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O acordo havia sido firmado em setembro de 2025, mas ainda dependia da aprovação prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) anunciou nesta sexta-feira, 2, a rescisão do contrato com o banco BTG Pactual, que previa a aquisição de debêntures, bônus de subscrição e units da Light (LIGT3).
O acordo havia sido firmado em setembro de 2025. Porém, a operação ainda estava condicionada à aprovação prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que não foi obtida até 30 de dezembro de 2025.
Sem o aval da agência, a EMAE informou a rescisão do contrato em 31 de dezembro. Com isso, o BTG Pactual liberou a garantia previamente constituída pela empresa.
O valor total da operação, acrescido dos rendimentos do período, também voltou a estar integralmente disponível para movimentação da companhia.
A EMAE destacou em fato relevante que a decisão atende aos requisitos legais e reforça a transparência nas operações financeiras, mantendo os acionistas e o mercado plenamente informados sobre alterações em seus investimentos estratégicos.
O anúncio da EMAE vem em meio ao processo de recuperação judicial da Light, que teve início em maio de 2025. Na época, a empresa, que tem sede na capital fluminense, havia reportado uma dívida de R$ 11 bilhões.
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Em meados de junho, a Justiça do Rio de Janeiro homologou enfim o plano de recuperação judicial da Light.
Além dos acordos com credores, o plano também inclui a injeção de novos recursos na empresa de, no mínimo, R$ 1 bilhão e, no máximo, R$ 3,7 bilhões.
Já em dezembro, a empresa entrou na reta final da recuperação judicial ao anunciar a conclusão do processo de entrega no Brasil e de emissão no exterior dos títulos e debêntures aos credores da companhia de energia.
*Com informações do Money Times.
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