avaliada em US$ 1,25 trilhão.
O negócio vale tanto que, se Musk fosse um país, ele provavelmente estaria discutindo o Produto Interno Bruto (PIB) com o G-20.
Para o homem que respira cifras de 12 zeros, a empresa resultante da fusão não é apenas um negócio, mas o que ele chama de "o motor de inovação mais ambicioso e verticalmente integrado na Terra (e fora dela)".
A tese de Musk para justificar a união é audaciosa até para os padrões de quem quer colonizar Marte.
Segundo o bilionário, a integração vai unir IA, foguetes, internet satelital (Starlink) e a plataforma X em um ecossistema único.
Mas a chave da fusão está no céu: Musk afirmou que, dentro de dois a três anos, a maneira mais barata de gerar computação de IA será no espaço.
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Ou seja, se você achava que a nuvem (cloud) era o limite, Musk quer colocar os processadores literalmente em órbita.
A confirmação da fusão põe fim aos rumores que circulavam no mercado na última semana. Embora houvesse relatos crescentes de uma ligação entre a SpaceX e a xAI, alguns analistas sugeriam que a empresa de foguetes poderia optar por uma fusão com a Tesla.
No fim das contas, a startup de inteligência artificial levou a melhor: a nova estrutura promete comunicações diretas para dispositivos móveis e o controle daquela que ele descreve como a principal plataforma mundial de informações em tempo real e liberdade de expressão.
Para o investidor, fica o aviso: o homem de um trilhão de dólares acabou de verticalizar o futuro — e ele não pretende ficar preso à gravidade terrestre.
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