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Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros
Por muito tempo, cartões premium, salas VIP e benefícios de viagem foram privilégios reservados a uma pequena fatia de clientes de alta renda. A Revolut quer mudar essa lógica no Brasil.
Concorrente do Nubank, a fintech britânica anunciou nesta semana uma expansão robusta de sua operação no país, com a promessa de democratizar produtos tradicionalmente associados ao segmento premium.
O pacote inclui crédito para todos os planos, câmbio sem taxas, investimentos internacionais e um novo cartão de elite.
A ofensiva faz parte dos planos da Revolut para conquistar a chamada “principalidade” — quando o cliente passa a usar o aplicativo como sua conta financeira principal.
“Estamos removendo barreiras de entrada, mantendo a exclusividade de um produto premium. Traremos para o Brasil o que há de melhor da Revolut no mundo, afirmou Glauber Mota, CEO da Revolut no Brasil, durante evento realizado na última quarta-feira (4).
Segundo o executivo, a ambição da empresa é replicar no Brasil a proposta global da fintech: se tornar a principal solução financeira para pessoas e empresas em mais de 100 países.
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Se existe uma adaptação necessária para crescer no mercado brasileiro, ela passa pelo crédito. Segundo a Revolut, a estratégia global precisou ser ajustada à realidade local — onde o acesso ao crédito é um dos principais motores de relacionamento entre cliente e banco.
Inicialmente testada apenas no plano de entrada, a função agora passa a estar disponível em todas as categorias da plataforma.
Com isso, clientes dos planos Standard, Plus, Premium e Metal passam a ter acesso a cartão de crédito, desde que sejam elegíveis.
A fintech afirma que a oferta também foi desenhada para atender públicos que costumam enfrentar dificuldades no sistema bancário tradicional, como empreendedores e criadores de conteúdo, que muitas vezes não conseguem comprovar renda pelos métodos convencionais.
No modelo da Revolut, a lógica é diferente da adotada por bancos tradicionais. O acesso aos planos não depende de renda mínima ou convite.
Um dos pilares da estratégia da Revolut é o conceito que a empresa chama de “luxo acessível”. A ideia é permitir que benefícios antes reservados a cartões de altíssima renda sejam acessados por qualquer cliente disposto a pagar pela experiência.
Em vez de exigir renda mínima ou patrimônio elevado, a Revolut estrutura seus serviços em planos de assinatura. Assim, o cliente escolhe o pacote de benefícios — e paga por ele.
“O cliente escolhe o plano pelos benefícios e pelo estilo de vida. A renda influencia o limite de crédito, mas não determina o acesso à categoria”, diz a empresa.
Segundo a fintech, a proposta não é banalizar produtos premium, mas eliminar barreiras artificiais que historicamente restringiam esse tipo de experiência a poucos clientes.
Essa lógica também se conecta ao lançamento do RevPoints, programa de fidelidade da fintech.
Os pontos são acumulados tanto no crédito quanto no débito — incluindo compras internacionais — e podem ser convertidos em passagens aéreas com companhias como TAP, Iberia, Qatar Airways e British Airways.
Nos próximos meses, a empresa pretende incluir também companhias brasileiras, com integração com programas como Latam Pass e Smiles.
A joia da coroa da nova estratégia é o lançamento do plano Ultra, a categoria mais exclusiva da plataforma.
O pacote chega ao Brasil com um cartão físico da bandeira Visa com acabamento em platina e uma lista de benefícios voltados para viagens, investimentos e estilo de vida.
O sistema de recompensas é um dos pilares do novo produto, oferecendo o acúmulo de 3 pontos por dólar gasto no crédito e 1,5 ponto no débito. Segundo a empresa, esses pontos poderão ser transferidos na proporção de um para um para diversas companhias aéreas internacionais por tempo indeterminado.
Além disso, o plano oferece as maiores taxas de rentabilidade da plataforma, com as "caixinhas" rendendo 120% do CDI para reservas em reais e um rendimento de 3,81% ao ano para saldos em dólar.
Entre os principais diferenciais do plano estão:
Segundo a Revolut, o valor estimado desse pacote de benefícios pode chegar a cerca de R$ 1.400 por mês, ou aproximadamente R$ 17 mil por ano.
O plano Ultra tem mensalidade de R$ 249,99, mas clientes que gastarem R$ 30 mil por mês no crédito podem obter isenção total da taxa.
Outra frente estratégica da Revolut no Brasil é a ampliação do acesso a investimentos globais.
A plataforma agora permite que usuários convertam reais em moeda estrangeira e invistam diretamente em ações e fundos de índice (ETFs) listados nos Estados Unidos sem sair do aplicativo.
A proposta é integrar conta internacional, câmbio, investimentos e cartão em um único ambiente digital. Segundo a fintech, isso reduz as barreiras que historicamente dificultaram o acesso de brasileiros à diversificação internacional.
“Queremos que, no Brasil ou no exterior, o cliente se sinta como um local onde quer que esteja”, disse Mota.
Outro ponto central da estratégia é o câmbio. A Revolut anunciou uma nova política que promete spread zero e IOF zero em determinadas operações, dependendo do plano contratado.
Cada categoria terá um limite mensal de conversão de real para outras moedas sem custos adicionais.
A fintech também reforçou sua oferta de conta remunerada em reais. O produto permite rendimento de 100% do CDI com liquidez diária, podendo chegar a 120% do CDI em planos mais avançados, como Metal e Ultra.
Esses recursos ficam armazenados nas chamadas “caixinhas”, que funcionam como reservas dentro do aplicativo.
Hoje, a Revolut soma mais de 70 milhões de clientes no mundo, com presença em mais de 40 países. A meta da empresa é alcançar 100 milhões de clientes ativos em 100 países, consolidando-se como uma plataforma financeira global.
Em 2024, a fintech registrou US$ 4 bilhões em receita, alta de 72% na comparação anual, com US$ 1,4 bilhão em lucro antes de impostos. Foi o quarto ano consecutivo de lucratividade da empresa.
Segundo o CEO, o crescimento é sustentado por múltiplas fontes de receita — incluindo cartões, câmbio, crédito, investimentos e assinaturas — o que reduz a dependência de um único produto ou mercado.
Embora normalmente opte por um marketing menos agressivo e mais silencioso, a Revolut decidiu reforçar a estratégia de fortalecimento de marca por meio de uma parceria global com a Audi na Fórmula 1.
A equipe passará a se chamar Audi Revolut F1, e contará com o piloto brasileiro Gabriel Bortoleto, que também atuará como embaixador da marca.
A aposta no esporte busca ampliar o reconhecimento da fintech no país — um movimento comum entre empresas financeiras globais que tentam ganhar espaço em mercados altamente competitivos.
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