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Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Já tem um tempo que a Hapvida (HAPV3) falha em agradar tanto aos clientes, quanto ao mercado. Dá para imaginar que isso poderia tirar o sono do alto escalão, não fosse um belo “calmante”: uma remuneração gorda prevista para este ano.
Segundo dados da Squadra, uma gestora com quase 7% de participação na companhia, a previsão é que os conselheiros da companhia ganhem R$ 57 milhões neste ano, com o terceiro maior pagamento entre as empresas do Ibovespa — mesmo valor que o time do Itaú (ITUB4).
A cifra equivale a 20% das estimativas de lucro para a empresa neste ano e pouco mais de 1% do valor de mercado atual da companhia, no caso do bancão, por exemplo, esse percentual gira em torno de 0,01%.
“Como proporção do market cap, a remuneração do Conselho de Administração prevista pela Hapvida é a mais elevada, com larga distância em relação à segunda colocada, a Minerva”, diz o time da gestora.
Em 2023 e 2024, os pagamentos somaram R$ 67 milhões e R$ 60 milhões, respectivamente, mantendo a empresa entre as que melhor remuneram conselhos no principal índice de ações da bolsa.
Além disso, o CEO da Hapvida, Jorge Pinheiro, que faz parte da família controladora, foi um dos mais bem pagos do Brasil nos últimos anos, com remuneração de R$ 110 milhões no período de 2023 e 2024.
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A gestora chama atenção para os valores “portentosos” em uma carta na qual pede mudanças no conselho da operadora, reeleito mesmo depois de “uma das maiores destruições de valor da história”. As ações da empresa despencam 85% desde o IPO, em abril de 2018.
Segundo a Squadra, o modelo de remuneração do conselho é incompatível com as melhores práticas de governança, já que é variável e atrelada a métricas centrais na remuneração da Diretoria Executiva, o que compromete a independência do órgão.
“O Código de Melhores Práticas do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) recomenda que a remuneração dos conselheiros de administração seja predominantemente fixa, e que sua estrutura seja diferente daquela adotada para a diretoria, em função da natureza distinta dos dois órgãos”, escreve o time.
Entre 2023 e 2024, apesar da destruição de valor aos acionistas ressaltada pela gestora, o bônus do conselho chegou a 94% do total previsto caso as metas estabelecidas fossem batidas.
“Em conjunto, tais propostas revelam um Conselho de Administração em descompasso com a atual situação financeira da companhia e, sobretudo, com seu próprio desempenho ao longo dos últimos anos”, diz o time da gestora.
Já não é de hoje que a Hapvida vem sofrendo na bolsa, com resultados cada vez mais fracos. No quarto trimestre de 2025, por exemplo, a empresa reportou números desastrosos — ainda mais do que nos três meses imediatamente anteriores, quando as ações chegaram a cair mais e 40% em reação ao balanço.
Entre os grandes destaques negativos, está a perda significativa 140 mil beneficiários no trimestre, como reflexo de um desequilíbrio entre vendas e retenção, apesar de vendas brutas acima de 600 mil vidas, os cancelamentos superaram 700 mil.
Isso indica que os clientes não estão felizes com o serviço, segundo o próprio CEO na linha de sucessão, Luccas Adib.
Além disso, a Hapvida enfrentou inimigos antigos que já pesam no balanço há alguns trimestres, como é o caso do aumento na sinistralidade e da falta de sinais sobre ganhos de sinergia com a NotreDame Intermédica.
Você pode conferir mais detalhes da história nesta reportagem especial do Seu Dinheiro.
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