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PRÉVIA OPERACIONAL 4T25

Cury (CURY3) dobra geração de caixa no 4T25, e bancões respondem o que fazer com a ação agora

Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel

Cury
Cury - Imagem: Divulgação

A Cury (CURY3) divulgou, na noite de ontem (14), os resultados operacionais do quarto trimestre de 2025, com números sólidos na visão do BTG Pactual e Bradesco BBI. O grande destaque foi a geração de caixa da companhia, que mais do que dobrou em relação ao mesmo período do ano anterior. 

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A construtora reportou uma geração positiva recorde de R$ 321 milhões, salto de 113%. No acumulado de 2025, a geração de caixa também bateu recorde e alcançou os R$ 683 milhões, avanço de 46% em base anual. 

Mais destaques da prévia operacional da Cury 

As vendas avançaram 26% no trimestre, atingindo R$ 1,71 bilhão, enquanto os cancelamentos somaram R$ 158 milhões, salto de 47% na base anual, resultando em vendas líquidas de R$ 1,56 bilhão, o que representa aumento de 9% frente ao mesmo período de 2024. Em 2025, as vendas líquidas ficaram em R$ 7,7 bilhões, aumento de 25,8% na base anual. 

Com isso, a velocidade de vendas líquida (VSO), caiu 4,4 pontos percentuais (p.p.) em relação ao ano passado, a 39,3%, mas foi descrita como sólida pelo BTG Pactual. No acumulado de 12 meses, esse indicador chegou aos 73,3%, queda de 0,8 p.p. 

No quarto trimestre, a companhia lançou cinco empreendimentos — quatro localizados em São Paulo e um no Rio de Janeiro — e um no Rio de Janeiro, totalizando o Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,18 bilhão, alta de 11% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.  Em 2025, esse indicador ficou em R$ 8,2 bilhões, salto de 25,9% em relação a 2024. 

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O BBI também destacou os dividendos pagos pela construtora, que somaram R$ 1,35 bilhão, equivalente a um dividend yield de 14%. 

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O que fazer com as ações? 

Bradesco BBI e BTG Pactual mantiveram a recomendação de compra para os papéis. O último estipulou um preço-alvo de R$ 44 para os papéis, o que representa um avanço potencial de quase 40% em relação ao fechamento da última quarta-feira (14).  

Já o BBI estima que a ação deva chegar nos R$ 47, potencial de valorização de 48%. 

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