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A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões

A Oi (OIBR3), em recuperação judicial, recebeu autorização da Justiça para vender sua fatia no seu principal ativo. Agora, alguns credores podem respirar um pouco mais aliviados.
O Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do estado do Rio de Janeiro, onde corre sua RJ, autorizou a proposta de compra da V.tal feita por fundos do BTG Pactual, disse a companhia por meio de fato relevante divulgado ontem (1) à noite.
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões. O ativo estava dado como garantia aos credores no plano apresentado em 2024.
Segundo a decisão da Justiça, os compradores não poderão realizar o IPO da V.tal pelo prazo de dois anos. A proposta é vinculante: se for retirada, a multa é de 50% do valor.
Os recursos da operação devem ser destinados à amortização das notas seniores e subordinadas — títulos de dívida emitidos pela companhia junto a investidores, que possuem diferentes níveis de prioridade de pagamento.
No meio de tudo isso, a Oi também pretende vender cerca de 7.500 imóveis, estimados em aproximadamente R$ 5 bilhões, medida que pode ajudar a reduzir compromissos financeiros e custos de manutenção.
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Inicialmente, o preço mínimo para venda seria de R$ 12,3 bilhões. No entanto, a oferta recebida estava abaixo desse valor, o que levou o negócio a ser encaminhado para uma etapa adicional de análise dentro do próprio processo de recuperação judicial.
Os credores rejeitaram a proposta, assim como o Ministério Público do estado do RJ. Do outro lado, o administrador judicial, o observador judicial (Watchdog), o gestor e o comitê dos credores trabalhistas aprovaram a transação.
Enquanto essa análise estava sendo feita, a Oi precisou deixar de pagar certas dívidas. Isso ocorreu porque uma ordem judicial ligada à recuperação da empresa impede temporariamente a Oi de fazer pagamentos não essenciais, incluindo parte de suas dívidas, até 20 de abril de 2026.
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